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Diogo Ribeiro entre os melhores portugueses na Liga Ibérica de Footgolf

footgolf-diogoribeiro-liga-iberica-destak Diogo Ribeiro entre os melhores portugueses na Liga Ibérica de Footgolf

Diogo Ribeiro fechou a Etapa 4 da Liga Ibérica no 38.º lugar de uma classificação com 84 concorrentes, tornando-se no 16.º melhor português em ação, depois de ter concluído o circuito com 1 ‘pancada’ acima do par.

Na classificação geral da Liga Ibérica, que soma os desempenhos obtidos nas quatro etapas disputadas, Diogo Ribeiro alcançou o 34.º lugar, sendo o 18.º melhor português em ação, numa classificação que contabiliza apenas os ‘footgolfers’ que participaram nas quatro etapas que deram corpo à 1.ª edição da Liga Ibérica de Footgolf.

A Liga Ibérica terminou no último fim de semana, em Palomarejos, Espanha, palco de uma jornada dupla, ao longo da qual foram disputadas as etapas 3 e 4 do Circuito.

Tal como o Derby noticiou, os representantes de Espanha e Portugal não são eleitos por convocatória, mas sim pelo desempenho obtido em prova. Ou seja, tal como os restantes participantes, Diogo Ribeiro conseguiu qualificar-se graças aos bons desempenhos que vem protagonizando nos torneios em que participa.

Este jovem oureense foi o único atleta do Centro de Cultura e Desporto de Caxarias qualificado para as etapas espanholas do circuito. Em março último, Diogo Ribeiro já tinha representado Portugal na companhia dos companheiros de equipa Luiz Stukas e Lucas Santos.

Nas contas gerais, a Espanha sagrou-se campeã da Liga Ibérica, com três vitórias contra apenas uma etapa conquistada por Portugal.

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O nosso Diogo Ribeiro num dos muitos duelos disputados entre portugueses e espanhóis
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Um oureense entre os 42 portugueses que conseguiram qualificar-se para as etapas 3 e 4 da Liga Ibérica

Exclusivo Derby! “Não é fácil encontrar um clube tão organizado como o CD Fátima”

futebol-cdfatima-brunoneto-1 Exclusivo Derby! "Não é fácil encontrar um clube tão organizado como o CD Fátima"

 

Quatro anos depois de ter regressado ao Centro Desportivo de Fátima, para assumir a coordenação do futebol de formação, Bruno Neto passa o testemunho mas deixa um legado absolutamente inédito, plasmado na presença de iniciados, juvenis e juniores nos campeonatos nacionais, sem esquecer a consagração da equipa sénior enquanto campeã distrital da 2.ª Divisão, com um plantel recheado de jogadores ‘made in CDF’.

Entrevista Derby com Bruno Neto

Derby – A pergunta é inevitável: qual é o segredo do sucesso da formação do CD Fátima?
Bruno Neto – O segredo é o todo. Primeiro, há que realçar a retaguarda que a direção do clube sempre deu a todas as decisões que foram tomadas. Em alguns clubes, há coordenadores que decidem bem, mas depois vem um diretor e diz que tem de ser o contrário…

Aqui não! Está tudo programado entre a direção e a coordenação. Há cerca de 15 pessoas que trabalham na coordenação do Centro Desportivo, mas há duas delas que estão intimamente ligadas ao futebol de formação: Pedro Gil, diretor da entidade formadora; e Rui Nobre, vice-presidente do clube. Estão sempre presentes, a qualquer hora, a qualquer dia, conferindo um apoio e uma retaguarda fundamental.

Outro factor fundamental é que os miúdos não vêm para cá para serem campeões. Eles vêm para se formarem enquanto homens com valores. Essa é a chave da nossa filosofia. Os resultados não são prioritários e os nossos jogadores sabem desde cedo que não vale tudo para ganhar.

Conseguir filtrar as informações que nos chegam dos pais dos jogadores, também é decisivo. Por norma, aconselhamos os treinadores a nem sequer terem relação com os pais dos atletas. Isto traz-lhes paz e permite foco total no processo de treino e da própria aprendizagem.

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Em plenos festejos do título distrital dos Sub-19

Derby – A partir da próxima época, terão as três equipas principais da formação nos nacionais. Acreditava nisto quando assumiu o cargo?

Bruno Neto – Colocar iniciados, juvenis e juniores nas provas nacionais, foi um objetivo que assumi desde o primeiro dia neste cargo. Conseguir este objetivo em tão pouco tempo? Confesso, que se calhar não estava bem ciente disso…

Derby – Defende um modelo de formação sem a pressão dos resultados, mas acaba por vencer em todas as frentes. Este sucesso coletivo é também a prova que é possível ganhar sem perder de vista os verdadeiros princípios do desporto?

Bruno Neto – Defendo a formação de jogadores de uma forma quase separada da obrigatoriedade de atingir resultados. O que acabámos de atingir, é a prova de que as coisas funcionam. Com a organização que temos – e não é fácil encontrar uma organização como estas em qualquer clube – os jogadores gostam de estar cá e os melhores também querer vir para cá. A juntar a tudo isto, temos um naipe de treinadores muito bom, do melhor. Portanto, acabou por ser fácil alcançar estes feitos

Derby – Ter bons treinadores, também ajuda. Qual o critério para assumir o comando de uma equipa no clube?
Bruno Neto – Quanto aos treinadores e à sua competência, não entendemos como muito importante ter o Nível 4 para trabalhar na formação. Acreditamos que é muito mais importante que saibam lidar com jovens.

Ao longo dos últimos três anos, talvez tenham entrado apenas duas ou três pessoas. São escolhidos a dedo e a partir daí queremos que continuem sempre no clube. Analisamos currículos, convocamos os potenciais treinadores para uma entrevista. Se o discurso da pessoa for no sentido de nos dizer que já foi campeão de escolas ali e de infantis acolá, riscamos logo.

O que nos interessa é a vida social da pessoa e os princípios de vida. Acima de tudo, tem de se enquadrar na nossa filosofia. Não formamos campeões; formamos jogadores. Da mesma forma que nenhum treinador vem para o CD Fátima para ser campeão, mas sim para formar jovens.

Também tem de ser um treinador que seja capaz de colocar o objetivo do clube à frente das suas metas pessoais ou dos objetivos da equipa que comanda. Por exemplo, quando digo a um treinador que um ou dois jogadores da sua equipa vão jogar no escalão acima, nesse fim de semana, é essencial que esse mesmo treinador fique feliz por poder dar minutos a outros jogadores que não estejam a jogar tanto, em vez de ficar a lamentar-se por perder dois atletas para um escalão superior.

Derby – A escolha dos jogadores também obedece a critérios rigorosos, certamente.
Bruno Neto – Quando analisamos uma eventual ‘contratação’ para o clube, privilegiamos a avaliação curricular, a vida social e princípios de vida, entre outros fatores muito mais sociais do que propriamente futebolísticos. É claro que têm de ter qualidade para jogar no Centro Desportivo, mas se não souberem estar e viver de acordo com a filosofia que implementámos, dificilmente terão aqui sucesso.

Derby – Como é que um coordenador do futebol de formação observa a corrente de pais que pressionam treinadores e os próprios filhos, acabando por condicionar todo o processo de evolução?
Bruno Neto – Há uma grande fatia de pais que acreditam que os seus filhos podem vir a ser a galinha dos ovos de ouro. Quase que diria que não se enxergam e não conseguem perceber que 1 em 5000 jogadores da formação chega a um Campeonato Nacional. Já nem falo na Liga dos Campeões…

Há pais que só começam a perceber que não vai ser bem assim, quando os filhos chegam aos juvenis. Aí caem na realidade e mudam de atitude

Aliás, há um chavão que é meu e que gostava de reforçar: ‘o grande problema da formação é o resultado do próximo sábado’. É uma frase minha. Significa que, quando nos centramos no que vai ter de acontecer, em qual vai ser o resultado do sábado que vem, vamos alterar o processo de treino porque vamos pensar apenas no resultado. Os próprios pais vão estar na bancada preocupados em ganhar à força toda. Se nos conseguirmos desviar de tudo isto, cumprimos o nosso processo e ficamos mais perto do sucesso.

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Derby – Foi difícil implementar esta filosofia?
Bruno Neto – Foi e continua a ser, apesar de a própria UEFA incentivar a isto mesmo. Na Associação de Futebol de Leiria, há vários anos que as competições até aos Sub-11 já não são campeonatos e os resultados não são divulgados. Em Santarém, isso foi muito difícil de alcançar.

Os clubes pressionaram tanto para continuar a haver classificações, que a associação cedeu um pouco, embora já tenha acabado também com as classificações até aos Sub-11. É verdade que ainda faz um torneio e que depois agrupa pelos resultados e vai acabar por dar ao mesmo…

Agora que a época terminou, recebemos vários convites para participar em torneios. A nossa pergunta aos clubes é muito clara: ‘qual é o modelo competitivo?’ Se forem dois grupos, onde os primeiros jogam contra os segundos e os vencedores disputam a final, a nossa resposta também é muito clara: obrigado pelo convite, mas o Fátima não está interessado. Se o torneio for em sistema de todos contra todos e os primeiros são iguais para todos, então lá estaremos com todo o gosto.

Derby – Não sentem diferença na atitude do próprio jogador do Fátima? Em termos competitivos? Até porque nem todos os clubes trabalham da mesma forma.
Bruno Neto – É um problema, de facto. Costumo debater esse tema com os treinadores. A boa educação, o fair play e a ética desportiva são características que aparentemente identificam um atleta menos agressivo, no bom sentido. Esse é o próximo desafio: encontrar estratégias para que o jovem jogador seja agressivo, mas correto, e não paranoico com o resultado. Já tenho visto miúdos de seis anos a chorar baba e ranho por perderem um jogo, apenas porque os pais queriam muito que eles ganhassem. É completamente contranatura.

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Bruno Neto, com o filho Tiago, que hoje representa a Seleção Distrital de Santarém e prepara-se para disputar a final do Torneio Lopes da Silva

Derby – O próprio selecionador nacional de Espanha, Luis Enrique, alertou recentemente para a pressão que já se exerce sobre miúdos de 6 anos…
Bruno Neto –  Concordo a 100% com o Luis Enrique, mas se ele próprio olhar para o seu passado enquanto jogador, se calhar vai perceber que ele próprio não seria o melhor exemplo [gargalhada].

O diretor-geral da formação do SL Benfica defende esta ideia. Ainda agora, a propósito do Torneio da Pontinha, que será talvez o expoente máximo dos torneios de formação, ele lembrou que a grande maioria dos jovens que passam por este torneio, não chega às seleções nacionais. É uma percentagem mínima, mas a ‘campeonite’ é máxima…

Eu comecei a jogar com 13 anos e acabei com 30. Ou seja, passei 17 anos a jogar futebol. Os miúdos da atualidade, já levam esses 13 anos de futebol quando chegam aos seniores. Ora, se eu estava cansado aos 30, se calhar, estes miúdos vão cansar-se aos 20 ou mesmo aos 18… É um problema que a formação tem de repensar.

Se lhes metermos esta pressão da ‘campeonite’ aos 6 anos, eles chegam aos 18 e estão fartinhos disto… Se introduzirmos um caracter mais lúdico, talvez até aos 13, eles vão ficar melhor formados, não vão sentir o stresse da competição tão cedo e vão ter uma carreira desportiva mais duradoura.

Derby – Fim de ciclo. Sai no auge enquanto coordenador. Por algum motivo em especial?
Bruno Neto – Entendi que estava na hora de deixar este cargo e saio muito orgulho com o trabalho que fizemos em conjunto. Terminou o ciclo. A forma como saio, também revela a elevação e os valores que este clube pratica. Ou seja, a pessoa que me vai substituir, trabalhou comigo ao longo das últimas semanas, para que eu pudesse ‘passar a pasta’. Posso dizer que partilhamos as mesmas ideias a 90 por cento, pelo que acredito muito que a forma de trabalhar do clube não se vai alterar muito.

Do triplete nos nacionais ao título na Distrital. Fátima é escola de formação com nota de excelência

Fátima Trail Team no pódio do Longo da Serra Amarela Sky Marathon

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Rui Fresco, Hugo Faria e David Costa contribuíram para mais um resultado de prestígio para o Fátima Trail Team

O Fátima Trail Team foi a segunda melhor equipa em prova no Trail Longo da Serra Amarela SkyMarathon, uma prova de 33km com a chancela da Carlos Sá Nature . Os fatimenses beneficiaram dos bons desempenhos de David Costa, Rui Fresco e Hugo Faria para somarem mais um pódio coletivo e longo numa competição de prestígio.

David Costa esteve em grande destaque: cortou a meta a fechar o lote dos cinco melhores de uma classificação geral composta por 122 atletas (e foi 4.º no escalão MSen).

Rui Fresco somou mais um pódio individual no seu escalão, com um 3.º lugar em M45 e o 18.º na geral; Hugo Faria foi 83.º (18.º em M45) e também contribui para a subida do Fátima Trail Team ao pódio coletivo.

Os fatimenses também marcaram presença no Trail Curto, com um atleta no pódio da geral e outro no Top 10.

trail-fatimatt-serra-amarela-equipa-podio-longo Fátima Trail Team no pódio do Longo da Serra Amarela Sky Marathon

 

 

Exclusivo Derby! «Fomos uma equipa unida e soubemos sofrer sem temer»

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União, capacidade de sofrimento e coragem para arriscar, eis os trunfos do Atlético Ouriense para o sucesso na 2.ª mão das meias-finais do playoff da Liga BPI e consequente apuramento para a grande final.

As oureenses conseguiram inverter o resultado negativo da 1.º mão e o treinador falou em exclusivo ao Derby sobre as incidências de um desafio em que o Atlético foi claramente superior.

“Sabíamos que a eliminatória era para resolver em 180 minutos, durante os quais os detalhes iriam ser decisivos. A desvantagem de 1-0, na 1.ª mão, não nos tirou a ambição de podermos sonhar com a final, mas sabíamos que tínhamos que estar muito concentrados para não sofrer e para conseguir marcar”, revela Marco Ramos, lembrando que qualquer deslize (leia-se, golo sofrido) poderia ser fatal para as oureenses.

“No meio destas duas variáveis, tínhamos de sofrer enquanto equipa, mas nunca temer o adversário”, acrescenta, aludindo ao facto de o Atlético ter procurado incessantemente a vantagem de que precisava, sem medo de sofrer um golo que lhe complicasse as contas e obrigasse a marcar ainda mais.

No saldo global da eliminatória, sobra o orgulho pela resposta da sua equipa. “Estou satisfeito com a forma como conseguimos esta vitória. Fomos uma equipa unida, com bom ambiente e, acima de tudo, com vontade e com a atitude certa nos vários momentos do jogo. Foi essa mesmo a chave do jogo”, reforçou Marco Ramos.

Depois de eliminar Rio Ave e Estoril  nas eliminatórias anteriores, o Clube Atlético Ouriense defronta o Futebol Benfica, este domingo, a partir das 17 horas, no Estádio Municipal de Rio Maior. A final do playoff joga-se a uma só mão e só o vencedor garante um lugar no escalão máximo do futebol feminino português.

Fatimenses em alta no Gerês: Filipe Correia no pódio com Nuno Maurício no Top 10

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Filipe Correia venceu o escalão MSen no Curto da Serra Amarela SkyMarathon

À belíssima prestação coletiva e individual no Trail Longo, o Fátima Trail Team aliou um desempenho igualmente notável no Curto, sobretudo a nível individual.

Filipe Correia foi mesmo o 3.º melhor entre os 230 participantes na prova de 15km, juntando ao 3.º lugar na geral a vitória no escalão MSen. trail-fatimatt-serra-amarela-curto-filipecorreia-e1656062555527-186x300 Fatimenses em alta no Gerês: Filipe Correia no pódio com Nuno Maurício no Top 10

Nuno Maurício também esteve em grande destaque, fechando a prova entre os 10 melhores, mais precisamente no 6.º lugar da classificação geral (5.º em M40).

O Fátima Trail Team também esteve em evidência no sector feminino, graças ao desempenho de Antónia Uvaldo, que subiu ao 3.º lugar do pódio no escalão FSen e por pouco não repetiu o mesmo resultado na geral feminina: 4.º lugar entre as 61 ‘finishers’, além do 61.º posto na tabela absoluta, entre 230 homens e mulheres.

Da soma das classificações gerais absolutas obtidas por Filipe Correia, Nuno Maurício e Antónia Uvaldo, resultou um 6.º lugar a nível coletivo.

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Antónia Uvaldo foi 3.ª classificada no escalão FSen

“Somos um clube diferente! Não gostamos, nem queremos, ganhar a qualquer custo”

futebol-seica-fernandosousasilva "Somos um clube diferente! Não gostamos, nem queremos, ganhar a qualquer custo"

“Poucas equipas fariam o que a nossa equipa fez. Somos realmente um clube diferente, não gostamos, nem queremos ganhar a todo o custo”.

Fernando Sousa Silva, Presidente do Grupo Desportivo e Cultural de Seiça, confessou ao Derby o tremendo orgulho que sente na sua equipa. Não só pelo seu percurso desportivo, mas sobretudo pela lição de desportivismo demonstrada nos oitavos de final da Liga INATEL Nacional.

“Foi uma decisão dos jogadores, da equipa, ali no momento. Acredito que decidiram assim porque também são estes os valores que o Seiça sempre lhes transmitiu”, reforça o líder dos tricampeões distritais em título, sobre o lance em que os oureenses entenderam não se mexerem para que o adversário pudesse marcar.

Fernando Sousa Silva falhou o jogo no Cano, sofrendo à distância, num dia duplamente marcante para o histórico Presidente do Seiça. “Estava no casamento de uma das minhas filhas, mas ia procurando saber informações sobre o resultado”, confessa.

“Quando me disseram que tínhamos feito um golo, fiquei todo contente. Mas logo a seguir avisaram-me que os outros tinham marcado… Aí fiquei chateado”, assume, revelando que “ainda nem fazia ideia” que os seus jogadores tinham estendido a passadeira aos rivais.

“Só me disseram que tínhamos sofrido golo, mas não me contaram logo como foi. Só soube depois dos penaltis. Ainda bem que ganhámos! Já viu o que seria perder daquela maneira? Mas pronto… sabemos que não podemos ganhar a todo o custo e temos de estar preparados”, sublinha.

Apesar do susto, Fernando Sousa Silva não esconde o orgulho nos seus jogadores: “A atitude da minha equipa é realmente de louvar. Foi uma atitude espontânea, que não passou sequer pela equipa técnica. Foram os próprios jogadores que decidiram ali, no momento. Acabou por correr bem nos penaltis, mas estou muito orgulhoso com a atitude deles. Provaram que não queremos ganhar a todo o custo e foram felizes.”

Venham daí os ‘quartos’!
Qualificado para os quartos de final, o GDC Seiça terá pela frente a ADC São Pedro de Alva, uma formação do distrito de Coimbra no caminho dos oureenses.

“Queremos ir à final e sabemos que temos de ganhar dois jogos para lá chegar. Confiança? Temos sempre! A equipa está 100% motivada, trabalha muito e bem, tem um grande espírito de entreajuda. Quando assim é, temos todas as condições para passar mais esta eliminatória! Eu acredito muito que vamos ganhar”, vaticina Fernando Sousa Silva, em declarações exclusivas ao Derby.

Ninguém passa sede em Espite! António Almeida ganha… 69 quilos de espumante

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António Almeida foi o primeiro a cortar a meta e à sua espera tinha o jovem Martim, igualmente atleta do Espite e já com conquistas no currículo | Foto Matias Novo ©

António Almeida foi o grande vencedor do Trail Longo, integrado no Anadia Capital do Espumante, um evento a contar para a qualificação para a Taça de Portugal, centrando atenções no último fim de semana e levando dezenas de equipas e centenas de atletas à Bairrada.

O vencedor da Taça de Portugal, vice-campeão nacional de SkyMarathon e campeão nacional e ibérico de Skyrace por equipas, dominou a prova de 28km, cortando a meta ao cabo de 2h42m55s, com 2m42s de vantagem sobre o 2.º classificado.

Além do prestígio acumulado, o atleta do Clube Desportivo de Espite teve direito a um prémio muito especial: nada mais, nada menos do que 69 quilos de espumante (mais litro, menos litro…), oferta dos patrocinadores do evento, que decidiram premiar os vencedores oferecendo a cada um o seu peso em vinho espumante.

Bruno Mordomo no Top 10 da geral e 3.º no escalão
Em plena evolução competitiva, Bruno Mordomo voltou a assinar um desempenho extremamente positivo, fechando o Longo entre os 10 melhores, mais precisamente no 10.º lugar, com marca suficiente para subir ao 3.º lugar do pódio no escalão M40.

Sofia Vieira também representou o CD Espite, concluindo a distância na 46.ª posição de uma tabela geral composto por 143 homens e mulheres (4.º lugar em FSen).

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Bruno Mordomo e António Almeida à partida para mais uma prova memorável para o CD Espite | Foto Matias Novo ©

 

FPF escolhe Rio Maior como palco da final entre Atlético e Futebol Benfica

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O futuro do Atlético Ouriense passa pelo Estádio Municipal de Rio Maior

A Federação Portuguesa de Futebol oficializou, esta terça-feira, a data e o local da final do playoff da Liga BPI.

O duelo entre Atlético Ouriense e Futebol Benfica está agendado para as 17 horas do próximo domingo, dia 26 de junho, no Estádio Municipal de Rio Maior.

Tal como o Derby apurou, a FPF chegou a ponderar a marcação da final para o Estádio Nacional, no Jamor, mas acabou por agendar a partida para a Cidade do Desporto, sobretudo por se tratar de um local situado praticamente à mesma distância para uma e outra equipa, ao abrigo da tentativa de não beneficiar nem prejudicar a afluência de adeptos de ambos os clubes.

A final do playoff traduz-se na última oportunidade para garantir uma vaga na Liga BPI. O Atlético Ouriense procura a manutenção, enquanto o Futebol Benfica tenta a subida.

As oureenses eliminaram Rio Ave e Estoril nas eliminatórias anteriores; o Futebol Benfica superou Gil Vicente e Racing Power antes de marcar encontro com o Clube Atlético Ouriense.

Célia Amaro prossegue a caminhada triunfal com mais um triunfo para a conta pessoal

trail-serradairett-anadia-podio-celiaamaro Célia Amaro prossegue a caminhada triunfal com mais um triunfo para a conta pessoal
Célia Amaro voltou liderar a classificação feminina, vencendo naturalmente no escalão FSen

Agora sim: 13 provas, 13 pódios. O Derby já tinha antecipado este cenário, embora de forma precipitada… e errada.

Eram 12 e não 13, mas era uma questão de tempo até que a (super) atleta do Serra D’Aire Trail Team acertasse as contas.

E não demorou nadinha… Foi o tempo de participar noutra prova, para colecionar mais um pódio, desta vez, com uma vitória no sector feminino, em pleno Trail Anadia Capital do Espumante.

Célia Amaro foi a melhor entre as mulheres, liderando uma tabela com 150 inscritas, entre as quais a companheira de equipa, Lurdes Vital, 42.ª no sector feminino e 5.ª classificada no escalão F45.

Como se não bastasse, ainda contribuiu para o 2.º lugar do Serra D’Aire Trail Team na classificação por equipas, graças ao seu 23.º lugar na tabela geral absoluta, que, aliado ao 3.º de Marco Pacheco e 18.º de Pedro Marques, resultou em mais um pódio coletivo para os bairrenses.

António Oliveira sagra-se vice-campeão nacional de Enduro

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António Oliveira sagrou-se vice-campeão nacional de Enduro, na categoria Super Veteranos. O piloto oureense esteve em grande destaque na derradeira etapa da competição, disputada em Valpaços, nos últimos sábado e domingo, no âmbito da 11.ª edição do Enduro Rota do Folar e com duas corridas para definir a classificação geral da temporada 2022.

Em fim de semana de jornada dupla, António Oliveira caiu (literalmente) para o 5.º lugar da 7.ª Etapa, na sequência de duas quedas que o impediram de lutar pelo pódio, no sábado.

Um dia depois, a vingança: completamente recuperado e altamente motivado, António Oliveira acelerou para a 8.ª e última corrida do Campeonato Nacional, obrigado a fechar num dos dois primeiros lugares, sob pena de perder o 2.º lugar da geral. Dito e feito! O piloto da Team M.S. Espite Aventura terminou a  oitava corrida da época na 2.ª posição, confirmando o estatuto de vice-campeão nacional.

A temporada de António Oliveira ficou marcada por uma regularidade impressionante e pela pressão constante ao grande campeão. O oureense foi ao pódio em seis das oito corridas disputadas ao longo das seis etapas do calendário nacional.

Paulo Miranda andou sempre na frente da classificação geral, mas teve em António Oliveira um adversário capaz de o colocar em sentido ao longo de toda a temporada.

António Oliveira é um oureense natural de Fontainhas e residente em Seiça. Tem 49 anos e um longo historial nas provas de todo-o-terreno, seja em duas ou mesmo em quatro rodas.

No seu extenso palmarés, contam-se quatro vice-campeonatos nacionais em supermotos e um título de campeão nacional de BTT, aos quais se junta mais uma Medalha de Prata, na categoria Super Veteranos do Campeonato Nacional de Enduro, conquistada ao serviço da Team M.S. Espite Aventura.

enduro-antoniooliveira-podio-e1655804701861 António Oliveira sagra-se vice-campeão nacional de Enduro

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António Oliveira com Celso Morgado, um oureense essencial para ajudar o piloto a manter a sua KTM sempre em alta rotação ao longo das oito corridas do Campeonato Nacional