Duas centenas de jogadores de vários pontos do Mundo, uma das provas mais prestigiadas a nível internacional e um oureense em grande plano.
Diogo Ribeiro representou o Centro de Cultura e Desporto de Caxarias no The Classic, emblemático Open da Suíça, onde o jovem acabou por brilhar ao mais alto nível, conquistando o prémio ‘The Longest Drive’, atribuído ao autor do pontapé mais longo da prova. Nas contas finais, classificou-se no 82.º lugar entre 200 concorrentes.
O jovem oureense integra a formação footgolf do CCD Caxarias, tendo participado no Circuito Nacional da modalidade ao longo das últimas temporadas. Em 2020/21, por exemplo, venceu a classificação do prémio Rookie do Ano, destinado ao melhor jogador em época de estreia.
Além dos brilharetes pelo emblema da Chã, Diogo Ribeiro também já representou Portugal no Circuito Ibérico, cotando-se entre os melhores de uma prova para a qual apenas se qualificam os atletas com resultados à altura dos requisitos exigidos.
Diogo Ribeiro ao lado de António Santos, grande mentor do footgolf em Caxarias e proprietário do green onde evolui formação do Centro de Cultura e Desporto local
Um Minuto de Silêncio antes de um jogo em que as águias alinharam com fumos negros em homenagem a Fernando Chalana
As equipas seniores femininas do Clube Atlético Ouriense e do Sport Lisboa e Benfica ‘B’ renderam homenagem a Fernando Chalana, uma das maiores glórias do futebol português, falecido a 10 de agosto, vítima de doença prolongada.
Aconteceu antes e durante o duelo de preparação, que serviu deapresentação oficial do Atléticoe contou com a participação das jovens águias.
Além de um Minuto de Silêncio religiosamente respeitado pelas centenas de adeptos presentes, as jogadoras do Benfica atuaram com fumos negros ao longo de todo o jogo, em homenagem ao mítico camisola 10 das águias e da Seleção Nacional.
https://youtu.be/Q63FKrIA0f0
Chalanix foi figura do vulto no glorioso Benfica dos anos 70 e 80 do século passado, destacando-se igualmente em representação de Portugal, sobretudo durante a participação dos Patrícios no Euro’84, disputado em França, país onde viria a jogar com a camisola do Bordeaux.
Fez 311 jogos e marcou 48 golos pelas águias, conquistando 6 campeonatos, 3 Taças de Portugal e 2 Supertaças. Apesar não ter sido tão feliz quanto o seu futebol merecia, voltou de França com um triplete: campeão gaulês e vencedor da Taça e da Supertaça francesas.
Ídolo de gerações, referência maior para vários craques de dimensão mundial como Luís Figo, Paulo Futre ou Rui Costa, deixou marca na formação de talentos como Bernardo Silva, João Cancelo ou Rúben Dias. Faleceu aos 62 anos, mas o seu legado ficará para sempre imortalizado pela magia do seu futebol.
Mais de um dia sempre em movimento, quase 26 horas à roda de um circuito, cerca de 175… quilómetros e uma missão cumprida com sucesso: André Pereira garantiu a qualificação para a Final Mundial de Backyard Ultra, em representação da Seleção Nacional de Portugal.
O atleta do Fátima Trail Team foi 5.º classificado da geral do Feirense Backyard Ultra, uma das cinco provas de apuramento para a Final Mundial. Ao ultrapassar a fasquia das 25 voltas obtidas na etapa de Proença-a-Nova, em abril deste ano, o oureense assegurou um lugar entre a elite mundial.
O Backyard Ultra é um circuito baseado num conceito norte-americano, em estreia absoluta no nosso país, que sujeita os atletas à obrigação de completarem uma volta a circuito de aproximadamente 6 km, no máximo de 60 minutos. Isto num sistema de ‘bota fora’, uma vez que os concorrentes vão sendo eliminados à medida em que ultrapassam a fasquia de uma volta no máximo de uma hora.
Em Santa Maria da Feira, André Pereira resistiu até às 26 voltas, totalizando 174,33 km sempre em movimento, ao longo de 25h51m13s. O vencedor, Hugo Alves (GD Mata), só parou nas 28 voltas, ao cabo de 27h45m21s.
A Final Mundial de Backyard Ultra está marcada para 15 de outubro, em Proença-a-Nova, contando com a presença de atletas e seleções de todo o Mundo. Natural de Toucinhos, Alburitel, André Pereira é um dos 20 atletas selecionados para representar Portugal.
A secção de futsal do Centro Desportivo Social e Cultural de Cercal, Vales e Ninho acabou de oficializou a continuidade de Rui Pereira no comando técnico da equipa.
O técnico leiriense vai continuar a acumular funções de treinador/jogador, repetindo o sucesso da estratégia adotada ao longo de toda a temporada passada, durante a qual conseguiu exercer influência dentro e fora da quadra.
Segundo a estatística registada pelo Zerozero, Rui Pereira somou 30 jogos pelo Cercal, durante os quais apontou 11 golos e contribuiu decisivamente para uma temporada tranquila, concluída no 7.º lugar do Campeonato Distrital, na qualidade de segunda melhor equipa do Concelho de Ourém, apenas atrás do GRUDER ‘B’.
Rui Pereira tem um currículo extenso no futsal, mas foi no futebol que saltou para a ribalta, mais precisamente a 3 de março de 1996, quando se tornou no jogador mais jovem de sempre a alinhar na 1.ª Divisão Nacional.
Aconteceu em plena casa do Sporting Clube de Portugal, no antigo Estádio José Alvalade, lançado pelo emblemático Vítor Manuel, num empate sem golos com a camisola da União de Leiria.
Rui Pereira contava 16 anos, 7 meses e 10 dias. Foram apenas quatro minutos em campo, mas o suficiente para liderar o ranking durante anos.
Ainda hoje, Rui Pereira ocupa o 8.º lugar da lista, agora liderada por Roger, atacante do SC Braga que se estreou na Liga aos 15 anos, 8 meses e 23 dias.
Apresentação oficial aos sócios e simpatizantes, bancada cheia no Campo Adelino dos Santos Júnior, vitória no bolso e boas sensações para uma temporada que se pretende mais tranquila para os lados da Caridade.
O Clube Atlético Ouriense derrotou a equipa ‘B’ do Sport Lisboa e Benfica, graças a um golo solitário de Melanie Cunha, uma das inúmeras novidades lançadas para 2022/23.
A atacante luso-americana resolveu o jogo com um verdadeiro tiro do meio da rua, em cima do intervalo. Por esta e por outras, tornou-se na melhor jogadora em campo. Pelo muito que jogou e fez jogar na 1.ª parte, mas também por ter agitado o jogo quando foi relançada no final da 2.ª parte (tratando-se de um duelo particular, houve liberdade para recolocar em campo algumas jogadoras substituídas ao intervalo).
Dupla surpresa O Atlético apresentou-se de alma renovada. Tal como o Derby tinha noticiado, o plantel para esta temporada contava apenas quatro jogadoras que transitaram da época passada. Passaram a cinco. E essa foi mesmo a grande surpresa da tarde.
Laura Pires chegou a acordo com o clube e renovou contrato. Vai para a quarta temporada consecutiva em Ourém, mas não deixa de ser “reforço” graças à posição que Marco Ramos lhe confiou. A atacante brasileira foi… defesa-central. Fez dupla com Carol Pocinho e não se deu mal: evidenciou lacunas naturais ao nível do posicionamento e da falta de rotinas, mas conseguiu fechar os espaços. Com a ajuda da parceira do eixo e o contributo das laterais improvisadas, Diana (à direita) e Sony (à esquerda), revelou-se decisiva para manter a baliza a salvo.
Baliza (bem) protegida Por falar em baliza, Marco Ramos teve a oportunidade de apresentar as novas guardiãs. Ana Rita Oliveira foi titular, mas cedeu o posto a Cláudia Rocha ainda na 1.ª parte, por força de um choque que a deixou a cantar de galo.
Tanto uma como outra deixaram boas garantias, ainda que as jovens encarnadas (de branco e preto, sem aviso prévio, para mal da logística oureense) não as tenham colocado verdadeiramente à prova.
A exceção foi mesmo o penalty contra, já na ponta final do jogo, uma situação de perigo superiormente eliminada por Cláudia Rocha, que travou o remate e garantiu a vitória do Atlético em dia de apresentação.
Agitação no ataque e consistência no miolo
Lá na frente, Leo Rodrigues, Júlia e Melanie aguçaram o apetite dos adeptos, com movimentações constantes e a baliza sempre debaixo de olho.
O trio de ataque foi devidamente apoiado pelo sector intermédio, onde continua a pontificar a experiente Jéssica Pastilha, promovida a capitã de equipa após a saída de Maria Baleia. A bicampeã nacional pelas oureenses contou com a ajuda de uma dupla canarinha para controlar o jogo a meio-campo. Sofia Sena, recrutada ao histórico Atlético Mineiro, promete fazer furor na sua primeira aventura europeia; Gabi Zidoi provou que tanto pode ser solução no apoio ao ataque, como no centro… da defesa.
Derrota em Valadares Um dia antes deste duelo, no sábado, a equipa do Atlético Ouriense rumou a norte para defrontar o Valadares Gaia no primeiro jogo de preparação para 2022/23. Apesar da entrada a vencer e de uma bola no ferro logo em seguida, as oureenses voltaram derrotadas por 3-1, num duelo marcado pelos níveis de agressividade das rivais, alegadamente vários níveis acima do normal num jogo de treino, entregue à necessidade de bom senso, pela ausência de uma equipa de arbitragem.
Arbitragem com futuro Pelo contrário, o duelo entre Atlético Ouriense e Benfica ‘B’ contou com uma equipa de arbitragem capaz de ser notícia… pela positiva. Sob a liderança de Tiago Ramos e com o precioso auxílio de Ricardo Mendes e João Simões, o jogo decorreu sem sobressaltos, ficando igualmente marcado pelo talento de um trio jovem e com grande margem de progressão, destacado em Ourém pelo Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Santarém.
Joana Pontes vai mesmo participar no Campeonato da Europa de Pista Coberta, mais precisamente na prova de 20 quilómetros da disciplina de marcha atlética.
Joana Pontes acabou por recuperar dos problemas físicos que a condicionaram na ponta final da temporada, pelo que estará em prova, a 20 de agosto, na Alemanha.
Decidida a apresentar-se nas melhores condições, a internacional portuguesa rumou a Espanha, onde cumpriu um estágio em altitude, com o objetivo de recuperar a forma e debelar problemas relacionados com os níveis de ferro e ferritina, essenciais para que o seu corpo possa responder da melhor forma ao níveis de exigência a que se expõe em cada prova de alto nível.
“Dia 20, lá estaremos”, revelou Joana Pontes, num declaração exclusiva ao Derby, confirmando a presença no Campeonato da Europa de Pista, onde vai integrar a maior comitiva que Portugal já apresentou a este nível, contando precisamente 43 atletas nas mais variadas disciplinas.
O Clube Atlético Ouriense anunciou o adversário do jogo que servirá de apresentação da equipa sénior feminina aos sócios e simpatizantes do emblema da Caridade.
O duelo está agendado para este domingo, dia 14, pelas 17 horas, e o rival escolhido é a equipa B do Sport Lisboa e Benfica.
Trata-se do primeiro de vários duelos de preparação agendados pela turma de Marco Ramos até ao início das competições oficiais.
Tal como o Derby noticiou, o Atlético entra oficialmente em cena a 28 de agosto, defrontando o Torreense, em Torres Vedras, na 1.ª mão do playoff da Taça da Liga.
Pedro Gil Vieira herdou uma equipa em plena crise de resultados, mas conseguiu celebrar a manutenção do Atlético na 1.ª Distrital
A poucos dias do pontapé de saída na pré-temporada, Pedro Gil Vieira passa em revista a temporada passada e projeta a que se avizinha. Da série negra à maré positiva, sempre com bom futebol pelo meio, uma imagem de marca da qual o treinador não abdica, à entrada para uma temporada com objetivos bem definidos: fazer um campeonato tranquilo… e meter as mãos na Taça.
Derby – Era adjunto na equipa sénior feminina e passa a treinador principal da formação masculina. O que o levou a aceitar o desafio? Pedro Gil Vieira – Foi a minha primeira experiência no futebol feminino, a convite do mister e amigo Marco Ramos para integrar a sua equipa técnica. Sempre estive ligado ao futebol masculino e o que me levou a aceitar o desafio foi isso mesmo: o desafio. Nunca escondi ao mister Marco Ramos que a minha prioridade era o masculino, e a oportunidade apareceu, apesar de ter ficado bem impressionado pela qualidade que já se pratica no futebol feminino.
Derby – Assume a equipa sénior masculina do Atlético e passa 9 jogos sem ganhar, com 7 derrotas e 2 empates pelo meio. Como é que um treinador resiste a uma sequência tão negativa? Pensou desistir? Pedro Gil Vieira – A sequência negativa já vinha mais longa ainda, e não é fácil trabalhar sobre derrotas. O apoio da direção e jogadores foi muito importante, apesar de os resultados não se estarem a traduzir em vitórias. Sabíamos que, mais tarde ou mais cedo, o trabalho iria trazer outros resultados, pois tínhamos bons indicadores disso mesmo. Quanto a desistir, não me passou pela ideia até porque não faz parte da nossa essência.
Derby – Coloca um ponto final na série negra, com uma vitória ao 10.º jogo no comando. E acaba a época com 5 triunfos nos últimos 7 jogos, garantindo a manutenção. Qual foi o segredo para libertar a equipa em termos psicológicos? Pedro Gil Vieira – O segredo foi o trabalho de todos, principalmente dos jogadores que sempre acreditaram nas suas qualidades e no que lhes íamos transmitindo. Depois da tempestade veio a bonança.
Manutenção na 1.ª Distrital? O segredo foi o trabalho de todos, principalmente dos jogadores que sempre acreditaram nas suas qualidades e no que lhes íamos transmitindo. Depois da tempestade veio a bonança
Derby – Enquanto treinador, qual foi o melhor momento que viveu na época passada? E o mais difícil? Pedro Gil Vieira – O melhor momento da época passada foi ver uma equipa alegre novamente com os jogadores felizes no treino. O mais difícil foi mesmo a lesão do João Baptista, no jogo frente ao União de Tomar, onde este teve que ser imobilizado e transportado ao hospital após um choque violentíssimo e arrepiante com o nosso guarda-redes, Tiago Palaio. Agradeço novamente ao corpo de bombeiros e serviços médicos pela rápida ajuda ao João.
Derby – Nova temporada, novos desafios. Renovar com o Atlético Ouriense foi uma decisão fácil para si? Pedro Gil Vieira – Sim, foi fácil. Gosto do clube, gosto das pessoas e sinto-me bem em Ourém. É um clube com valores e identifico-me com isso.
Derby – Quais são os objetivos principais para a nova época? Pedro Gil Vieira – Para a próxima época, os objetivos passam por fazer um campeonato mais tranquilo potenciando os jovens jogadores do clube.
O melhor momento da época passada foi ver uma equipa alegre novamente com os jogadores felizes no treino. O pior? A lesão do João Baptista em Tomar, num choque violentíssimo e arrepiante com o nosso guarda-redes, Tiago Palaio.
Derby – Vai manter a base da equipa ou podemos esperar grandes movimentações no mercado de transferências? Pedro Gil Vieira – Vamos manter a base da equipa pois acreditamos no valor dos nossos jogadores. Temos jogadores de referência no nosso distrito, com qualidades humanas e futebolísticas que aprecio muito, e que têm um papel muito importante naquilo que é um grupo de trabalho, onde ajudam os jogadores mais novos a crescer e evoluir. Quanto a entradas e saídas, estamos a colmatar alguns sectores para aumentar a competitividade dentro da equipa, aumentando o leque de opções.
Derby – Poder trabalhar a equipa desde a pré-época será seguramente uma vantagem para si. Qual é a sua proposta de jogo? O que é que os adeptos do Atlético podem esperar da equipa? Pedro Gil Vieira – A vantagem será termos mais algum tempo de preparação, mas nunca é fácil. O que os adeptos do Atlético podem esperar da equipa, é sentirem que os jogadores demonstram vontade de lutar pela conquista dos 3 pontos, honrando o símbolo do clube que já conta com 73 anos de história.
Derby – Uma boa temporada para o Atlético seria… Pedro Gil Vieira – Uma boa temporada seria colocar o nome do Clube Atlético Ouriense nos lugares cimeiros da tabela classificativa, projetando e potenciando os nossos jogadores, e colocar a taça do Ribatejo na montra do clube.
Derby – Complete a frase: as equipas do mister Pedro Gil Vieira caracterizam-se por… Pedro Gil Vieira – … serem equipas competitivas.
Uma boa temporada seria colocar o nome do Clube Atlético Ouriense nos lugares cimeiros da tabela classificativa, projetando e potenciando os nossos jogadores, e colocar a Taça do Ribatejo na montra do clube
Pedro Gil Vieira herdou uma equipa em plena crise de resultados, mas conseguiu celebrar a manutenção do Atlético na 1.ª Distrital
Diana Silva é a melhor marcadora da história das leoas | Foto SCP
Com (mais) uma exibição soberba, Diana Silva contribuiu decisivamente para o sucesso do Sporting Clube de Portugal nas meias-finais da Supertaça-
As vencedoras em título da Taça da Portugal derrotaram o FC Famalicão, por 3-0, num duelo claramente marcado pela influência de Diana Silva na manobra ofensiva das verde e brancas.
A atacante oureense, que atirou ao poste logo aos 7 minutos, contribuiu com um golo e uma assistência, para Ana Capeta, reeditando uma parceria de sucesso que já vem dos tempos em que ambas alinhavam no Clube Atlético Ouriense.
A melhor marcadora da história do Sporting tem encontro marcado com o SL Benfica, na final da Supertaça. As águias, campeãs nacionais em título, bateram o SC Braga na sua meia-final, igualmente por 3-0. A 26 de agosto, há derby no Estádio Municipal Magalhães Pessoa, em Leiria.
André Pereira e Teófilo Casimiro representaram o Fátima Trail Team nos Ultra Trilhos Rocha da Pena
Desceu ao Algarve, cumpriu com distinção os Ultra Trilhos de Rocha da Pena (UTRP) e garantiu o estatuto de ‘finisher’ no Circuito Nacional de Ultra Trail da Associação de Trail Running de Portugal.
André Pereira foi o quarto atleta do Fátima Trail Team a concluir quatro provas do Circuito Nacional, requisito obrigatório para ser considerado na classificação final do mesmo, juntando-se a Fábio Lamas, Jorge Vieira e Paulo Roque, seus colegas de equipa na formação fatimense.
Este oureense natural de Toucinhos, Alburitel, foi 28.º classificado na tabela geral do UTRP 49km, tornando-se também no 5.º colocado do escalão M40, depois de concluir o percurso em 6h38m51.
Igualmente atleta do Fátima Trail Team, mas natural de Ourém, Teófilo Casimiro também cortou a meta em Loulé, mas no TLRP25km, outra prova englobada no mesmo evento. O juiz de hóquei em patins fez a distância em 2h55m55s e fechou no 31.º lugar da geral, com 5.º posto em M45.