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1.ª Distrital > Atlético Ouriense empata no Entroncamento

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O Clube Atlético Ouriense foi empatar a casa do Entroncamento Atlético Clube, na 12.ª jornada do Campeonato Distrital da 1.ª Divisão.

Notícia em atualização

Os oureenses estiveram a perder mas conseguiram igualar a discussão a tempo de salvar 1 ponto e elevar para três o número de jogos consecutivos sem perder.

O Centro Desportivo de Fátima interrompeu a sequência de quatro derrotas consecutivas e voltou a pontuar na 1.ª Distrital, empatando em casa com a Associação Desportiva de Mação (0-0).

Campeonato Distrital > GRUDER prossegue recuperação com triunfo na Louriceira

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O GRUDER foi ao Concelho de Alcanena conquistar a quarta vitória consecutiva e já vai em seis jogos sem perder, entre Campeonato e Taça Distrital.

Perante uma das três equipas que ainda não pontuaram no Campeonato Distrital, o Grupo Desportivo da Ribeira do Fárrio não facilitou e venceu por 3-1, com dois golos de Filipe Carvalho e outro de Luís Pereira, ainda antes de o Louriceirense reduzir.

Nas contas do Campeonato, esta foi a terceira vitória consecutiva e o quarto jogo sempre a pontuar. Em resultado desta sequência, o GRUDER soma agora 10 pontos.

Na próxima jornada, há Derby de Ourém em dose dupla! Na Freixianda, jogam GRUDER e Cercal; no Caneiro, há duelo entre Juventude Ouriense e Vale Travesso.

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1.ª Nacional » Atlético obrigou Benfica a lançar as estrelas

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assinatura-derby-com-nuno-henriques-e1670153385592-217x300 1.ª Nacional » Atlético obrigou Benfica a lançar as estrelasCom sete vitórias noutras tantas jornadas, 3 pontos de avanço para o 2.º classificado e com mais um duelo da Liga dos Campeões no horizonte, o Sport Lisboa e Benfica aproveitou a visita a Ourém para gerir a equipa. As águias apresentaram um ‘onze’ diferente do habitual e não voaram tão alto quanto desejariam.

O Benfica encostou o Atlético lá atrás e teve uma posse de bola a rondar os 80% durante a 1.ª parte. Mas as oureenses recusaram sempre o papel de espectadoras e saíram na frente tanto quanto conseguiram, embora nunca tenham colocado a baliza de Katelin Talbert realmente em perigo.

Na outra baliza, o espectáculo do costume: Ana Rita Oliveira foi adiando o golo do Benfica ao máximo. E quando foi batida por Catarina Amado (31’), já tinha brilhado com uma intervenção fantástica a desviar a bola para a trave (11’).

Já com uma assistência para golo no bolso, Jéssica Silva foi carregada na área por Gabi Zidoi. Telma Frade apitou penalty e o duelo aqueceu entre as grandes protagonistas deste embate: Jéssica assumiu a responsabilidade, mas Ana Rita Oliveira voou para nova intervenção divina, travando a festa da internacional portuguesa, com mais um penalty defendido para a coleção.

Foi nos descontos da 1.ª parte, o jogo podia ter ficado resolvido logo ali, mas Ana Rita manteve o Atlético na luta. Pior para as águias: as oureenses mantiveram os níveis de concentração e prolongaram a incerteza no resultado, ao ponto de obrigarem o Benfica a mudar o plano e interromper o descanso das estrelas.

Ana Vitória, Kika Nazareth, Nicole Raysla e Chloé Lacasse ‘interromperam a folga’ e foram a jogo. O objetivo de Filipa Patão era claro: ‘matar o jogo’ para evitar uma surpresa, em dia de casa-cheia no Campo Adelino dos Santos Júnior.

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Ana Rita Oliveira voltou a demonstrar que é uma das melhores guarda-redes de Portugal

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César Matias respondeu com estabilidade, adiando a primeira substituição ao máximo. E mesmo essa, foi de tração à frente, trocando Bimba Cabral por Leo Rodrigues, numa tentativa clara de apostar na velocidade para encurtar o caminho para a baliza das visitantes.

Se o Benfica já estava perigoso, mais ficou quando as águias meteram toda a carne no assador. Ainda assim, só respiraram de alívio aos 85 minutos, quando Kika Nazareth entrou área dentro e acabou derrubada por Gabi Zidoi. Na sequência, a menina-prodígio do futebol português bateu um penalty que Ana Rita Oliveira não conseguiu travar (faltou um bocadinho assim…).

Foi já no segundo minuto da compensação que o resultado se tornou demasiado penalizador para as oureenses: Chloé Lacasse atirou cruzado, Santa Rita defendeu para a frente e Kika virou a placa para 3-0.

Foi a oitava vitória consecutiva do Benfica e a terceira derrota do Atlético Ouriense na 1.ª Divisão Nacional. O desaire não belisca o desempenho das oureenses, que não perdiam há sete jogos, entre Campeonato e Taça de Portugal.

Na próxima jornada, o Atlético Ouriense visita o Futebol Clube de Famalicão, formação à guarda de Marco Ramos, que deixou a Caridade com a época em curso para assumir o comando técnico das minhotas. Ainda antes do final do ano, o Atlético recebe o Sporting Clube de Portugal.

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Conselho de Arbitragem reforça confiança em Filipe Baptista: vai a Samora… e a Vilar dos Prazeres

futebol-arbitragem-filipe-baptista Conselho de Arbitragem reforça confiança em Filipe Baptista: vai a Samora... e a Vilar dos Prazeres

pub-derby-cabeca-site Conselho de Arbitragem reforça confiança em Filipe Baptista: vai a Samora... e a Vilar dos Prazeres

Uma semana depois de ter arbitrado o duelo entre Fazendense e Entroncamento, Filipe Baptista voltou a merecer a confiança do Conselho de Arbitragem e foi nomeado para o embate entre Samora Correia e Ferreira do Zêzere.

O árbitro oureense tem estado em destaque e vai para o 6.º jogo em 12 jornadas do Campeonato Distrital da 1.ª Divisão. Tal como o Derby tem vindo a noticiar, Filipe Baptista tem apenas 20 anos, mas é encarado como um valor seguro pelos responsáveis associativos.

Foi precisamente pela confiança que depositam neste oureense que o o Conselho de Arbitragem o enviou em ‘missão de paz’ a Fazendas de Almeirim, onde Filipe Baptista teve a responsabilidade de acalmar os ânimos entre as hostes fazendenses, fazendo esquecer a arbitragem polémica de um colega na jornada anterior. Neste contexto, missão cumprida.

Acompanhado pelos auxiliares Vítor Clemente (oureense) e Afonso Mendes (riachense), Filipe Baptista volta a estar na rota de um duelo que envolve uma equipa do topo da classificação, como é o caso do Samora Correia, que liderou a prova durante várias jornadas, mas segue agora no 3.º lugar, a 3 pontos do líder União de Tomar.

Filipe Baptista também está nomeado para ajuizar do duelo entre o Clube Desportivo Vilarense e o Atlético Riachense, mas a contar para a Taça do Ribatejo de Sub-19, a 8 de dezembro, em Vilar dos Prazeres.

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Benfiquista ferrenho, malandro cativante. Samuel foi Medalha de Ouro nos Jogos Mundiais

tricicleta-samuel-omoruyi-portugal-jogos-mundiais-3 Benfiquista ferrenho, malandro cativante. Samuel foi Medalha de Ouro nos Jogos Mundiais

pub-derby-cabeca-site Benfiquista ferrenho, malandro cativante. Samuel foi Medalha de Ouro nos Jogos Mundiais

Nasceu na Nigéria, mas veio para Portugal ainda bebé e foi em Fátima que encontrou um lar à sua medida. Tem 17 anos, reside no Centro João Paulo II desde os dois anos e meio e é um dos alunos mais populares da Escola Básica e Secundária de Ourém.

Chama-se Samuel, Samuel Omoruyi e marcou a agenda desportiva durante estes dias, ao conquistar a Medalha de Ouro no concurso de tricicleta integrado nos IWAS World Games 2022, uma versão dos Jogos Mundiais, destinada a atletas com deficiências motoras e realizada ao longo do último fim de semana de novembro, em Vila Real de Santo António.

Samuel participou nas provas de 100 e 200 metros e foi nesta última que se destacou, conquistando a Medalha de Ouro respetiva ao escalão Sub-20. É verdade que foi o único concorrente nesta distância, mas é inquestionável o mérito de aceder à final e atingir este objetivo.

Tanto mais que Samuel não é um paratleta como qualquer outro. Em boa verdade, Samuel não tem na prática desportiva um dos seus principais objetivos. O foco divide-se entre os estudos e as terapias inerentes a quem sofre de paralisia cerebral. Falta-lhe tempo para se dedicar ao desporto, mas sempre vai dando uns toques entre as partidas de boccia e umas voltas na tricicleta.

“O Samuel não tem um programa específico direcionado para o resultado desportivo. O Samuel frequenta a escola em Ourém e tem pouco tempo disponível para as atividades do Centro João Paulo II. Para além do pouco tempo disponível no Centro, este tem de ser repartido pelas várias terapias e por isso o tempo para o desporto é muito escasso”, revela David Henriques, em declarações exclusivas ao Derby.

O professor e técnico responsável pela prática desportiva no Centro João Paulo II, confirma que a participação nestes Jogos Mundiais teve um carácter mais lúdico do que propriamente desportivo, pelo que a Medalha de Ouro surgiu como a cereja no topo do bolo.

tricicleta-samuel-omoruyi-portugal-jogos-mundiais-2 Benfiquista ferrenho, malandro cativante. Samuel foi Medalha de Ouro nos Jogos Mundiais

“Neste momento, o objectivo é a participação em atividades, novas experiências, novas amizades e a inclusão. Esta atividade é uma competição internacional em que o objectivo era a participação e a aprendizagem. Apesar de ser o único participante no seu escalão e a medalha ser uma motivação extra, o objectivo desta participação foi totalmente atingido e positivo”, considera David Henriques, que integrou a comitiva nacional no Algarve.

Samuel Omoruyi foi convocado pela PCAND – Paralisia Cerebral Associação Nacional de Desporto para representar a Seleção Nacional nestes Jogos Mundiais. O paratleta do Centro João Paulo II foi responsável pela conquista de uma das cinco medalhas lusitanas nos IWAS World Games 2022, um megaevento que reuniu mais de 700 atletas de 50 países.

De Medalha de Ouro ao peito, regressou a Fátima e a Ourém ainda mais feliz do que já estava antes de descer ao Algarve. “É um rapaz muito afável e cativante, que se adapta a qualquer contexto”, define David Henriques.

Lurdes Ferreira, confirma: “Na escola, está bem integrado e interage muito bem com os colega.” Professora com largos anos de casa, é uma das docentes responsáveis pela evolução académica deste jovem medalhado. “O Samuel esforça-se por aprender, apesar das suas limitações. E é um malandro, tal como qualquer adolescente… Tem um profundo sentido ético e de justiça. É um puto espectacular e resiliente”, elogia.

Benfiquista ferrenho, Samuel sabe tudo sobre a atualidade das águias e celebra cada conquista do seu clube do coração. “Estou para ver quem é que o atura agora depois disto… Ele merece mesmo”, garante Lurdes Ferreira.

E assim nasce uma estrela… de ouro!

tricicleta-samuel-omoruyi-portugal-jogos-mundiais-1 Benfiquista ferrenho, malandro cativante. Samuel foi Medalha de Ouro nos Jogos Mundiais

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Benfiquista ferrenho, malandro cativante. Samuel foi Medalha de Ouro nos Jogos Mundiais

2.ª Distrital > Vasco da Gama desperdiça vantagem de dois golos mas segura o 2.º lugar

futebol-vasco-da-gama 2.ª Distrital > Vasco da Gama desperdiça vantagem de dois golos mas segura o 2.º lugar

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Com quatro vitórias consecutivas e a ganhar por 2-0 aos 48 minutos, o Vasco da Gama tinha meio caminho andado para mais uma tarde feliz. Pura ilusão, a turma de Tiago Silva não conseguiu gerir o jogo e acabou por consentir um empate diante do Goleganense.

Miguel Santos marcou aos 3 minutos da 1.ª parte; Tiago Vicente fez o 2-0 aos 4 minutos do 2.º tempo. Marcar cedo acabou por retirar discernimento e concentração à equipa e o Vasco da Gama acabou por pagar caro.

O Goleganense fez dois golos em seis minutos e o resultado já não mexeu. José Oliveira aproveitou um erro defensivo dos oureenses e reduziu para 2-1 (56’); Rafael Anito encheu o pé e empatou em grande estilo (62’).

Havia meia hora para jogar… mas pouco se jogou. Satisfeitos com o resultado, os visitantes optaram por meter gelo que o Vasco da Gama nunca conseguiu derrotar.

O Vasco da Gama não conseguiu tirar partido máximo da folga do Vilarense, da derrota do Caxarias e do embate entre Pego e Tramagal. No entanto, o ponto somado não deixa de ser precioso para manter o 2.º lugar, agora em igualdade pontual com o Tramagal.

O líder Riachense venceu o Caxarias e já vai a 10 pontos. Domingo, o Vasco da Gama visita o Atalaiense, que soma 12 pontos contra os 15 da formação de Boleiros-Maxieira.

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2.ª Distrital > Caxarias perde em casa do líder mas segue na luta pela subida

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Paulo Antunes fez o primeiro golo do jogo, mas o Caxarias não segurou a vantagem © Derby

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Depois do empate em casa com o Vilarense, o Centro de Cultura e Desporto de Caxarias perdeu na visita ao líder Riachense.

Com sete vitórias e um empate, à entrada para esta jornada, o Atlético Riachense confirmou o favoritismo e venceu por 4-2. Piranhas abriu o ativo, colocando o Caxarias na frente, mas a formação da casa virou o resultado ainda na 1.ª parte. Os torrejanos ampliaram para 4-1 já na 2.ª parte e João Verdasca reduziu a desvantagem oureense no último minuto.

O Caxarias caiu para o 7.º lugar, mas segue a apenas 3 pontos do grande objetivo: terminar entre os três primeiros e aceder à luta pela subida de divisão.

Com a terceira derrota em oito jornadas, a turma de Telmo Ferreira perdeu a oportunidade de ultrapassar o Vilarense, que folgou nesta ronda, e assim continua com 1 ponto de avanço sobre o Caxarias.

Menos mau para ambos: os igualmente oureenses do Vasco da Gama empataram em casa e continuam à distância de 4 e 3 pontos. Já o Riachense, que vem ao Vilar no domingo, está bem mais longe: soma 25 pontos em 27 possíveis (tem 1 jogo a mais) e já leva 10 de avanço sobre o 2.º classificado, precisamente o Vasco da Gama.

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HIS-TÓ-RI-CO! Montamora apurado para a Fase Final da Taça de Portugal

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 HIS-TÓ-RI-CO! Montamora apurado para a Fase Final da Taça de Portugal

Absolutamente inédito! O Montamora Sport Clube está apurado para a Fase Final da Taça de Portugal, pela primeira vez no seu historial.

O emblema da Amoreira foi a Sintra eliminar o Clube Top Spin, vencendo por 3-2, num duelo a contar para a 3.ª eliminatória da Zona Centro Sul da prova rainha.

Andrei Bukin abriu as hostilidades, ao bater Tomás Raposo por (3-1). Tiago Reis ampliou a vantagem do Montamora, quando ganhou a Miguel Neves (3-2). Mas os sintrenses emendaram a mão e voltaram ao jogo, empatando a discussão.

Diogo Silva e Miguel Neves derrotaram Bruno Reis e Tiago Reis, no duelo de pares (3-0). E Tomás Raposo igualou a contenda ao derrotar Bruno Reis (3-2).

Com o duelo empatado em 2-2, valeu o talento de Andrei Bukin. O mesatenista russo superou Diogo Silva (3-0) e contribuiu decisivamente para mais este momento histórico na vida deste emblema oureense.

O Montamora Sport Clube apurou-se para a Fase Final da Taça de Portugal, patamar competitivo onde estarão presentes 16 formações oriundas da 1.ª Divisão Nacional e da Divisão de Honra Nacional.

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Andrei Bukin, Bruno Reis e Tiago Reis obtiveram uma vitória histórica para o Montamora Sport Clube

Campeonato Distrital > Vale Travesso acertou contas com nova derrota

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Campeonato Distrital > Vale Travesso acertou contas com nova derrota

A Associação de Cultura e Desporto de Vale Travesso somou a quinta derrota noutras tantas jornadas, ao perder na Golegã, diante da Casa do Benfica local.

Os oureenses não resistiram à supremacia dos goleganenses, que se apresentam como um dos grandes candidatos ao título (e ao regresso à 3.ª Nacional).

Implacável, a Casa do Benfica da Golegã venceu por 9-0, num jogo que marcou o acerto de contas ao calendário, estando em atraso desde a 1.ª jornada.

Este sábado, o Vale Travesso volta a Caxarias para defrontar o Benavente Futsal, num duelo referente à 6.ª jornada, com apito inicial previsto para as 20h30.

O Benavente é 6.º classificado (9 pontos), enquanto o Vale Travesso segue de mãos dadas com Louriceirense e FutAlmeirim, no lote das únicas três equipas que ainda não conseguiram pontuar no Campeonato Distrital.

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Vilarense com coração aguenta Caxarias sem cabeça num derby com arbitragem (sur)realmente infeliz

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Vilarense com coração aguenta Caxarias sem cabeça num derby com arbitragem (sur)realmente infeliz

assinatura-antonio-adao-224x300 Vilarense com coração aguenta Caxarias sem cabeça num derby com arbitragem (sur)realmente infelizSete meses depois de um duelo triste e cinzento, os últimos classificados da Série B da 2.ª Distrital entraram em campo de cara lavada e alma renovada. Caxarias e Vilarense disputaram mais um Derby de Ourém… e não foi bonito.

Nota prévia: o Derby tenta fazer a diferença pela positiva, defende o futebol e todos os seus intervenientes, preza a figura do árbitro e compreende dificuldades face a determinados contextos. Com mais ou menos paninhos quentes, não há outra forma de o escrever: a arbitragem foi infeliz ao ponto de arruinar por completo a estratégia de ambas as equipas.

Houve decisões acertadas (poucas) e juízos errados (muitos), praticamente todos com influência no desfecho deste Derby de Ourém. Vamos a factos.

O Centro de Cultura e Desporto entrou forte e empurrou o Clube Desportivo lá para trás, conquistando três cantos nos primeiros quatro minutos. Num deles, António Pinto colocou a bola redondinha na cabeça de Ruben Mano, mas o ‘6’ do Caxarias não conseguiu atirar a contar.

O Vilarense não tremeu. Pelo contrário, aproveitou cada oportunidade para se lançar no ataque e beneficiou da primeira grande oportunidade aos 6 minutos, na sequência de uma bola parada que Felipi Rigoleto atirou por cima.

Marcar à Panenka e celebrar à Ronaldo
Dois minutos depois, o primeiro caso de arbitragem. Em dia de regresso à Chã mas agora de azul e branco, Felipi avançou sobre a esquerda e acabou derrubado por Rúben Mano. Filipe Correia apitou penalty. E bem.

Sidnei avançou sem medo, encarou Francisco Ferreira nos olhos… e fez uma verdadeira maldade ao guardião da casa. Com o ‘99’ de Vítor Baia nas costas, marcou um penalty à Panenka e ainda celebrou à Ronaldo, para delírio das dezenas de adeptos vilarenses em solo ‘inimigo’.

Em desvantagem, o Caxarias foi à procura do empate e só não o conseguiu logo aos 14 minutos porque o tiro de Lucas Silva saiu ligeiramente sobre a trave. A turma de Telmo Ferreira assumiu o jogo, com os comandados de Miguel Pinto à espreita de um deslize para ampliarem a vantagem.

Quase conseguiram ao primeiro quarto de hora, mas o carrinho de Sidnei chegou atrasado a um cruzamento de Felipi. A bola tinha selo de golo, mas o ‘99’ não conseguiu desviar para dentro.

De parada e resposta, o Derby de Ourém entrou noutro patamar quando os homens da casa começaram a perceber que os visitantes tremiam que nem varas verdes perante uma pressão mais intensa.

Foi assim que os centrais do Vilarense deixaram Pedro Alves na cara de Tiago Motta, aos 18 minutos de jogo. Valeu ao Vilarense que os seus defesas não foram os únicos a vacilar neste lance capital… O avançado do Caxarias teve tudo para empatar, mas atirou ao lado quando tinha a baliza à sua mercê.

Dez minutos depois, novo episódio na tremedeira azul: a defesa vilarense voltou a vacilar mas Lucas Silva também não conseguiu aproveitar.

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Penalty por assinalar
O relógio caminhava para a meia hora de derby, o Caxarias intensificava a pressão e a arbitragem (também) começava a patinar. Na sequência de uma bola parada, Ruben Mano acabou derrubado em plena área do Vilarense. Se Filipe Correia tem marcado penalty, ninguém levava a mal, até porque o corte foi muito mais no homem do que na bola. Aliás, a pancada na perna de Mano ouviu-se à distância.

Atleta do Fátima Trail Team, o líder desta equipa de arbitragem começou logo a ali a meter-se por trilhos apertados… E se o Caxarias tinha razão para se sentir prejudicado, depressa o árbitro equilibrou a balança.

Pinto na gaveta de baixo
Estavam decorridos 40 minutos, quando Dudu se embrulhou com Leandro e cavou uma falta que o central não cometeu. (Nota da Redação: vimos as imagens do lance e mantemos a opinião). É certo que um livre fora da área está longe de ser um penalty, mas no pé esquerdo de António Pinto é tudo a mesma coisa. Golo para o Caxarias! O esquerdino meteu a canhota na bola e fê-la contornar a barreira num voo rasante ao chão que só parou na gaveta de baixo. Sem espinhas. Um igual.

O intervalo chegou pouco depois e o resumo da 1.ª parte não era difícil de fazer. O Caxarias entrou forte, o Vilarense respondeu e marcou primeiro. Tremeu muito lá atrás, mas nunca deixou de se estivar na frente. Filipe Correia ajuizou bem um lance para penalty na área do Caxarias e deixou por assinalar outro castigo máximo, mas na área do Vilarense. Pior ainda: a ausência de critério técnico e disciplinar começava a ser gritante. Mau prenúncio…

E agora para algo completamente diferente…
O pior cenário confirmou-se na aurora da 2.ª parte: logo no primeiro minuto, Felipi bateu a defesa rival em velocidade, entrou na área e acabou derrubado por Francisco Ferreira. Penalty evidente para o Vilarense, devidamente assinalado por Filipe Correia, antes de a equipa de arbitragem entrar em modo Monty Pithon.

Experiente, o guardião da casa clamou inocência. “Encolhi-me todo”, exclamou, repetidamente. Mas por muito que Francisco Ferreira se tenha encolhido para evitar o contacto, a verdade é que a falta foi evidente. Pelo menos para a reportagem do Derby, que andava ali em cima do lance. (Nota da Redação: ainda não vimos as imagens do lance, pelo que mantemos a opinião).

Um VAR… a olho nu
Sucede que afinal nem estávamos assim tão bem posicionados. Tiago Duarte, árbitro assistente do lado dos bancos, decidiu fazer de VAR… a uns 50 metros do lance e sem recurso a imagens, nem repetições. Chamou o chefe (mas pouco…) e aconselhou Filipe Correia a reverter a decisão.

O árbitro principal foi na conversa e o caldo começou a entornar. Pior: ‘amarelou’ Felipi. “Sou um palhaço, então? Caí sozinho?”, desabafou o avançado, depois de um lance verdadeiramente surreal, com consequências nefastas para o próprio, minutos depois.

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Faca e alguidar
O jogo reatou e o Vilarense voltou a aproveitar o espaço nas costas da defesa da casa. Sidnei surgiu na mesma zona onde Felipi tinha sido derrubado, mas desta vez Francisco Ferreira encolheu-se mesmo todinho, ao ponto de se deixar contornar pelo avançado vilarense, que acabou por atirar à malha lateral… com a baliza deserta, mas de ângulo difícil.

Ainda a sentir os efeitos da ‘panenkada’ a abrir o jogo, Francisco celebrou o falhanço de Sidnei como se de um golo se tratasse, mas os impropérios e ofensas que dirigiu ao adversário caíram em saco roto. E já tinha amarelo… (Nota da Redação: O Derby errou! Quem já tinha Cartão Amarelo era o ‘outro’ Francisco Ferreira, guarda-redes suplente do CCD Caxarias, sancionado aos 24 minutos, por protestos. As nossas desculpas. Entretanto, Francisco Ferreira, o guardião titular envolvido neste lance, fez chegar ao Derby uma mensagem onde assume ter-se excedido, garantindo que também foi insultado por Sidnei, na 1.ª parte. A nossa reportagem estava atrás da baliza contrária e não se apercebeu das alegadas ofensas. Se aconteceram, são igualmente condenáveis.)

Um a menos
A adrenalina aumentava, o Derby de Ourém fervia… e Felipi queimava-se. Com cartão amarelo por simular um penalty que até nem simulou, o avançado acabou por atingir Ruben Mano nas costas, numa disputa imprudente que levou Filipe Correia a exibir-lhe o segundo amarelo e consequente vermelho, aos 56 minutos.

Este ‘amarelo’ entende-se, mesmo que tenha sido arrancado a ferros, a pedido dos homens da casa. O que não se entende é o primeiro cartão. Era penalty. E pior que reverter a decisão com base num bitaite de 50 metros, é ‘amarelar’ um jogador quando afinal não se tem qualquer certeza sobre o que aconteceu.

Dois a menos
Ainda Miguel Pinto estava a preparar alterações para compensar esta expulsão, quando o treinador do Vilarense foi confrontado com outra: com cartão amarelo desde a 1.ª parte, Sidnei acabou expulso aos 58 minutos, na sequência de mais um lance fácil que o árbitro tornou difícil. O segundo amarelo a Sidnei só se aceitava se todos os jogadores em campo já tivessem sido punidos por cada falta que fizeram. O que não aconteceu. Em boa verdade, a ausência de qualquer tipo de critério, foi lei durante todo o jogo. Para mal das duas equipas.

Meia hora com mais dois ou menos dois
Como um azar nunca vem só, Miguel Pinto teve de trocar de guarda-redes devido a uma lesão de Tiago Motta. Mas não foi por ali que a casa veio a baixo. Mauro Lopes transmitiu a segurança necessária, mas o aperto nem foi assim tanto.

O Caxarias passava a dispor de meia hora para jogar com dois elementos a mais. Parecia tempo de sobra só que não chegou.

Quando trocou de guardião, Miguel Pinto lançou uma flecha na frente. Tomás Nunes foi um verdadeiro quebra-cabeças para o Caxarias, conseguindo transportar a bola para perto da área contrária, mantendo distâncias. E enquanto o pau ia e vinha, os azuis e brancos sempre folgavam as costas…

No banco contrário (ou fora dele, por castigo), Telmo Ferreira deu ordem para atacar. Todas as substituições foram de tração à frente, mas a equipa nunca conseguiu responder à ambição do treinador e o melhor que conseguiu foi uma bola na trave, pela cabeça de Paulo Antunes. O Piranhas quase mordeu os três pontos e essa foi mesmo a única oportunidade digna de registo em mais de meia hora a jogar contra 9.

Agarrados ao ponto com unhas e dentes
Com 9 jogadores desde os 58 minutos, o Vilarense ficou ainda mais reduzido quando outro dos seus jogadores teve de abandonar o jogo devido a uma lesão aparentemente grave, mas sem consequências de maior. O atleta foi prontamente assistido no relvado e devidamente conduzido ao hospital, onde o pior cenário não se confirmou. Felizmente.

O infortúnio obrigou o Vilarense a jogar de 8 para 11 durante os últimos seis minutos dos oito concedidos pela equipa de arbitragem. Foi o tempo de aprimorar a máquina do fora de jogo, verdadeira armadilha azul e branca, na qual os rubronegros caíram demasiadas vezes. Até o ‘bandeirinha’, tão decidido em lances a 50 metros, teve dificuldades em interpretar um par de jogadas à frente dos seus olhos, bem na zona ofensiva do Caxarias.

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Relatório & Contas
Entre o deve e haver, perdeu o futebol. O Derby de Ourém foi intenso, rasgadinho e eletrizante, mas poderia ter sido bem melhor se a arbitragem não estivesse em ‘dia não’. Errar é humano, só erra quem lá, todos temos esse direito e Filipe Correia e seus pares não fogem à regra. Mais ou menos insólitos, erros acontecem, seja na 2.ª Distrital ou no Mundial. Melhores dias virão para este trio de árbitros jovens e com margem de progressão.

Momento de reflexão
Por mais estranhos ou surreais que possam parecer, os erros de arbitragem são exatamente isso mesmo: erros. E vale tanto um penalty por assinalar, como um falhanço de baliza aberta ou frango de aviário. É a magia do futebol.

O que já não podemos entender como normal no final de 2022, é o comportamento de alguns adeptos que teimam em fazer da bola o seu escape para descarregar frustrações de uma vida. É verdade que um derby é sempre um derby, mas ter as emoções à flor da pele não pode ser desculpa para ameaçar, insultar e enxovalhar três jovens árbitros cujo erro principal está na forma como se sujeitam a tudo isto por amor ao futebol.

futebol-derby-caxarias-vilarense-1-1 Vilarense com coração aguenta Caxarias sem cabeça num derby com arbitragem (sur)realmente infeliz

O Filipe, o Tiago e o Francisco são jovens árbitros amadores. Sabem que os jogos podem correr bem, mal ou pior ainda. Também sabem que a crítica caminha de mãos dadas com a evolução, e por isso mesmo compreenderão que as linhas anteriores não podem ser simpáticas perante esta atuação.

Mas o Filipe, o Tiago e o Francisco também são seres humanos. Podiam ser filhos daquelas mães que tanto os insultaram na bancada. Como podiam ser filhos daqueles pais que tanto os ameaçaram ao longo de praticamente todo o jogo, perante a passividade total das forças de segurança presentes, que teimam em não perceber que a violência verbal também é para conter.

Valeu que dentro do campo, os valores do fair play soaram sempre mais alto. Tirando um ou outro momento de alta tensão, fica na memória o abraço entre praticamente todos os adversários depois do apito final. Mal ou bem, todos deram o melhor que puderam. Árbitros incluídos. Quem nunca errou, que guarde as pedras bem guardadinhas. E não vá ao futebol.

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