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Célia Amaro venceu o Circuito Nacional de Trail Sprint

2024.05.07-trail-texugo-serradaire-celia-amaro Célia Amaro venceu o Circuito Nacional de Trail Sprint

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Fonte: Medula Jornalismo e Comunicação

O Serra D’Aire Trail Team fechou a temporada 2023/24 com um saldo francamente positivo, plasmado em boas posições individuais e coletivas nos diversos circuitos nacionais da modalidade.

Célia Amaro voltou a ser a grande protagonista desta formação oureense, vencendo o sector feminino do Circuito Nacional de Trail Sprint, no somatório das melhores provas realizadas ao longo da temporada,. Isto um ano depois de ter sido 2.ª classificada nas contas finais desta distância, na temporada 2022/23.

pub-medula Célia Amaro venceu o Circuito Nacional de Trail Sprint

Nas contas coletivas, o Serra D’Aire registou a mesma classificação no sector femino: 2.º lugar entre equipas, também no Circuito Nacional de Trail Sprint, reclamando para si o estatuto de vice-campeã entre as equipas que fecharam classificação nesta distância.

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O Serra D’Aire Trail Team esteve também em evidência no Circuito Nacional de Trail (Longo), com boas classificações coletivas, tanto no feminino, como no masculino.

A equipa feminina foi 3.ª classificada no Circuito Nacional de Trail, enquanto a formação masculina fechou a temporada 2023/24 entre as quatro melhores da distância longa: 4.º lugar numa lista liderada por Clube Desportivo de Espite (1.º) e Fátima Trail Team (2.º).

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Atlético Ouriense continua entre as melhores das melhores

2023.06.03-futebol-feminino-atletico-ouriense-gil-vicente-playoff-NUNO-ABREU-16 Atlético Ouriense continua entre as melhores das melhores

EscolaMunicipaldeNatacao-e1683201442155 Atlético Ouriense continua entre as melhores das melhores

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Fim do jogo! O Atlético Ouriense aguenta o empate neste jogo e mantém a vantagem na eliminatória. As bicampeãs nacionais e vencedoras da Taça de Portugal vão agora para a sexta temporada consecutiva na Liga BPI!

 

90+8 Sofia Sena travou um remate gilista e cede canto. Pode ser a última oportunidade para o Gil Vicente, mas o lance não dá em nada!

 

90’+6 O Atlético fica perto do golo, mas Luiza Silva defende com a perna. Livre estudado, com Sara Brasil a assistir Lorena Santana. Quase, quase…

 

90’+5 Sai Laura Souza, entra Daniela Carmo no Atlético Ouriense.

 

90’+4 Cartão Vermelho!Adriana Semedo choca com Ana Rita Oliveira e Leo Rodrigues chama a atenção da rival. Esta reagem com violência e acaba por receber o segundo amarelo e consequente cartão vermelho. As oureenses… agradecem o descontrolo emocional da adversária, claramente provocado por Leo Rodrigues.

 

90’+3 Mexe o Gil Vicente: sai Isabella, entra Inês Puga.

 

90’+1 Sara Brasil dispara do meio da rua mas fraco, para defesa de Luiza Silva. A bola ia para fora mas a guarda-redes foi ao chão recolhê-la para evitar mais perdas de tempo e lançar o ataque do Gil Vicente.

 

90′ A equipa de arbitragem faz contas à vida e estabelece 7 minutos de compensação. O tempo extra resulta das inúmeras interrupções registadas ao longo da 2.ª parte.

 

Leo Rodrigues emendou o erro que deu origem ao golo do Gil Vicente, com um corte providencial a evitar o golo de Adriana Semedo. A gilista já tinha contornado Ana Rita Oliveira e só não marcou porque Leonilde foi mais rápida a sacudir a bola dali.

 

86′ Cartão Amarelo. Em vez do canto, é falta para o Atlético. Telma Frade entende que Adriana atingiu Leo e exibe a cartolina para punir os protestos veementes da gilista.

 

85′ Que perigo! Adriana Semedo isola-se, Ana Rita Oliveira hesita na saída e a gilista passa a bola por cima da guarda-redes, valendo ao Atlético a velocidade de Leo Rodrigues. A camisola 18 dobrou a guardiã e cortou para canto.

 

83′ SUBSTITUIÇÃO. César Matias troca Bimba Cabral por Maria João Silva.

 

81′ Soraia Gomas bate o livre contra a barreira, atingindo Laura Souza com violência. A bola ainda sobrou para a cabeça de Joana Sousa, que não aproveitou a oportunidade e atirou (muito) ao lado.

 

79′ Livre perigoso para o Gil Vicente, à entrada da área do Atlético Ouriense. Sara Brasil garante que tocou apenas na bola, mas Telma Frade assinala falta. A capitã oureense está ‘amarelada’ mas escapa à expulsão.

 

75′ O Atlético Ouriense está a 15 minutos (mais descontos) de garantir a permanência na Liga BPI, mas esse é também o tempo que o Gil Vicente tem para ganhar vantagem na 2.ª mão e empatar a eliminatória ou resolvê-la sem precisar de tempo extra ou penáltis.

 

70′ Cartão Amarelo. A capitã Sara Brasil atinge Patrycia Alves fora do tempo e acaba no livrinho da juíza da partida.

 

68′ Melanie Cunha volta a visar a baliza gilista. Remate de pé esquerdo para defesa pouco ortodoxa de Luiza Silva, que acaba lesionada pela forma como se fez à bola para encaixar um remate frouxo e à figura. É a terceira vez que a guardiã gilista denuncia queixas musculares em ambas as coxas.

 

63′ Responde o Gil Vicente! Descaída sobre a esquerda, Adriana cruza ao 2.º poste, onde surge Ana Tinoco a cabecear para defesa instintiva de Ana Rita Oliveira. As minhotas quase surpreenderam as oureenses, valendo a atenção e os reflexos felinos da guardiã do Atlético.

 

61′ Grande oportunidade para o Atlético! Bimba Cabral aproveita a hesitação da defensiva contrária e avança sobre as adversárias. Ganha terreno, entra na área mas remata à malha lateral da baliza gilista… quando tinha Laura Souza em boa condição para atirar a contar. A guineense não se apercebeu e por isso pediu desculpa à companheira de equipa.

 

57′ Telma Frade retoma o jogo… e interrompe, menos de um minuto depois. Leonilde Rodrigues sofre uma queda aparatosa e fica estatelada no relvado. A internacional cabo-verdiana é assistida, queixa-se de dores nas costas, mas vai tentar o regresso ao jogo.

 

56′ SUBSTITUIÇÃO. Após três minutos de interrupção forçada, o departamento clínico conclui que Carla Cruz não pode continuar em campo. Roger Ribeiro lança Soraia Gomes para o lugar da capitã gilista, que passa a braçadeira a Inês Azevedo, antes de abandonar o jogo.

 

53′ Jogo interrompido para assistir Carla Cruz, capitã do Gil Vicente. O duelo está morno, sem grandes pontos de interesse ou oportunidades de golo.

 

Os treinadores ainda não mexeram nas respetivas equipas. À disposição de César Matias, estão no banco do Atlético as suplentes Cláudia Rocha (gr), Luana Lopes, Joana Serrano, Maitê Nascimento, Juliana Santo, Daniela Carmo e Maria João.

 

Do lado das minhotas, Roger Pinheiro tem como alternativas Ana Vieira (gr), Soraia Gomes, Iliana Barbosa, Inês Puga, Isaura Machado e Inês Cruz.

 

46′ Sara Brasil volta a beneficiar de um livre direto em zona frontal, mas o remate sai demasiado acima do alvo.

 

45′ Rola a bola! Começa a 2.ª parte. Ficará o jogo decidido nos 90 minutos ou a eliminatória segue para prolongamento… ou mesmo penáltis? Não saia daí!

 

Mesmo sem Jéssica Pastilha, nem Gabi Zidoi ou Joyce Ramos, o Atlético está a conseguir superar as ausências de três pedras-basilares. As oureenses têm a faca e o queijo na mão, mas as gilistas não atiram a toalha ao chão.

 

As equipas regressam ao relvado em Carapeços. Os últimos 45 minutos da temporada vão decidir quem fica com este bilhete para a edição 2023/24 da Liga BPI. Sobe o Gil Vicente? Mantém-se o Atlético Ouriense? A turma de César Matias está na frente da eliminatória, mas esta está longe de estar definida.

 

INTERVALO. O Atlético Ouriense consegue empatar as contas da 2.ª mão e volta a comandar a eliminatória, graças à vitória da 2.ª mão. A vantagem continua curta e o desfecho segue imprevisível. Vem à uma 2.ª parte de nervos…

 

38′ GOOOOOLO do Atlético! Sara Brasil despeja um livre do círculo central para o interior da área, colocando a bola redondinha na cabeça de Lorena Santana. De costas para a baliza, a camisola 6 oferece um chapéu perfeito à guardiã rival e o Atlético retoma a vantagem na eliminatória!

 

30′ A primeira meia hora conta a história de um duelo equilibrado, com maior ascendente do Atlético Ouriense e com o Gil Vicente a tentar aproveitar cada deslize das visitantes. A estratégia já deu frutos à formação da casa… Eliminatória empatada!

 

26′ Cartão Amarelo. Sara Vitória atinge Carolina Pocinho e acaba punida por Telma Frade, árbitra dos quadros da Associação de Futebol de Viseu.

 

18′ Melanie Cunha também aposta no remate de fora da área, mas a tentativa sai fraca. A lusoamericana dispara de pé esquerdo mas a guardiã rival encaixa sem dificuldade.

 

15′ Bimba Cabral atira à figura de Luiza Silva.

 

11′ Sara Brasil fica pertíssimo do empate. A ’10’ do Atlético dispara de livre, em zona frontal e a pisar a linha da área, mas a bola passa centímetros acima da barra.

 

8′ GOLO do Gil Vicente. Contra a corrente do jogo e aproveitando um mau atraso de Leo Rodrigues para Ana Rita Oliveira, Adriana Semedo adianta a formação da casa e empata a eliminatória.

 

1’ Rola a bola em Carapeços, freguesia de Barcelos, quartel-general do futebol feminino do Gil Vicente, emblema histórico do futebol português.

 

A vantagem oureense é curta e aconselha a cautelas e caldos de galinha… em casa do galo. O empate chega para garantir a permanência, mas todo o cuidado é pouco.

 

Hoje é o primeiro dia do resto da vida do Clube Atlético Ouriense. A equipa sénior feminina joga a 2.ª mão do playoff da Liga BPI, visitando o Gil Vicente, uma semana depois da vitória por 2-1, no Campo Adelino dos Santos Júnior.

pub-horizontal-derby--scaled-e1685531500725 Atlético Ouriense continua entre as melhores das melhores

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Espite respira saúde no Trilho das Dores

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boopit-2-1-1 Espite respira saúde no Trilho das Dores

Eram 177 à partida e 156 à chegada. E o primeiro a cortar a meta estava de emblema do Clube Desportivo de Espite. O primeiro e a primeira, aliás. António Almeida e Margarida Pestana venceram as classificações masculina e feminina, no Longo da 9.ª edição do Trilho das Dores, realizada no último sábado, em Abitureiras, Concelho de Santarém.

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O Desportivo de Espite apostou forte nesta prova de 27 quilómetros e por pouco não conquistou também a classificação coletiva no sector feminino.

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Com António Almeida a vencer a classificação geral coletiva e Pedro Ribeiro a fechar o pódio da geral (3.º lugar absoluto e 2.º em M35), bastou Bruno Mordomo a cortar a meta no 23.º lugar para que os oureenses terminassem como a segunda melhor equipa masculina, apenas atrás do Alcanena Trail.

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No sector feminino, ninguém foi mais rápida que Margarida Pestana. A atleta do Espite chegou na 29.ª posição da geral absoluta, liderando entre as 27 mulheres que conseguiram concluir o traçado. À subida ao 1.º lugar do pódio feminino, Margarida juntou (obviamente) a vitória no escalão F35.

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O Fátima Trail Team também esteve (bem) representado no Longo (e no Curto). David Costa liderou os cinco fatimenses em prova nos 27k, concluindo esta participação entre os 10 melhores: 9.º lugar da geral absoluta (5.º M35). A nível coletivo, o FTT cotou-se como a quarta melhor entre as 15 equipas que conseguiram fechar classificação.

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Juventude Ouriense acerta calendário com derrota contra o último classificado

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pub-derby-junta-piedade Juventude Ouriense acerta calendário com derrota contra o último classificado

O Juventude Ouriense acertou contas ao calendário com uma derrota caseira, na jornada 9 do Campeonato Distrital, em atraso desde 7 de janeiro.

Os azuis receberam o Louriceirense no Caneiro, perdendo por 3-1, num duelo inglório para os oureenses, que sofreram um golo em contra-ataque e dois na sequência de pontapés de canto.

Os visitantes chegaram ao intervalo em vantagem e ampliaram para 2-0 já na 2.ª parte. O Juventude Ouriense nunca virou a cara à luta, conseguindo reduzir por Micael Faria. Só que o Louriceirense acabou por ampliar a vantagem e quando a turma de Francisco Serra meteu toda a carne no assador… sofreu um rude golpe, com consequências além deste jogo.

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10-e1670153352160 Juventude Ouriense acerta calendário com derrota contra o último classificado

A jogar em 5×4 com Paulo Azeitona na pele de guarda-redes avançado, o Juventude Ouriense acabou por ver o guardião ser expulso, na sequência de uma falta cometida quando o adversário tinha via aberta para uma baliza deserta.

Azeitona terá cortado a bola antes de atingir o adversário, mas a dupla de arbitragem entendeu que o guarda-redes cometeu falta, passível de cartão vermelho direto. A decisão deixa Paulo Azeitona fora do Derby de Ourém com o GRUDER, agendado para este sábado, às 19 horas, também no Pavilhão Municipal do Caneiro.

Foi a 8.ª derrota do Juventude Ouriense no Campeonato Distrital e a primeiro vitória do Louriceirense na prova. A formação de Alcanena ficou a apenas 2 pontos dos azuis e entregou a lanterna vermelha ao Vale Travesso, que volta a cair no último lugar da classificação.

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2.ª Distrital > Vilarense recebe Liga de Ortiga no pontapé de saída

O Clube Desportivo Vilarense recebe a Liga Regional de Melhoramentos de Ortiga, na 1.ª jornada da Série B do Campeonato Distrital da 2.ª Divisão.

Os azuis e brancos estão de volta a esta prova, decididos a limpar a imagem refletida no último lugar da temporada passada, depois de terem conseguido apenas um triunfo em todo o Campeonato… e apenas no último jogo, vencendo o Derby de Ourém em casa do CCD Caxarias.

Valter Calafate mantém-se no comando do Vilarense, com um pormenor que pode fazer a diferença. O treinador teve uma palavra a dizer na construção do plantel e está a trabalhar com a equipa desde o primeiro dia da pré-temporada, ao contrário do que aconteceu na época anterior.

 

“Cara renovada, ideias renovadas, queremos deixar bem claro que o Clube Desportivo Vilarense não vai ser motivo de chacota para ninguém. Queremos limpar a imagem da época transata”, assumiu Valter Calafate, em entrevista ao Derby, no final de agosto.

Entrada em falso… ou não

Ao contrário de Caxarias e Vasco da Gama, que hoje jogam um Derby de Ourém, o Vilarense foi eliminado da Taça do Ribatejo, não resistindo na Série 3 da prova. Não obstante, a derrota pesada no Tramagal (que também foi eliminado), os azuis e brancos deixaram boas indicações nos duelos com Moçarriense e Porto Alto, empatando ambos.

A Liga de Ortiga também ficou pelo caminho, tendo perdido com o Caxarias na primeira jornada da Série 6.

O duelo entre Vilarense e Ortiga tem início marcado para as 16 horas, no Estádio do Operário, em Vilar dos Prazeres.

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Derby na Chã! Caxarias e Atlético no tubo de ensaio

futebol-caxarias-atlouriense-49 Derby na Chã! Caxarias e Atlético no tubo de ensaio

assinatura-derby-cronica-212x300 Derby na Chã! Caxarias e Atlético no tubo de ensaioEm plena pré-temporada, mas a menos de um mês da estreia oficial, Centro de Cultura e Desporto de Caxarias e Clube Atlético Ouriense disputaram um duelo de preparação intenso, na manhã deste sábado, em pleno Campo da Chã.

O Atlético venceu o derby, mas o Caxarias deu boa réplica. No final, uma conclusão: ambas as equipas parecem ter mais e melhores argumentos em relação à temporada passada.

Um dia depois de ter perdido no Entroncamento, diante do Atlético local (2-1), o Caxarias recebeu outro Atlético, o Ouriense. Novo jogo de preparação, nova derrota, na sequência do desaire averbado em Ferreira do Zêzere (4-0).

Nada de alarmes. Os resultados negativos encontram justificação no patamar competitivo de cada uma das formações que o Caxarias escolheu para os primeiros confrontos da pré-temporada. O objetivo da formação de Telmo Ferreira é claro: expor a sua equipa às exigências inerentes ao confronto com turmas de um patamar competitivo superior.

Para o Atlético Ouriense, foi apenas o primeiro jogo de preparação e as indicações foram naturalmente positivas. Além do triunfo, ficou na retina a qualidade aparente dos vários reforços apresentados por Pedro Gil Vieira ao longo de um desafio em que ambos os treinadores aproveitaram para testar esquemas táticos distintos.

futebol-caxarias-atlouriense-29 Derby na Chã! Caxarias e Atlético no tubo de ensaio

Golos e oportunidades

Gabriel (18’) e Dylan (64’) fizeram um golo em cada parte, confirmando a vantagem do Atlético em casa do Caxarias. A formação de Pedro Gil Vieira ainda teve um golo (bem) anulado a Gabriel (42’) e viu o central Rúben negar a festa a Dylan sobre a linha (82’).

Apesar da desvantagem, o Caxarias poderia ter empatado ou reduzido, mas nunca foi feliz: Breno Melo disparou à malha lateral, na cara de Palaio, mas apertado por João Baptista (34’); o chapéu de Paulo Piranhas quase foi dentro da rede, mas a tentativa saiu por cima da trave (43’). Foram as ocasiões mais flagrantes, mas o perigo também chegou do meio da rua, como quando Bruno, que rendeu Palaio na equipa de Ourém, foi obrigado a aplicar-se com intervenção de luxo para negar o golo a um homem da casa (66’).

Qualidade oureense… até na arbitragem

O derby contou com arbitragem oureense: Filipe Baptista liderou um trio de composto pelo conterrâneo Vítor Clemente e pelo Riachense Afonso Mendes, auxiliado por Miguel Simões, nas funções de 4.º árbitro. O jogo não foi complicado e os árbitros fizeram questão de não o complicar, atuando com discrição, quase parecendo despercebidos. E não é esse o melhor elogio que um árbitro pode receber?

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Do triplete nos nacionais ao título na Distrital. Fátima é escola de formação com nota de excelência

cdfatima-formacao Do triplete nos nacionais ao título na Distrital. Fátima é escola de formação com nota de excelência

Inédito. Histórico. Soberbo. Incrível. É difícil encontrar objetivos para qualificar o que acaba de alcançar o Centro Desportivo de Fátima. Pela primeira vez na sua história, os grenás colocam três equipas da formação nos escalões nacionais e consolidam o estatuto de entidade formadora de excelência, a nível local e regional.

A iniciados e juvenis, juntam-se os juniores, recém-sagrados campeões da 1.ª Divisão Distrital da AF Santarém. Três equipas nos campeonatos nacionais do respetivo escalão, a partir da próxima temporada, sem esquecer a cereja no topo do bolo: os seniores acabam de conquistar a 2.ª Distrital, subindo à 1.ª com um plantel construído à base de jovens formados no clube.

Perante a solenidade do momento, o Derby partiu em busca do segredo do sucesso. Fomos aos bastidores da Academia Padre António Pereira, conversámos com os seus responsáveis e damos a conhecer as linhas mestras da formação grená.

Fomos recebidos por Bruno Neto, um oureense da Aldeia Nova, que é responsável pelo futebol de formação do CD Fátima há quatro temporadas. Perguntámos sobre os requisitos fundamentais para vestir o manto grená… e fomos surpreendidos pela pedagogia da resposta.

“Os miúdos não vêm para cá para serem campeões! Vêm para se formarem enquanto homens com valores. Essa é a chave da nossa filosofia. Os resultados não são prioritários e os nossos jogadores sabem desde cedo que não vale tudo para ganhar”, explica-nos Bruno Neto, coordenador técnico do Centro Desportivo de Fátima, numa entrevista exclusiva para ler aqui.

Bruno Neto acaba de passar a pasta, encerrando um ciclo que coincidiu com a sua terceira passagem pelo clube. “Tendo em conta o perfil e a forma de estar da pessoa que vai assumir o cargo, acredito que a maneira de trabalhar do clube não vai sofrer grandes alterações”, considera.

Anos incríveis
Sob a tutela de Bruno Neto, o Centro Desportivo de Fátima colocou as três equipas principais dos escalões do futebol juvenil aos campeonatos nacionais. Trata-se de uma proeza inédita a nível concelhio e rara na esfera regional.

“Colocar iniciados, juvenis e juniores nas provas nacionais, em simultâneo, foi um objetivo que assumi desde o primeiro dia neste cargo. Conseguir este objetivo em tão pouco tempo? Se calhar não estava bem ciente disso…”, confessa, orgulhoso.

“Defendo a formação de jogadores de uma forma quase separada da obrigatoriedade de atingir resultados. O que acabámos de atingir, é a prova de que as coisas funcionam. Com a organização que temos – e não é fácil encontrar uma organização como estas em qualquer clube – os jogadores gostam de estar cá e os melhores também querer vir para cá. A juntar a tudo isto, temos um naipe de treinadores muito bom, do melhor. Portanto, acabou por ser fácil alcançar estes feitos”, assume o coordenador técnico.

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O coordenador Bruno Neto com os dirigentes Pedro Gil, Rui Nobre e Ivo Lopes, na gala de encerramento da temporada 2018/19 | Colorfoto ©

“Nunca viram um clube tão bem estruturado como o CD Fátima”
Rui Nobre, vice-presidente do Centro Desportivo de Fátima e responsável pelo pelouro da formação, acredita que não há razões para alterar a filosofia, muito menos a forma de trabalhar instituída ao longo dos últimos anos.

“Temos aqui vários jogadores que já passaram por outros clubes, inclusive a nível nacional, cujos pais nos dizem que nunca viram um clube tão bem estruturado como o CD Fátima”, garante Rui Nobre, orgulhoso pelo alto nível organizacional a que o clube chegou.

A importância de saber lidar com os pais
O Derby conversou igualmente com Pedro Gil, diretor da Entidade Formadora e responsável pelo processo que resultou no estatuto de um dos únicos dois clubes do Distrito de Santarém com 4 estrelas atribuídas pela Federação Portuguesa de Futebol (e o outro também é do Concelho de Ourém: Clube Desportivo Vilarense).

“O segredo do sucesso tem realmente a ver com a qualificação dos treinadores”, considera Pedro Gil, detalhando: “É uma condição essencial. Nada tenho contra o típico treinador que é treinador só porque foi jogador e depois tirou o curso. Nada. Só que considero que é bem diferente para melhor, quando temos alguém que fez formação superior na área do desporto e ou da educação. Porquê? Porque tem conhecimentos de disciplinas como pedagogia, de psicologia, entre outras. Sabem lidar com os miúdos e também sabem lidar com os pais. E isto é muito importante! Se um clube conseguir manter os pais satisfeitos, é meio caminho andado para evitar aqueles problemas que não servem para nada e que não nos levam a lado algum. Aqui, os pais confiam em nós.”

Um coordenador na pele de diretor de turma
Tal como na maioria dos clubes, Pedro Gil assume episódios de insatisfação protagonizados por alguns pais mais descontentes, mas garante que a diferença está na forma como o CD Fátima gere cada caso.

“Naturalmente que também temos cá pais descontentes. Isto não é um regime militar, mas é um centro de formação. Há uma hierarquia que tem de ser respeitada. Quando um pai está descontente, não chega aqui e vai disparatar com o treinador. Nada disso. Se há insatisfação, ela é manifestada junto do nosso coordenador, que atua como um filtro. Se a coordenação não conseguir resolver o problema, entra em campo a direção. Mas o treinador nem é chamado ao caso. É como nas escolas. Se um pai tem um filho que não esteve bem a matemática, esse pai vai falar com a diretora de turma e não com o professor de matemática. Aqui, o nosso diretor de turma é o coordenador”, explica.

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“Não queremos jogadores contrariados”
Pedro Gil assume que outro dos segredos do sucesso fatimense está na motivação dos atletas. “Não queremos jogadores contrariados. Se um atleta não está bem, a equipa também não fica bem, nem o próprio treinador. Quando um jogador nos diz que não se sente aqui bem e quer ir embora, recorremos ao nosso departamento de psicologia, que avalia a situação. Se não houver outra maneira, passamos a carta e deixamos sair. Não dificultamos a vida aos jogadores, ao contrário de alguns clubes”, garante, reforçando: “Infelizmente, nem todos os clubes procedem de igual forma. No nosso caso, ficamos muito contentes quando outros clubes dos nacionais vêm cá buscar jogadores. É um sinal de que estamos a trabalhar bem. Por isso, custa-me compreender que os clubes que estão num patamar competitivo inferior, dificultem a vida aos miúdos que querem vir jogar para cá.

A cereja no topo do bolo
A consagração do Centro Desportivo de Fátima enquanto campeão distrital da 2.ª Divisão mais não é que a prova cabal do trabalho de excelência que é realizado na Academia Padre António Pereira.

“Fomos campeões com um plantel praticamente composto por jogadores da formação. Aliás, só dois jogadores não passaram pelos escalões de formação do Centro Desportivo”, garantem Pedro Gil e Rui Nobre, satisfeitos e realizados com a concretização de um objetivo assumido pela direção do clube, desde a primeira hora em que foi deliberada a reativação da equipa sénior.

Fé no futuro… sem contos do vigário
Longe dos tenebrosos tempos em que a propalada SAD do CD Fátima manchou a imagem do clube, os grenás respiram agora saúde e encaram o futuro com otimismo.

Os campeonatos profissionais voltam a estar na mira, mas respeitando um dever sacramental: formar homens com valores, sem abdicar de uma gestão financeira rigorosa e capaz de garantir o futuro deste emblema cinquentenário.

“O projeto do CD Fátima passa, essencialmente, pela formação. Queremos que os miúdos continuem a sentir o clube mesmo quando vão formar-se academicamente longe daqui. É perfeitamente normal que saiam do clube e da cidade para prosseguirem os estudos e a formação académica. E o ideal é que voltem quatro anos depois, já licenciados. O CD Fátima cá estará para os receber com todo o gosto, e integrar na equipa sénior, se for o caso. Aliás, a nossa equipa sénior deste ano, tem muitos casos de jogadores que foram formados neste clube, mas estiveram sem competir vários anos e só voltaram porque reativamos o futebol sénior”, conclui Pedro Gil.

Exclusivo Derby! “Não é fácil encontrar um clube tão organizado como o CD Fátima”

 

 

Alta Pressão: os lances capitais da vitória do Atlético sobre o Estoril

assinatura-derby-cronica-212x300 Alta Pressão: os lances capitais da vitória do Atlético sobre o EstorilO Atlético Ouriense está na final do playoff da Liga BPI, graças à vitória sobre o Estoril, na 2.ª mão das meias-finais, mantendo intacta a esperança de permanecer no escalão principal do futebol feminino.

O Derby foi à Caridade e testemunhou a dimensão da supremacia oureense face às estorilistas, que só tiveram uma oportunidade de golo contra duas mãos-cheias delas para a turma de Marco Ramos.

‘Alta pressão’ é o título do filme do jogo, em exibição dentro de momentos…

 

Alta pressão
1′
Rola a bola na Caridade! O Atlético perdeu na 1.ª mão desta eliminatória, em casa do Estoril. Foi por 1-0, o que obriga as oureenses a fazer pela vida neste playoff da Liga BPI

 

7’ Sony Costa descarrega um balão na área, a guardião Isabel Peixeiro falha a interceção e perde o norte à baliza. Menglu Shen oferece o golo a Mafalda Barboz, mas Chloe Gorman antecipa e tira o pão da boca à oureense

 

11’ O Atlético pressiona alto, Chloe Gorman arrisca no passe e Menglu Shen antecipa-se, rouba a bola, foge para a baliza, mas dá um toque a mais e permite o corte da guardiã contrária quando tinha tudo para inaugurar o marcador

 

15’ Mais do mesmo: o Estoril não sabe lidar com tamanha pressão e as oureenses voltam a roubar a bola em zona perigosa, agora com Raíza a disparar do meio da rua, mas ao lado do poste direito

 

19’ Jéssica Pastilha remata fortíssimo, mas a bola sai muito ao lado da baliza do Estoril

 

27’ Raíza faz a bola sobrevoar a defensiva estorilistas. A camisola 8 serve o golo em bandeja de ouro, mas o remate de Maria Baleia afoga-se nas mãos de Isabel Peixeiro.

 

30’ Maria Baleia descai sobre a esquerda e cruza em balão para Carol Pretona, que oferece um chapéu de aba larga que a guardiã rival só segurou sobre a linha. Pediu-se golo… mas nem lá perto.

 

31’ Raíza tenta a sorte do meio da rua, mas o tiro volta a sair desafinado.

 

GOOOOOOOLO!!!
35’ Menglu Shen acelera na esquerda e ganha a linha. A chinesa descobre o Brasil, que é como quem escreve: cruza direitinho à cabeça de Sara, que atira a contar para delírio dos adeptos

 

45+1 Sara Brasil fica perto de repetir a festa, mas o chapéu volta a ser de aba larga e acaba sobre a trave estorilista

 

Intervalo | A vantagem do Atlético é tão justa quanto escassa e as oureenses já podiam ter a eliminatória perfeitamente resolvida, tamanha foi a superioridade face a um Estoril permeável defensivamente e inexistente ofensivamente

 

52’ Carol Pocinho quase marca de cabeça, na sequência de uma bola parada

 

53’ Mafalda Barboz fica perto do 2-0, também de cabeça e em balão por cima da confusão, valendo ao Estoril um corte de Débora Esteves, praticamente sobre a linha de golo

 

54’ Aflita perante a pressão alta das oureenses, Isabel Peixeiro mete a bola nos pés de Sara Brasil. A ‘10’ do Atlético dispara forte e em arco, mas a guarda-redes rival emenda a mão com a defesa da tarde

 

67’ Maria Baleia isola Mafalda Barboz, mas Débora Esteves estica a perna e… derruba a oureense. Pede-se penalty na Caridade, mas a juíza arquiva o caso. Mal! O penalty foi tão evidente que a própria defesa estorilista caiu num pranto a reclamar consigo mesma.

 

GOOOOOOOLO!!!
68’ O karma é tramado… Um minuto depois de lhe ter sido negado um penalty descarado, Mafalda Barboz repetiu a pressão sobre Isabel Peixeiro, fazendo a guardiã tremer que nem varas verdes e chutar… no ar. Limpinho, limpinho: a ‘77’ oureense roubou a bola à guarda-redes e colocou o Atlético na frente da eliminatória!

 

79’ Ana Martha fica perto de ampliar, na sequência de um canto de Sara Brasil. Grande defesa de Isabel Peixeiro, claramente melhor com as mãos do que com os pés…

 

85’ Menglu Shen atira o 3-0 por cima da trave contrária

 

88’ A primeira e única oportunidade do Estoril em todo o jogo: Mariana Coelho, bicampeã nacional pelo Atlético Ouriense e autora do golo da vitória na 1.ª mão desta eliminatória, descarrega uma bola parada para a área: Catarina Cunha ganha de cabeça e Sony Costa salva as oureenses da eliminação, impedindo Filipa Rodrigues de marcar o 2-1, com um corte providencial… sobre a linha de golo!

 

Apito final | O Atlético Ouriense carimba a qualificação para a 3.ª eliminatória do playoff da Liga BPI, garantindo a presença no duelo final. A turma de Marco Ramos  já eliminou o Rio Ave e o Estoril, mas terá de vencer o Futebol Benfica num duelo a uma só mão, onde a vitória rende a permanência e a derrota garante… a descida

 

futebol-atlouriense-estoril-playoff-8 Alta Pressão: os lances capitais da vitória do Atlético sobre o Estoril

 

André Barros no Top 15 do Ultra Trail do Demo

trail-cdespite-andrebarros-e1653628855983 André Barros no Top 15 do Ultra Trail do DemoAndré Barros representou o Clube Desportivo de Espite no Ultra Trail do Demo Trail, terminando a prova no 15.º lugar entre os 44 ‘finishers’ da classificação geral, depois de percorrer os 50Km em 6h12m31s.

O único atleta oureense a concorrer na distância foi também 5.º classificado no escalão MSen.

Bruno Mordomo confirma evolução com 3.º lugar da geral no Demo Trail

trail-mordomo Bruno Mordomo confirma evolução com 3.º lugar da geral no Demo Trail
Bruno Mordomo foi 3.º classificado nos 28K do Demo Trail | Foto (c) Moisés Rodrigues

Bruno Mordomo colheu os primeiros frutos da evolução em pleno Demo Trail, terminando o Longo no 3.º lugar da classificação geral. O atleta do Clube Desportivo de Espite tem apostado forte na componente do treino e os resultados são cada vez mais sólidos.

Ao correr a distância em 2h44m55s, Bruno Mordomo subiu também ao 2.º lugar do pódio no escalão M40. Vicente Marques também representou o CD Espite nos 28Km, terminando a prova no 39.º lugar da geral (6.º em M45).

Rui Fresco liderou Fátima Trail Team
Os fatimenses também marcaram presença no Longo de Vila Nova de Paiva, à boleia dos desempenhos de Rui Fresco, Teófilo Casimiro e Hugo Faria.

Rui Fresco liderou os fatimenses, terminando na 12.ª posição da geral, com subida ao 2.º lugar do pódio no escalão M45; Teófilo Casimiro foi 25.º da geral e 4.º em M45; Hugo Faria foi 68.º da geral e 11.º em M45.

Graças à prestação destes três atletas, o Fátima Trail Team foi 5.º classificado entre clubes, numa tabela onde não constou o Clube Desportivo de Espite, precisamente por só ter tido dois atletas a passar a meta, quando o mínimo exigível são três.

trail-fatimatt-ruifresco-teofilocasimiro-hugofaria Bruno Mordomo confirma evolução com 3.º lugar da geral no Demo Trail
Rui Fresco, Teófilo Casimiro e Hugo Faria representaram o Fátima Trail Team no Longo do Demo Trail