Fim do jogo! O Atlético Ouriense aguenta o empate neste jogo e mantém a vantagem na eliminatória. As bicampeãs nacionais e vencedoras da Taça de Portugal vão agora para a sexta temporada consecutiva na Liga BPI!
90+8 Sofia Sena travou um remate gilista e cede canto. Pode ser a última oportunidade para o Gil Vicente, mas o lance não dá em nada!
90’+6 O Atlético fica perto do golo, mas Luiza Silva defende com a perna. Livre estudado, com Sara Brasil a assistir Lorena Santana. Quase, quase…
90’+5 Sai Laura Souza, entra Daniela Carmo no Atlético Ouriense.
90’+4 Cartão Vermelho!Adriana Semedo choca com Ana Rita Oliveira e Leo Rodrigues chama a atenção da rival. Esta reagem com violência e acaba por receber o segundo amarelo e consequente cartão vermelho. As oureenses… agradecem o descontrolo emocional da adversária, claramente provocado por Leo Rodrigues.
90’+3 Mexe o Gil Vicente: sai Isabella, entra Inês Puga.
90’+1 Sara Brasil dispara do meio da rua mas fraco, para defesa de Luiza Silva. A bola ia para fora mas a guarda-redes foi ao chão recolhê-la para evitar mais perdas de tempo e lançar o ataque do Gil Vicente.
90′ A equipa de arbitragem faz contas à vida e estabelece 7 minutos de compensação. O tempo extra resulta das inúmeras interrupções registadas ao longo da 2.ª parte.
Leo Rodrigues emendou o erro que deu origem ao golo do Gil Vicente, com um corte providencial a evitar o golo de Adriana Semedo. A gilista já tinha contornado Ana Rita Oliveira e só não marcou porque Leonilde foi mais rápida a sacudir a bola dali.
86′ Cartão Amarelo. Em vez do canto, é falta para o Atlético. Telma Frade entende que Adriana atingiu Leo e exibe a cartolina para punir os protestos veementes da gilista.
85′ Que perigo! Adriana Semedo isola-se, Ana Rita Oliveira hesita na saída e a gilista passa a bola por cima da guarda-redes, valendo ao Atlético a velocidade de Leo Rodrigues. A camisola 18 dobrou a guardiã e cortou para canto.
83′ SUBSTITUIÇÃO. César Matias troca Bimba Cabral por Maria João Silva.
81′ Soraia Gomas bate o livre contra a barreira, atingindo Laura Souza com violência. A bola ainda sobrou para a cabeça de Joana Sousa, que não aproveitou a oportunidade e atirou (muito) ao lado.
79′ Livre perigoso para o Gil Vicente, à entrada da área do Atlético Ouriense. Sara Brasil garante que tocou apenas na bola, mas Telma Frade assinala falta. A capitã oureense está ‘amarelada’ mas escapa à expulsão.
75′ O Atlético Ouriense está a 15 minutos (mais descontos) de garantir a permanência na Liga BPI, mas esse é também o tempo que o Gil Vicente tem para ganhar vantagem na 2.ª mão e empatar a eliminatória ou resolvê-la sem precisar de tempo extra ou penáltis.
70′ Cartão Amarelo. A capitã Sara Brasil atinge Patrycia Alves fora do tempo e acaba no livrinho da juíza da partida.
68′ Melanie Cunha volta a visar a baliza gilista. Remate de pé esquerdo para defesa pouco ortodoxa de Luiza Silva, que acaba lesionada pela forma como se fez à bola para encaixar um remate frouxo e à figura. É a terceira vez que a guardiã gilista denuncia queixas musculares em ambas as coxas.
63′ Responde o Gil Vicente! Descaída sobre a esquerda, Adriana cruza ao 2.º poste, onde surge Ana Tinoco a cabecear para defesa instintiva de Ana Rita Oliveira. As minhotas quase surpreenderam as oureenses, valendo a atenção e os reflexos felinos da guardiã do Atlético.
61′ Grande oportunidade para o Atlético! Bimba Cabral aproveita a hesitação da defensiva contrária e avança sobre as adversárias. Ganha terreno, entra na área mas remata à malha lateral da baliza gilista… quando tinha Laura Souza em boa condição para atirar a contar. A guineense não se apercebeu e por isso pediu desculpa à companheira de equipa.
57′ Telma Frade retoma o jogo… e interrompe, menos de um minuto depois. Leonilde Rodrigues sofre uma queda aparatosa e fica estatelada no relvado. A internacional cabo-verdiana é assistida, queixa-se de dores nas costas, mas vai tentar o regresso ao jogo.
56′ SUBSTITUIÇÃO. Após três minutos de interrupção forçada, o departamento clínico conclui que Carla Cruz não pode continuar em campo. Roger Ribeiro lança Soraia Gomes para o lugar da capitã gilista, que passa a braçadeira a Inês Azevedo, antes de abandonar o jogo.
53′ Jogo interrompido para assistir Carla Cruz, capitã do Gil Vicente. O duelo está morno, sem grandes pontos de interesse ou oportunidades de golo.
Os treinadores ainda não mexeram nas respetivas equipas. À disposição de César Matias, estão no banco do Atlético as suplentes Cláudia Rocha (gr), Luana Lopes, Joana Serrano, Maitê Nascimento, Juliana Santo, Daniela Carmo e Maria João.
Do lado das minhotas, Roger Pinheiro tem como alternativas Ana Vieira (gr), Soraia Gomes, Iliana Barbosa, Inês Puga, Isaura Machado e Inês Cruz.
46′ Sara Brasil volta a beneficiar de um livre direto em zona frontal, mas o remate sai demasiado acima do alvo.
45′ Rola a bola! Começa a 2.ª parte. Ficará o jogo decidido nos 90 minutos ou a eliminatória segue para prolongamento… ou mesmo penáltis? Não saia daí!
Mesmo sem Jéssica Pastilha, nem Gabi Zidoi ou Joyce Ramos, o Atlético está a conseguir superar as ausências de três pedras-basilares. As oureenses têm a faca e o queijo na mão, mas as gilistas não atiram a toalha ao chão.
As equipas regressam ao relvado em Carapeços. Os últimos 45 minutos da temporada vão decidir quem fica com este bilhete para a edição 2023/24 da Liga BPI. Sobe o Gil Vicente? Mantém-se o Atlético Ouriense? A turma de César Matias está na frente da eliminatória, mas esta está longe de estar definida.
INTERVALO. O Atlético Ouriense consegue empatar as contas da 2.ª mão e volta a comandar a eliminatória, graças à vitória da 2.ª mão. A vantagem continua curta e o desfecho segue imprevisível. Vem à uma 2.ª parte de nervos…
38′ GOOOOOLO do Atlético! Sara Brasil despeja um livre do círculo central para o interior da área, colocando a bola redondinha na cabeça de Lorena Santana. De costas para a baliza, a camisola 6 desfere um golpe perfeito e o Atlético retoma a vantagem na eliminatória!
30′ A primeira meia hora conta a história de um duelo equilibrado, com maior ascendente do Atlético Ouriense e com o Gil Vicente a tentar aproveitar cada deslize das visitantes. A estratégia já deu frutos à formação da casa… Eliminatória empatada!
26′ Cartão Amarelo. Sara Vitória atinge Carolina Pocinho e acaba punida por Telma Frade, árbitra dos quadros da Associação de Futebol de Viseu.
18′ Melanie Cunha também aposta no remate de fora da área, mas a tentativa sai fraca. A lusoamericana dispara de pé esquerdo mas a guardiã rival encaixa sem dificuldade.
15′ Bimba Cabral atira à figura de Luiza Silva.
11′ Sara Brasil fica pertíssimo do empate. A ’10’ do Atlético dispara de livre, em zona frontal e a pisar a linha da área, mas a bola passa centímetros acima da barra.
8′ GOLO do Gil Vicente. Contra a corrente do jogo e aproveitando um mau atraso de Leo Rodrigues para Ana Rita Oliveira, Adriana Semedo adianta a formação da casa e empata a eliminatória.
1’ Rola a bola em Carapeços, freguesia de Barcelos, quartel-general do futebol feminino do Gil Vicente, emblema histórico do futebol português.
A vantagem oureense é curta e aconselha a cautelas e caldos de galinha… em casa do galo. O empate chega para garantir a permanência, mas todo o cuidado é pouco.
Hoje é o primeiro dia do resto da vida do Clube Atlético Ouriense. A equipa sénior feminina joga a 2.ª mão do playoff da Liga BPI, visitando o Gil Vicente, uma semana depois da vitória por 2-1, no Campo Adelino dos Santos Júnior.
O Clube Atlético Ouriense joga, este sábado, um duelo absolutamente decisivo e a direção decidiu disponibilizar um autocarro para transportar adeptos, de forma gratuita, até Barcelos.
A turma de César Matias visita o Gil Vicente, uma semana depois da vitória na 1.ª mão deste playoff. A vantagem é curta, mas não deixa de ser isso mesmo: uma vantagem que coloca o Atlético na frente da decisão.
Consciente da importância do apoio dos adeptos, o Atlético garante o transporte gratuito para todos os interessados em apoiar a equipa num jogo disputado a 280 quilómetros de casa.
As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias e limitadas à capacidade do autocarro. Os interessados devem contactar a linha telefónica disponibilizada pelo clube e presente no cartaz de promoção desta iniciativa.
O duelo está agendado para as 11 horas deste sábado, com transmissão em direto no Canal 11, à disposição de todos os que não podem ir a Barcelos mas pretendem apoiar o Atlético à distância.
Gil Vicente e Atlético Ouriense vão jogar a 2.ª mão do playoff no Campo de Futebol de Carapeços, sediado na freguesia homónima, pertencente ao Município de Barcelos.
Quando Inês Silva abriu o ativo, o cronómetro marcava apenas 19 minutos e o Futebol Benfica enchia-se de esperança. Sob o comando do oureense João Gonçalves, o histórico Fofó entrou bem no playoff mas tudo mudou no primeiro quarto de hora da 2.ª parte. Drasticamente.
A perder ao intervalo, o Marítimo regressou ao relvado apostado em virar o jogo, perante os seus adeptos. E não demorou nadinha a dar a volta ao texto.
As insulares marcaram dois golos num par de minutos e ainda cavaram um fosso que deixa o Futebol Benfica em maus lençóis, na sua luta pela subida ao Campeonato Nacional da 1.ª Divisão.
Telma Encarnação puxou dos galões e liderou o Marítimo. Convocada pelo Selecionador Nacional para representar Portugal no Mundial’2023, a avançada, de apenas 21 anos, bisou na partida (47’ e 62’). Érica Costa (49’) marcou pelo meio e Marcelly Vale (77′) fechou as contas desta 1.ª mão.
O Futebol Benfica de João Gonçalves segue em desvantagem para o duelo decisivo, estando obrigado a vencer… folgadamente para reentrar na discussão por uma vaga no escalão máximo.
Para celebrar a subida, as lisboetas têm de vencer por margem igual ou superior a quatro golos. Uma vitória por três de diferença, permitirá empatar a eliminatória e forçar o prolongamento e os penáltis, se for caso disso. Menos do que isso, não chega.
O playoff de manutenção/promoção ficou igualmente marcado pelo triunfo do Atlético Ouriense sobre o Gil Vicente. Os duelos da 2.ª mão acontecem no próximo sábado. As oureenses jogam em Barcelos (11h00), enquanto as lisboetas decidem a eliminatória em casa (16h00).
Na frente do playoff com sabor agridoce, eis o Clube Atlético Ouriense no rescaldo da 1.ª mão do playoff de manutenção/promoção do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão.
As oureenses venceram o Gil Vicente e vão a Barcelos com avanço de 2-1. A vantagem é curta e resulta essencialmente da ineficácia atacante que a equipa demonstração ao longo da 1.ª parte, colecionando oportunidades de golo suficientes para chegar ao intervalo com maior conforto.
Todos os golos resultaram de erros forçados pelas rivais. O Atlético marcou em cima do intervalo, graças à pressão alta sobre as adversárias e ao espírito combativo de Bimba Cabral, que ‘apertou’ a guardiã contrária, obrigando Luiza Jesus a aliviar a bola contra as pernas da avançada oureense.
Um a zero, festa na Caridade, com golo ao quarto minuto da compensação a colocar justiça no marcador.
Sem Gabi Zidoi nem Jéssica Pastilha, o treinador César Matias ainda viu a central Joyce Ramos juntar-se ao leque de lesionadas, sendo substituída pouco antes do primeiro golo. E essa foi mesmo a maior contrariedade que o Atlético sofreu nos primeiros 45 minutos…
O Gil Vicente nunca conseguiu criar perigo efetivo junto da baliza de Ana Rita Oliveira, ao contrário do Atlético, que teve três oportunidades flagrantes antes de inaugurar o marcador.
Se a 1.ª parte acabou em festa, a 2.ª começou de igual forma: livre sobre a esquerda, à moda de um canto curto, ao jeito de Sara Brasil. A ’10’ do Atlético cruzou tenso e forçou o autogolo de Inês Azevedo, logo aos 47 minutos.
A vantagem estava confortável e a qualidade do futebol das adversárias chegou a deixar no ar a ideia de que a eliminatória poderia estar resolvida. Debalde. O Gil Vicente reagiu… e reduziu, por Joana Moura, aos 57 minutos, a forçar mais um erro com influência no resultado.
No melhor pano, cai a nódoa. Ana Rita Oliveira, figura de proa do Atlético em toda a temporada, deixou escapar a bola entre as pernas e o galo cantou de frango.
Com 2-1 no placard, o Gil Vicente cresceu e o Atlético encolheu, passando a defender a vantagem. Com cautelas, caldos de galinha e um ou outro susto pelo meio, as oureenses celebraram a vitória, confirmando a vantagem na eliminatória.
A 2.ª mão joga-se no próximo sábado, 10 de junho, em Barcelos, dia crucial para saber se o Atlético continua ou não entre a elite do futebol feminino português.
A equipa sénior feminina do Clube Atlético Ouriense despede-se dos seus adeptos, este sábado de manhã, com um verdadeiro duelo de fogo, defrontando o Gil Vicente, na 1.ª mão do playoff da Liga BPI.
A turma de César Matias parte para este confronto consciente da sua importância para o futuro do próprio clube, estando igualmente moralizada pela vitória sobre o Marítimo, na derradeira jornada da fase regular do campeonato.
Pela frente, as oureenses terão o Gil Vicente, emblema histórico do futebol português, mas seguramente menos titulado do que o Atlético Ouriense nas contas femininas.
Em Ourém mora um emblema bicampeão nacional e vencedor da Taça de Portugal, empenhado em prosseguir para a sexta temporada consecutiva no escalão máximo.
Além do palmarés superior, o Atlético parte em vantagem também no histórico de confrontos directo, com duas vitórias noutros tantos embates, ambos disputados na temporada passada: 2-1 em Ourém; 3-0 em Barcelos. Duas vitórias carimbadas na 2.ª Fase do campeonato, disputado em moldes diferentes dos atuais.
O pontapé de saída está agendado para as 11 horas, timing definido em função da transmissão televisiva, ao vivo e a cores no Canal 11.
Domingo, entram em campo Marítimo e Futebol Benfica. As madeirenses tentam manter-se na Liga BPI, enquanto as lisboetas tentam a subida ao escalão principal, sob o comando do oureense João Gonçalves.
Sofia Sena e Lorena Santana são trunfos do Atlético
Tudo ou nada. Mata-mata. Vida ou morte. Ganhar ou morrer. Com maior ou menor dose de dramatismo, eis o Clube Atlético Ouriense à beira de mais um momento crucial em 74 anos de história.
A equipa sénior feminina prepara-se para enfrentar o Playoff da Liga BPI, a última tábua de salvação para um emblema outrora bicampeão nacional da 1.ª Divisão.
É ganhar ou ganhar, sob pena de baixar de escalão, perder receitas e hipotecar o futuro do clube, tal e qual o conhecemos à data de hoje.
As oureenses vão medir forças com o Gil Vicente Futebol Clube, emblema com história no futebol português, mas sem comparação possível com o palmarés atingido pelo Atlético no sector feminino.
Neste contexto, vantagem para Ourém. Além de bicampeão nacional (2012/13 e 2013/14) o Atlético também já conquistou a Taça de Portugal (2013/14).
Melanie entra no playoff moralizada pelos dois golos ao Marítimo
No confronto direto, supremacia total para a formação da Caridade, que venceu os dois confrontos com as gilistas, ambos na temporada passada: 2-1 em Ourém; 3-0 em Barcelos.
Ao contrário das edições mais recentes, o playoff envolve apenas quatro equipas, que não se cruzam entre si. Há duas finais e só os vencedores de cada uma terão lugar na versão 2023/24 da Liga BPI.
Além de Atlético e Gil Vicente, há mais dois clubes condenados à angústia desta eliminatória.
O Marítimo, arrastado pelas oureenses à força de uma derrota na Caridade, e o Futebol Benfica, que tenta regressar ao escalão máximo, agora pela mão do oureense João Gonçalves.
O oureense João Gonçalves tenta subir com o Futebol Benfica
Este playoff é de manutenção para Atlético ou Marítimo, mas também pode ser de promoção para Gil Vicente ou Futebol Benfica.
Em contraste com a má época protagonizada por oureenses e madeirenses no escalão máximo, barcelenses e lisboetas tentam a subida, como prémio para uma temporada francamente positiva no Campeonato Nacional da 2.ª Divisão.
Os jogos da 1.ª mão decorrem entre sábado e domingo, ambos com pontapé de saída agendado para as 11 horas.
Amanhã, o Atlético joga em casa, na esperança de ganhar avanço perante uma equipa moralizada pela hipótese de regressar à elite do futebol feminino.
Domingo, o Futebol Benfica visita o Marítimo, fazendo fé nas capacidades de um treinador oureense empenhado em trazer o histórico Fofó ao convívio dos grandes.
Diana Silva está entre as 23 atletas selecionadas para representar Portugal no Mundial de futebol feminino.
Sem surpresas, a oureense vê confirmada a presença no restrito lote de futebolistas que vão representar a Seleção Nacional naquela que será a primeira participação portuguesa num Campeonato do Mundo da modalidade.
Com 93 internacionalizações pela Seleção Nacional ‘A’ e 28 pelas Sub-19, Diana Silva é uma das jogadoras mais preponderantes na manobra de Francisco Neto, selecionador responsável pela qualificação de Portugal para o Mundial’2023, depois de também ter conduzido a turma das quinas à sua primeira participação no Europeu.
Formada no Clube Atlético Ouriense, bicampeã nacional e vencedora da Taça de Portugal pelo emblema da Caridade, Diana Silva é também a melhor marcadora da história do Sporting Clube de Portugal, com 129 golos marcados em 159 jogos pelas leoas.
Grande impulsionador do futebol feminino a nível local e nacional, o Atlético Ouriense terá mais três ‘embaixadoras’ na próxima edição do Mundial: Joana Marchão, Fátima Pinto e Ana Capeta fizeram história na Caridade e também estão selecionadas para esta competição.
Numa convocatória dominada por atletas de Benfica, Braga e Sporting, destaca-se a presença de Telma Encarnação, goleadora do Marítimo, que vai defrontar o Futebol Benfica do oureense João Gonçalves numa das finais do playoff da Liga BPI.
Ana Rita Oliveira, guarda-redes do Atlético Ouriense, estava pré-convocada para o Mundial, mas a temporada de excelência em Ourém não foi suficiente para roubar o lugar a uma das três guardiãs habitualmente selecionadas por Francisco Neto, numa luta marcada pela ausência de jogadoras do Famalicão, recém-vencedor da Taça de Portugal sob o comando de Marco Ramos.
O Mundial decorre entre Austrália e Nova Zelândia, de 20 de julho e 20 de agosto. Portugal integra o Grupo E, juntamente com Países Baixos, Vietname e Estados Unidos.
Diana Micaela Abreu de Sousa e Silva tem 27 anos e será a primeira oureense a representar Portugal numa grande competição de futebol internacional, depois de Nuno Laranjeiro, atual dirigente do Centro Desportivo de Fátima, que representou a Seleção Nacional de Sub-20 no prestigiado Torneio de Toulon.
Portugal no Mundial’2023
Guarda-redes Rute Costa (Benfica), Inês Pereira (Servette) e Patrícia Morais (Braga)
Nove anos depois, Marco Ramos voltou a inscrever o seu nome na história da Taça de Portugal feminina. Vencedor pelo Clube Atlético Ouriense, o treinador acaba de conquistar o troféu pelo Futebol Clube de Famalicão.
Num Derby do Minho disputado em pleno Estádio Nacional, levou a melhor a formação orientada por Marco Ramos. Sissi e Letícia Almeida resolveram a questão ainda antes da meia hora de jogo, com golos aos 20 e aos 27 minutos.
O Sporting Clube de Braga nunca conseguiu contornar a estratégia de Marco Ramos, nem quebrar a resistência famalicense.
Foi a segunda conquista de Marco Ramos na Taça de Portugal, depois da vitória em 2013/14, sobre o Clube de Futebol Benfica, no dia em que Pipa Rodrigues disparou de longe para trazer o troféu para tão perto.
Marco Ramos, de 36 anos, iniciou a temporada ao comando do Atlético Ouriense, rumando a Famalicão logo após a 4.ª jornada da Liga BPI. Pedro Paiva Santos, treinador adjunto e analista, acompanhou o chefe de equipa nesta mudança.
Paralelamente, ambos representaram a Associação de Cultura e Desporto de Vale Travesso no Campeonato Distrital de futsal, durante a temporada que agora terminou.
Campeão nacional da 1.ª Divisão e vencedor da Taça de Portugal pelo emblema da Caridade, foi também o primeiro treinador a qualificar uma equipa portuguesa para a Fase de Grupos da Liga dos Campeões. Aconteceu em 2014/15, igualmente ao comando do Atlético Ouriense.
Natural de Alfândega da Fé, Marco Ramos tornou-se numa figura incontornável do desporto oureense e do próprio Concelho de Ourém. Além de treinador de futebol, também jogou futsal por emblemas oureenses.
Como treinador ou jogador, no futebol ou no futsal, conta passagens por inúmeros clubes do Concelho de Ourém, como Associação de Cultura e Desporto de Vale Travesso, Centro Desportivo de Fátima, Clube Atlético Ouriense, Clube Desportivo Vilarense, Grupo Desportivo de Freixianda e Juventude Ouriense.
Marco Ramos foi Campeão Nacional e vencedor da Taça de Portugal pelo Atlético
As oureenses trocaram de posição com as madeirenses e terminaram a fase regular no 10.º lugar, marcando encontro com o Gil Vicente e escapando ao confronto com o Futebol Benfica, emblema com o qual perderam a final do playoff na temporada passada, evitando a descida de divisão apenas na secretaria.
Um ano depois de não ter cumprido os requisitos inerentes ao licenciamento do clube na temporada 2022/23 da Liga BPI, o Futebol Benfica volta a marcar presença no playoff. Por direito próprio e com o contributo de um treinador oureense.
João Gonçalves pegou no histórico lisboeta, já com a temporada em andamento, mas a tempo de arrepiar caminho e colocar o Fofó na rota da subida.
O Marítimo é o último obstáculo no caminho deste oureense. A 4 de junho, tem lugar a 1.ª mão desta final, em solo madeirense; a 10 de junho, joga-se o duelo decisivo, com a 2.ª mão no Estádio Francisco Lázaro, em Lisboa.
Na outra final, joga-se a 1.ª mão em Ourém (3 de junho) e a 2.ª em Barcelos (10 de junho).
Tal como o Derby noticiou, o Futebol Benfica terminou a fase do Apuramento do Campeão da 2.ª Nacional no 4.º lugar, entrando no playoff graças à vaga deixada em aberto pelo Benfica ‘B’, que não pode lutar pela subida precisamente por ser uma formação secundária de um clube com lugar no escalão máximo.
Precisamente uma volta depois, o Clube Atlético Ouriense voltou a ganhar, colocando um ponto final numa sequência de dez jogos sem vencer, com 8 derrotas consecutivas pelo meio.
A turma de César Matias recebeu e venceu o Clube Sport Marítimo, levando as madeirenses pelo braço até ao playoff. Melanie Cunha e Lorena Santana fizeram os golos desta vitória, devidamente assistidas por Sara Brasil, eleita MVP do desafio.
O Atlético já estava condenado a jogar pela salvação, mas as insulares ainda podiam garantir a manutenção sem passar pela angústia da eliminatória que se segue.
A grande novidade passa pela definição dos adversários que Atlético e Marítimo vão defrontar na decisão. À luz do regulamento do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão, os 10.º e 11.º classificados da Liga BPI medem forças com os 2.º e 3.º da Fase de Apuramento do Campeão Nacional da 2.ª Divisão. Só os vencedores vão jogar na 1.ª Nacional em 2023/24.
Tal como o Derby noticiou, o playoff consiste em duas finais, jogadas a duas mãos: 10.º contra 2.º e 11.º contra 3.º. Ao contrário do cenário à entrada para a última jornada, o Atlético Ouriense já não vai medir forças com o Clube Futebol Benfica, histórico lisboetatreinado pelo oureense João Gonçalves.
Graças à vitória na derradeira jornada, o Atlético trocou de lugar com o Marítimo e marcou encontro com o Gil Vicente.
O Futebol Benfica foi 4.º classificado no Apuramento do Campeão da 2.ª Divisão, mas vai assumir a vaga deixada em aberto pela equipa B do Sport Lisboa e Benfica, 3.ª classificada e em lugar de playoff. Isto porque as equipas B não podem disputar o escalão máximo.
Sob o comando de João Gonçalves, o Futebol Benfica tenta regressar à Liga BPI, um ano depois de ter vencido o Atlético Ouriense na final do playoff, dias antes de ter descido pela via administrativa, numa decisão que deixou as oureenses no escalão principal.