Autor: derbydeourem

Jornal local e regional, especializado em informação desportiva do Concelho de Ourém.

Vilarense com coração aguenta Caxarias sem cabeça num derby com arbitragem (sur)realmente infeliz

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Vilarense com coração aguenta Caxarias sem cabeça num derby com arbitragem (sur)realmente infeliz

assinatura-antonio-adao-224x300 Vilarense com coração aguenta Caxarias sem cabeça num derby com arbitragem (sur)realmente infelizSete meses depois de um duelo triste e cinzento, os últimos classificados da Série B da 2.ª Distrital entraram em campo de cara lavada e alma renovada. Caxarias e Vilarense disputaram mais um Derby de Ourém… e não foi bonito.

Nota prévia: o Derby tenta fazer a diferença pela positiva, defende o futebol e todos os seus intervenientes, preza a figura do árbitro e compreende dificuldades face a determinados contextos. Com mais ou menos paninhos quentes, não há outra forma de o escrever: a arbitragem foi infeliz ao ponto de arruinar por completo a estratégia de ambas as equipas.

Houve decisões acertadas (poucas) e juízos errados (muitos), praticamente todos com influência no desfecho deste Derby de Ourém. Vamos a factos.

O Centro de Cultura e Desporto entrou forte e empurrou o Clube Desportivo lá para trás, conquistando três cantos nos primeiros quatro minutos. Num deles, António Pinto colocou a bola redondinha na cabeça de Ruben Mano, mas o ‘6’ do Caxarias não conseguiu atirar a contar.

O Vilarense não tremeu. Pelo contrário, aproveitou cada oportunidade para se lançar no ataque e beneficiou da primeira grande oportunidade aos 6 minutos, na sequência de uma bola parada que Felipi Rigoleto atirou por cima.

Marcar à Panenka e celebrar à Ronaldo
Dois minutos depois, o primeiro caso de arbitragem. Em dia de regresso à Chã mas agora de azul e branco, Felipi avançou sobre a esquerda e acabou derrubado por Rúben Mano. Filipe Correia apitou penalty. E bem.

Sidnei avançou sem medo, encarou Francisco Ferreira nos olhos… e fez uma verdadeira maldade ao guardião da casa. Com o ‘99’ de Vítor Baia nas costas, marcou um penalty à Panenka e ainda celebrou à Ronaldo, para delírio das dezenas de adeptos vilarenses em solo ‘inimigo’.

Em desvantagem, o Caxarias foi à procura do empate e só não o conseguiu logo aos 14 minutos porque o tiro de Lucas Silva saiu ligeiramente sobre a trave. A turma de Telmo Ferreira assumiu o jogo, com os comandados de Miguel Pinto à espreita de um deslize para ampliarem a vantagem.

Quase conseguiram ao primeiro quarto de hora, mas o carrinho de Sidnei chegou atrasado a um cruzamento de Felipi. A bola tinha selo de golo, mas o ‘99’ não conseguiu desviar para dentro.

De parada e resposta, o Derby de Ourém entrou noutro patamar quando os homens da casa começaram a perceber que os visitantes tremiam que nem varas verdes perante uma pressão mais intensa.

Foi assim que os centrais do Vilarense deixaram Pedro Alves na cara de Tiago Motta, aos 18 minutos de jogo. Valeu ao Vilarense que os seus defesas não foram os únicos a vacilar neste lance capital… O avançado do Caxarias teve tudo para empatar, mas atirou ao lado quando tinha a baliza à sua mercê.

Dez minutos depois, novo episódio na tremedeira azul: a defesa vilarense voltou a vacilar mas Lucas Silva também não conseguiu aproveitar.

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Penalty por assinalar
O relógio caminhava para a meia hora de derby, o Caxarias intensificava a pressão e a arbitragem (também) começava a patinar. Na sequência de uma bola parada, Ruben Mano acabou derrubado em plena área do Vilarense. Se Filipe Correia tem marcado penalty, ninguém levava a mal, até porque o corte foi muito mais no homem do que na bola. Aliás, a pancada na perna de Mano ouviu-se à distância.

Atleta do Fátima Trail Team, o líder desta equipa de arbitragem começou logo a ali a meter-se por trilhos apertados… E se o Caxarias tinha razão para se sentir prejudicado, depressa o árbitro equilibrou a balança.

Pinto na gaveta de baixo
Estavam decorridos 40 minutos, quando Dudu se embrulhou com Leandro e cavou uma falta que o central não cometeu. (Nota da Redação: vimos as imagens do lance e mantemos a opinião). É certo que um livre fora da área está longe de ser um penalty, mas no pé esquerdo de António Pinto é tudo a mesma coisa. Golo para o Caxarias! O esquerdino meteu a canhota na bola e fê-la contornar a barreira num voo rasante ao chão que só parou na gaveta de baixo. Sem espinhas. Um igual.

O intervalo chegou pouco depois e o resumo da 1.ª parte não era difícil de fazer. O Caxarias entrou forte, o Vilarense respondeu e marcou primeiro. Tremeu muito lá atrás, mas nunca deixou de se estivar na frente. Filipe Correia ajuizou bem um lance para penalty na área do Caxarias e deixou por assinalar outro castigo máximo, mas na área do Vilarense. Pior ainda: a ausência de critério técnico e disciplinar começava a ser gritante. Mau prenúncio…

E agora para algo completamente diferente…
O pior cenário confirmou-se na aurora da 2.ª parte: logo no primeiro minuto, Felipi bateu a defesa rival em velocidade, entrou na área e acabou derrubado por Francisco Ferreira. Penalty evidente para o Vilarense, devidamente assinalado por Filipe Correia, antes de a equipa de arbitragem entrar em modo Monty Pithon.

Experiente, o guardião da casa clamou inocência. “Encolhi-me todo”, exclamou, repetidamente. Mas por muito que Francisco Ferreira se tenha encolhido para evitar o contacto, a verdade é que a falta foi evidente. Pelo menos para a reportagem do Derby, que andava ali em cima do lance. (Nota da Redação: ainda não vimos as imagens do lance, pelo que mantemos a opinião).

Um VAR… a olho nu
Sucede que afinal nem estávamos assim tão bem posicionados. Tiago Duarte, árbitro assistente do lado dos bancos, decidiu fazer de VAR… a uns 50 metros do lance e sem recurso a imagens, nem repetições. Chamou o chefe (mas pouco…) e aconselhou Filipe Correia a reverter a decisão.

O árbitro principal foi na conversa e o caldo começou a entornar. Pior: ‘amarelou’ Felipi. “Sou um palhaço, então? Caí sozinho?”, desabafou o avançado, depois de um lance verdadeiramente surreal, com consequências nefastas para o próprio, minutos depois.

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Faca e alguidar
O jogo reatou e o Vilarense voltou a aproveitar o espaço nas costas da defesa da casa. Sidnei surgiu na mesma zona onde Felipi tinha sido derrubado, mas desta vez Francisco Ferreira encolheu-se mesmo todinho, ao ponto de se deixar contornar pelo avançado vilarense, que acabou por atirar à malha lateral… com a baliza deserta, mas de ângulo difícil.

Ainda a sentir os efeitos da ‘panenkada’ a abrir o jogo, Francisco celebrou o falhanço de Sidnei como se de um golo se tratasse, mas os impropérios e ofensas que dirigiu ao adversário caíram em saco roto. E já tinha amarelo… (Nota da Redação: O Derby errou! Quem já tinha Cartão Amarelo era o ‘outro’ Francisco Ferreira, guarda-redes suplente do CCD Caxarias, sancionado aos 24 minutos, por protestos. As nossas desculpas. Entretanto, Francisco Ferreira, o guardião titular envolvido neste lance, fez chegar ao Derby uma mensagem onde assume ter-se excedido, garantindo que também foi insultado por Sidnei, na 1.ª parte. A nossa reportagem estava atrás da baliza contrária e não se apercebeu das alegadas ofensas. Se aconteceram, são igualmente condenáveis.)

Um a menos
A adrenalina aumentava, o Derby de Ourém fervia… e Felipi queimava-se. Com cartão amarelo por simular um penalty que até nem simulou, o avançado acabou por atingir Ruben Mano nas costas, numa disputa imprudente que levou Filipe Correia a exibir-lhe o segundo amarelo e consequente vermelho, aos 56 minutos.

Este ‘amarelo’ entende-se, mesmo que tenha sido arrancado a ferros, a pedido dos homens da casa. O que não se entende é o primeiro cartão. Era penalty. E pior que reverter a decisão com base num bitaite de 50 metros, é ‘amarelar’ um jogador quando afinal não se tem qualquer certeza sobre o que aconteceu.

Dois a menos
Ainda Miguel Pinto estava a preparar alterações para compensar esta expulsão, quando o treinador do Vilarense foi confrontado com outra: com cartão amarelo desde a 1.ª parte, Sidnei acabou expulso aos 58 minutos, na sequência de mais um lance fácil que o árbitro tornou difícil. O segundo amarelo a Sidnei só se aceitava se todos os jogadores em campo já tivessem sido punidos por cada falta que fizeram. O que não aconteceu. Em boa verdade, a ausência de qualquer tipo de critério, foi lei durante todo o jogo. Para mal das duas equipas.

Meia hora com mais dois ou menos dois
Como um azar nunca vem só, Miguel Pinto teve de trocar de guarda-redes devido a uma lesão de Tiago Motta. Mas não foi por ali que a casa veio a baixo. Mauro Lopes transmitiu a segurança necessária, mas o aperto nem foi assim tanto.

O Caxarias passava a dispor de meia hora para jogar com dois elementos a mais. Parecia tempo de sobra só que não chegou.

Quando trocou de guardião, Miguel Pinto lançou uma flecha na frente. Tomás Nunes foi um verdadeiro quebra-cabeças para o Caxarias, conseguindo transportar a bola para perto da área contrária, mantendo distâncias. E enquanto o pau ia e vinha, os azuis e brancos sempre folgavam as costas…

No banco contrário (ou fora dele, por castigo), Telmo Ferreira deu ordem para atacar. Todas as substituições foram de tração à frente, mas a equipa nunca conseguiu responder à ambição do treinador e o melhor que conseguiu foi uma bola na trave, pela cabeça de Paulo Antunes. O Piranhas quase mordeu os três pontos e essa foi mesmo a única oportunidade digna de registo em mais de meia hora a jogar contra 9.

Agarrados ao ponto com unhas e dentes
Com 9 jogadores desde os 58 minutos, o Vilarense ficou ainda mais reduzido quando outro dos seus jogadores teve de abandonar o jogo devido a uma lesão aparentemente grave, mas sem consequências de maior. O atleta foi prontamente assistido no relvado e devidamente conduzido ao hospital, onde o pior cenário não se confirmou. Felizmente.

O infortúnio obrigou o Vilarense a jogar de 8 para 11 durante os últimos seis minutos dos oito concedidos pela equipa de arbitragem. Foi o tempo de aprimorar a máquina do fora de jogo, verdadeira armadilha azul e branca, na qual os rubronegros caíram demasiadas vezes. Até o ‘bandeirinha’, tão decidido em lances a 50 metros, teve dificuldades em interpretar um par de jogadas à frente dos seus olhos, bem na zona ofensiva do Caxarias.

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Relatório & Contas
Entre o deve e haver, perdeu o futebol. O Derby de Ourém foi intenso, rasgadinho e eletrizante, mas poderia ter sido bem melhor se a arbitragem não estivesse em ‘dia não’. Errar é humano, só erra quem lá, todos temos esse direito e Filipe Correia e seus pares não fogem à regra. Mais ou menos insólitos, erros acontecem, seja na 2.ª Distrital ou no Mundial. Melhores dias virão para este trio de árbitros jovens e com margem de progressão.

Momento de reflexão
Por mais estranhos ou surreais que possam parecer, os erros de arbitragem são exatamente isso mesmo: erros. E vale tanto um penalty por assinalar, como um falhanço de baliza aberta ou frango de aviário. É a magia do futebol.

O que já não podemos entender como normal no final de 2022, é o comportamento de alguns adeptos que teimam em fazer da bola o seu escape para descarregar frustrações de uma vida. É verdade que um derby é sempre um derby, mas ter as emoções à flor da pele não pode ser desculpa para ameaçar, insultar e enxovalhar três jovens árbitros cujo erro principal está na forma como se sujeitam a tudo isto por amor ao futebol.

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O Filipe, o Tiago e o Francisco são jovens árbitros amadores. Sabem que os jogos podem correr bem, mal ou pior ainda. Também sabem que a crítica caminha de mãos dadas com a evolução, e por isso mesmo compreenderão que as linhas anteriores não podem ser simpáticas perante esta atuação.

Mas o Filipe, o Tiago e o Francisco também são seres humanos. Podiam ser filhos daquelas mães que tanto os insultaram na bancada. Como podiam ser filhos daqueles pais que tanto os ameaçaram ao longo de praticamente todo o jogo, perante a passividade total das forças de segurança presentes, que teimam em não perceber que a violência verbal também é para conter.

Valeu que dentro do campo, os valores do fair play soaram sempre mais alto. Tirando um ou outro momento de alta tensão, fica na memória o abraço entre praticamente todos os adversários depois do apito final. Mal ou bem, todos deram o melhor que puderam. Árbitros incluídos. Quem nunca errou, que guarde as pedras bem guardadinhas. E não vá ao futebol.

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Liga INATEL > Seiça prolonga caminhada triunfal com nova goleada e de mão cheia

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Rafa desatou o nó, o Seiça foi a vencer para o intervalo e já não largou a vantagem. Pelo contrário, só parou na mão cheia de golos sem resposta.

Com o Alcobertas Futebol Clube pela frente, os oureenses voltaram a vencer e a convencer, vencendo por 5-0, uma semana depois do triunfo por 4-0 em Azinhaga.

Renato, Julien e Nélson também marcaram pelo Seiça, que beneficiou de um autogolo pelo meio. A turma de Tiago Rodrigo Reis passou a somar 16 pontos em 18 possíveis e só não tem pontuação máxima porque empatou o Derby de Ourém com o Bairrense, quando estava a vencer no tempo de compensação.

Melhor: com quatro jornadas por jogar e 12 pontos em disputa, o Seiça pode selar o apuramento para a Série 1 da 2.ª Fase, já no próximo domingo, em casa do Grupo Desportivo de Sabacheira.

O seicenses vão disputar mais um derby regional com a formação tomarense, orientada pelo oureense Armando Pessoa, histórico treinador do Seiça, responsável pela conquista do Mundial de futebol amador, por exemplo.

Para selar já a qualificação, o Seiça tem de ganhar e esperar que Turquel e/ou Alcobertas não pontuem. Os leirienses jogam no Bairro, enquanto os rio-maiorenses vão a Azinhaga.

Liga INATEL > André Bento resolve e Bairrense reentra nas contas do apuramento

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Liga INATEL > André Bento resolve e Bairrense reentra nas contas do apuramento

O Grupo Cultural, Desportivo e Recreativo Bairrense deu um pontapé na crise e conquistou a primeira vitória oficial em 2022/23. Dois pontapés, aliás, ambos por André Bento, responsável pelos golos do triunfo oureense em plena casa do Azinhaga Atlético Clube.

O emblema do Bairro ganhou por 2-0 e passou a somar 6 pontos, fruto desta vitória e dos três empates acumulados ao longo desta seis jornadas.

Com este triunfo, a turma de Vasco Pereira reentrou na discussão pelo apuramento para a Série 1 da 2.ª Fase, estando agora a apenas 2 pontos dos 2.º e 3.º classificados, Turquel e Alcobertas, respetivamente.

Os vizinhos de Seiça lideram este Grupo 4, com 16 pontos em 18 possíveis, e podem selar a qualificação já no próximo domingo, em casa do Grupo Desportivo de Sabacheira, formação tomarense orientada pelo oureense Armando Pessoa.

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Inter Distrital > Juventude Ouriense repete goleada ao São Vicentense

futsal-feminino-juventude-ouriense-6 Inter Distrital > Juventude Ouriense repete goleada ao São Vicentense

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Inter Distrital > Juventude Ouriense repete goleada ao São Vicentense

Rita Santos (3), Cristina Ferreira (2), Adriana Santos, Ana Azeitona, Ana Ferreira e Ana Rita Marques ajudaram o Juventude Ouriense a construir uma goleada robusta em São Vicente do Paul.

As pupilas de Sérgio Pinto foram ganhar a casa do São Vicentense, por expressivos 9-0, uma semana depois de terem goleado o Núcleo SCP Castelo Branco, no Caneiro.

Foi a segunda vitória em três jornadas disputadas no Campeonato Inter Distrital, prova liderada pelo GD Valverde, a única equipa só com vitórias na prova. O Juventude Ouriense segue com 7 pontos, a 2 das líderes e em igualdade com o Vitória de Santarém.

Este sábado, o Juventude Ouriense volta a São Vicente do Paul para selar o acesso à final da Taça Distrital. Está em causa o duelo da 2.ª mão com o São Vicentense, mas o resultado da 1.ª eliminatória não deixou margem para dúvidas: depois dos 14-1 no Caneiro, só uma hecatombe retirará Ana Rita Marques e companhia da luta pelo troféu.

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Leirienses levaram a melhor no Encontro de Tripela Adaptada (superiormente) organizado pelo CRIO e pela Casa do Bom Samaritano

tripela-crio-desporto-adaptado-3 Leirienses levaram a melhor no Encontro de Tripela Adaptada (superiormente) organizado pelo CRIO e pela Casa do Bom Samaritano

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Leirienses levaram a melhor no Encontro de Tripela Adaptada (superiormente) organizado pelo CRIO e pela Casa do Bom Samaritano

A equipa da OASIS Leiria foi a grande vencedora do VI Encontro de Tripela Adaptada, mas o que entrou na história foi mais um momento de convívio salutar entre dezenas de atletas das 11 instituições em competição.

Tal como o Derby noticiou, o VI Encontro de Tripela Adaptada estava agendado para esta terça-feira, em pleno pavilhão do Centro de Estudos de Fátima e com organização a cabo da Casa do Bom Samaritano local e do CRIO – Centro de Reabilitação e Integração de Ourém.

A fase de grupos foi intensa e a final bem disputada, com os leirienses da OASIS – Organização de Apoio e Solidariedade para a Integração Social a levaram a melhor sobre os escalabitanos da APPACDM – Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão com Deficiência Mental de Santarém.

Além dos finalistas e das equipas das duas entidades organizadoras, foram a jogo formações de CRIA – Centro de Recuperação e Integração de Abrantes, CERE – Centro de Ensino e Recuperação do Entroncamento, CRIT – Centro de Reabilitação e Integração Torrejano, CIRE –Centro de Integração e Reabilitação de Tomar, CRIAL – Centro de Reabilitação e Integração de Almeirim (CRIAL), O Ninho – Rio Maior e CERCICAPER Castanheira de Pera.

Depois do torneio, diretores, treinadores, atletas e demais colaboradores uniram-se à mesa, num almoço-convívio realizado nas instalações do CRIO.

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Dezembro à grande! Benfica e Sporting a caminho de Ourém… com visita a Marco Ramos pelo meio

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O Sporting da oureense Diana Silva e o Benfica jogam na Caridade neste final de ano

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Dezembro à grande! Benfica e Sporting a caminho de Ourém... com visita a Marco Ramos pelo meio

Três jogos, três provas de fogo! A equipa sénior feminina do Clube Atlético Ouriense termina 2022 com um miniciclo verdadeiramente infernal, defrontando Benfica, Famalicão e Sporting antes do Natal.

O primeiro duelo acontece já no próximo sábado, com a visita das águias a Ourém. O Benfica vem à Caridade defrontar o Atlético, num duelo a contar para a 8.ª jornada do Campeonato Nacional da 1.ª Divisão, chegando cá com sete vitórias noutras tantas jornadas da prova.

A 18 de dezembro, outro osso duro de roer: o sorteio da Taça de Portugal não foi amigo e colocou o Sporting no caminho do Atlético. A oureense Diana Silva e companhia voltam a Ourém, para defrontar a turma de César Matias, na 4.ª eliminatória da prova rainha.

Pelo meio, a exigência baixa… mas não muito: a 10 de dezembro, o Atlético visita o Futebol Clube de Famalicão, 5.º classificado no Campeonato, num duelo que marca o reencontro com Marco Ramos, treinador campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal ao comando das oureenses, que deixou o clube, já com a época em andamento, para assumir o cargo de técnico principal neste emblema minhoto.

Dezembro à grande, dezembro gordo, com pontapé de saída marcado para o próximo sábado, às 15 horas. O duelo com as águias tem transmissão em direto na Sport Tv 2… mas não há nada como assistir ao vivo em plena Caridade.

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Marco Ramos vai reencontrar o Atlético a 10 de dezembro

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Atletas do Serra D’Aire Trail Team em grande destaque no XTERRA

trail-serra-daire-mato-de-miranda-xterra Atletas do Serra D'Aire Trail Team em grande destaque no XTERRA
Carlos Duarte, Madalena Cartaxo, Lurdes Vital, Mónica Meirinho e André Rosário representaram o Serra D’Aire Trail Team

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André Rosário causou sensação na Maratona do XTERRA Trail de Mato Miranda, ao classificar-se entre os três primeiros da tabela geral absoluta, em representação do Serra D’Aire Trail Team.

O atleta da formação bairrense cumpriu os 40 km em 4h38m39, fechando a prova no 2.º lugar, a uma hora do grande vencedor, o alemão Robert Muellers, que cortou a meta quando o crono marcava 3h38m55s.

Paulo Roque e Renato Lopes também concluíram a Maratona do XTerra. O atleta do Fátima Trail Team foi 14.º, enquanto o representante (e presidente) do Juventude Ouriense cortou a meta no 15.º lugar.

Dupla vencedora
Madalena Cartaxo e Carlos Duarte fizeram par na prova de mistos nos 21km. Ela foi 3.ª da geral e vencedora do sector feminino, desta variante; ele foi 4.º da geral e 3.º atleta masculino. Resultado? 1.º lugar entre duplas.

Mónica brilha no minitrail
No minitrail de 11 km, Mónica Meirinho venceu a classificação feminina, depois de concluir a distância no 21.º lugar da geral absoluta. Lurdes Vital fez 4.º lugar entre as senhoras, foi 2.ª no escalão F45 e 32.ª na geral absoluta.

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Juventude Ouriense não fez sala no Caneiro! Patrícia Silva e Luís Santos venceram provas; Joana Marques também… e com recorde nacional

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Juventude Ouriense não fez sala no Caneiro! Patrícia Silva e Luís Santos venceram provas; Joana Marques também... e com recorde nacional

Depois de Tomás Silva ter estabelecido novo recorde nacional em provas do Campeonato de Sala, eis que outra arqueira do Juventude Ouriense instala um novo máximo nas contas do escalão de juniores femininas.

Joana Marques chegou aos 154 pontos na V Etapa do Campeonato Nacional de Sala, disputado em pleno Pavilhão Municipal do Caneiro, no último domingo. A atirar em casa, a atleta do Juventude Ouriense destacou-se com uma vitória no escalão respetivo, numa prova na qual a colega Célia Jorge também foi ao pódio (3.º lugar).

Esta etapa foi disputada na variante ‘Flint’, que implica tiros a distâncias variáveis de 6 a 27 metros. Ao anfitrião Juventude Ouriense juntaram-se mais oito emblemas, num total de 60 arqueiros e besteiros em prova.

Tomás Silva voltou a vencer em juniores masculinos, mas a atleta do dia voltou a ser a sua irmã, Patrícia Silva, vencedora do concurso para seniores femininas. O atleta do dia, esse, também pertence aos quadros do Juventude Ouriense: Luís Santos, vencedor da prova com Besta.

Tomás Jorge, Nuno Marques, Francisco Pereira, Diogo Prazeres, Daniel Vieira, Sérgio Poupado, Luís Neves e Paulo Almeida também representaram o Juventude Ouriense, emblema que concluiu a prova no 4.º lugar da tabela coletiva.

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Troféu para Espite! Susete da Silva conquistou a primeira edição do Leiria Trail Running Series após quatro provas… em três dias

trail-leiria-trail-running-series-espite-susete-da-silva-1 Troféu para Espite! Susete da Silva conquistou a primeira edição do Leiria Trail Running Series após quatro provas... em três dias

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Troféu para Espite! Susete da Silva conquistou a primeira edição do Leiria Trail Running Series após quatro provas... em três dias

trail-leiria-trail-running-series-espite-susete-da-silva-4-e1669725741600-252x300 Troféu para Espite! Susete da Silva conquistou a primeira edição do Leiria Trail Running Series após quatro provas... em três dias

Cerca de 75 quilómetros para trilhar entre sexta-feira à noite, sábado em dose dupla e domingo a fechar. Quatro provas no mesmo fim de semana, eis a proposta da primeira edição do Leiria Trail Running Series, um desafio à medida de Susete da Silva, grande vencedora do sector feminino da classificação geral.

A atleta do Clube Desportivo de Espite passou com sucesso pelas quatro etapas deste evento, lutando taco a taco pela vitória final com Maria Inês Oliveira (Lama Solta). Foi 24.ª classificada da geral, no Monte da Fraga; 13.ª n’ Ulmar; 18.ª em São Miguel das Areias e 20.ª na Rota da Moura.

Contas feitas, Susete terminou esta participação no 12.º lugar da classificação geral, composta pelos únicos 16 atletas que conseguiram cumprir este desafio com quatro frentes.

O Leiria Trail Running Series começou na sexta-feira, com o Night Run Monte da Fraga (18,5km). Evoluiu para os TRrilhos D’Ulmar (20 km) e para o Trail de São Miguel das Areias (15km), ambos no sábado. E terminou, no domingo, com a Rota da Moura (20km).

Tal mãe… tal filho
Depois de ter corrido a 1.ª etapa na companhia do companheiro de equipa… e de vida Vicente Marques (23.º lugar), Susete da Silva fechou a participação correndo com… o filho Ricardo na última etapa deste minicircuito.

Também em representação do Clube Desportivo de Espite, Ricardo Marques venceu a Rota da Moura, a única etapa em que participou ao longo deste fim de semana frenético.

Fátima Trail Team, presente!
Fábio Lamas também se destacou no Leiria Trail Running Series, terminando na 7.ª posição da classificação geral, resultante do somatório das quatro etapas.

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1.ª Distrital > Fátima volta de Salvaterra de Magos com a quarta derrota consecutiva

futebol-fatima-atletico-13-scaled 1.ª Distrital > Fátima volta de Salvaterra de Magos com a quarta derrota consecutiva

anuncio-filete-8000-×-2098-px-scaled 1.ª Distrital > Fátima volta de Salvaterra de Magos com a quarta derrota consecutiva

O Centro Desportivo de Fátima perdeu em Salvaterra de Magos e avançou para a quarta derrota consecutiva no Campeonato Distrital da 1.ª Divisão.

André Braga (21’) e Osvaldo Kifuco (80’) fizeram os golos da vitória do Salvaterrense e intensificaram a crise de resultados fatimense.

A turma de Mário Nélson prossegue na penúltima posição, abaixo da linha de água, mas a apenas 3 pontos da zona de segurança.

Domingo, o Centro Desportivo volta a jogar em Fátima, recebendo a Associação Desportiva de Mação, na 12.ª jornada da prova.

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