Categoria: Reportagens

Derby de Ourém! GRUDER deu a volta ao Cercal em jogo de tripla

2022.12.11-futsal-derby-gruder-cercal-7-scaled Derby de Ourém! GRUDER deu a volta ao Cercal em jogo de tripla
Carvalho voltou a ser decisivo, assinando o golo da vitória no Derby de Ourém

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assinatura-antonio-adao-224x300 Derby de Ourém! GRUDER deu a volta ao Cercal em jogo de triplaIntenso, frenético, eletrizante! O Derby de Ourém entre GRUDER e Cercal arrastou a incerteza até ao último apito e podia ter caído para qualquer lado. Ganhou a equipa da casa, mas o empate também assentava bem e nem a vitória do Cercal não seria difícil de justificar.

O GRUDER abriu as hostilidades com duas oportunidades num par de minutos, mas o Cercal também não se acanhou. Fábio Gonçalves atirou cruzado e ao lado, antes de Luís Pereira obrigar o guardião visitante a brilhar pela primeira vez. Pelo meio, Pedro Lopes quase surpreendeu o guarda-redes da casa, mas Luís Miguel Antunes não foi na conversa.

Em jeito de parada e resposta, o jogo começou a ferver logo aos 6 minutos, quando Pedro Lopes atirou a contar, na sequência de uma bola parada (bem) combinada. Ali nas barbas do banco da casa, Rui Pereira tocou para trás, Costa disparou ao segundo pau e Lopes meteu o pé no 1-0.

O Cercal adiantou-se e por pouco não celebrou o 2-0, por Rodrigo Ferreira, aos 13 minutos. O GRUDER acusou o toque e assumiu o jogo, mas nunca conseguiu dominar os vizinhos. Resultado? Trabalho redobrado para os guarda-redes, sobretudo para o visitante. Mauro Lebre deu sequência à excelente exibição da semana anterior e manteve o Cercal na frente até ao intervalo.

Aliás, a 1.ª parte fechou com (mais) uma grande intervenção de Mauro Lebre, desta vez a negar o empate a Marco Brazeta. O Cercal foi para o intervalo feliz da vida, enquanto o GRUDER saiu para a cabine a lamentar a inspiração do guarda-redes contrário e a precisar de um ‘abre latas’ para furar a resistência visitantes.

No reatamento, Filipe Carvalho sacou um calcanhar da cartola, mas Lebre não se iludiu. Não foi no primeiro minuto, foi no terceiro: o capitão Fábio Moleiro puxou a culatra atrás e atirou o empate para o fundo das redes.

A igualdade acalmou os ânimos, mas não durou 10 minutos. Depois do golo, a assistência: Moleiro puxou meia equipa rival para si e ofereceu o 2-1 a Filipe Carvalho. O jogo virou, mas o filme foi o mesmo e só mudaram os protagonistas.

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Mauro Lebre esteve em evidência na baliza do Cercal, sobretudo durante a 1.ª parte

Mauro Lebre não voltou a ser batido, mas cedeu o palco a Luís Miguel Antunes. O guarda-redes do GRUDER partiu para uma exibição de sonho, negando a festa a Rodrigo, com a ponta da sapatilha, no minuto imediatamente a seguir ao golo de Carvalho.

O cronómetro avançou, a cena foi-se repetindo e quando não era Luís Miguel Antunes… era a barra. Já depois de o guardião ter travado as tentativas de Rui Pereira e Luís Ferreira, na mesma jogada, foi a vez de Rodrigo trocar a força pela técnica para disparar em arco, mas à trave do GRUDER.

Atento a cada oportunidade de atacar, a equipa da casa andou perto do 3-1, mas também não teve sorte porque quando não estava Mauro, estava o poste… Que o diga Luís Pereira, que deixou a base do ferro direito a zurzir com a potência do seu remate, já na ponta final.

O Cercal intensificou a pressão, forçou o GRUDER a cometer a 5.ª falta (que seria apenas a 4.ª, segundo o banco da casa), mas não chegou a beneficiar deste factor.

Luís Miguel Antunes voltou a dar o corpo ao manifesto e evitou o empate, travando uma nova tentativa de Luís Ferreira e um vólei de Rui Pereira. Pelo meio, uma minipolémica: Filipe Carvalho sucumbiu à exaustão, enrolou-se com a bola no chão e deixou os cercalenses a reclamar a 6.ª falta, alegando que o pivot meteu mão à bola para travar o ataque ao rival.

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Luís Miguel Antunes fechou a baliza do GRUDER na 2.ª parte

A dupla de arbitragem nada assinalou e o Derby de Ourém terminou como começou: com Mauro Lebre em grande evidência ao evitar mais um golo de Moleiro.

O GRUDER levou 3 pontos para a Ribeira do Fárrio, mas o Cercal também merecia ter sido feliz. Para a história fica um verdadeiro ‘jogão’, entre duas equipas que provaram ser as melhores da atualidade no Concelho de Ourém. Só falta arrepiar caminho tabela acima e mascarar diferenças para combater as equipas com mai$ argumento$.

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Este Derby foi rasgadinho mas jogado com respeito e lealdade. Os protagonistas deram o que tinham e o que não tinham. Filipe Carvalho deixou tudo em campo e saiu assim. Missão cumprida.

Derby de Ourém! Juventude Ouriense bem afinado bate Vale Travesso… embruxado

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assinatura-antonio-adao-224x300 Derby de Ourém! Juventude Ouriense bem afinado bate Vale Travesso… embruxadoDerby que é derby é intenso e arrebatador. Este não foi exceção e até começou com uma tremenda carga de emoção. A Associação de Cultura e Desporto do Vale Travesso rendeu homenagem a Tomás Oliveira, jovem oureense recentemente falecido.

Para cumprir um minuto de silêncio antes do pontapé de saída, era preciso que o clube tivesse feito chegar um pedido oficial à Associação de Futebol de Santarém.

Sem tempo para burocracias numa hora em que o regulamento deveria ser relegado para segundo plano, os jogadores prestaram tributo quedando-se imóveis assim que a dupla de arbitragem fez soar o apito inicial.

O Juventude Ouriense associou-se à homenagem e não houve futsal durante o primeiro minuto do derby.

Cumprida a homenagem, Tiago Santos abriu as contas, adiantando o Juventude Ouriense. Em desvantagem, o Vale Travesso lançou-se na frente, mas desperdiçou um par de oportunidades soberanas e foi a equipa da casa que acabou por ampliar a vantagem, graças a um golo do capitão Ricardo Reis.

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A vencer por 2-0, o Juventude Ouriense manteve o sangue frio e os níveis de concentração. Os azuis cederam o controlo das incidências, mas nunca se deixaram dominar por completo. Em desvantagem, o Vale Travesso fez pela vida, mas faltou sempre uma pontinha de sorte para equilibrar o resultado.

O intervalo não tirou ritmo ao derby. O Vale Travesso voltou para a 2.ª parte decidido a reduzir o fosso, mas o Juventude Ouriense nunca facilitou e chegou ao 3-0 num lance de insistência e à boleia de uma infelicidade de Sousa, que acabou por marcar na própria baliza.

O Derby de Ourém parecia decidido quando Pedro Santos meteu lenha na fogueira. Paulo Azeitona já tinha negado a festa do Vale Travesso num bom par de ocasiões, mas o pivot foi insistindo até que a bola entrou, para delírio da Fúria, a ruidosa claque do Vale Travesso, hoje mais contida pelas tristes razões supracitadas.

O jogo reanimou, os visitantes andaram perto do 3-2, mas foram os da casa que fizeram o 4-1, quando Tiago Santos fez o segundo da conta pessoal.

O Vale Travesso colocou toda a carne no assador, quando o treinador Luís Ferreira apostou no 5×4 com Ruas na pele de guarda-redes avançado. Só que a estratégia não resultou e o Juventude Ouriense não perdoou, com Rafael Baptista e Diogo Graça a aproveitarem a passadeira para estender o resultado até à meia dúzia.

Num Derby de Ourém com arbitragem segura de Nuno Filipe Ferreira e Rodolfo Condeço, o Juventude Ouriense foi um justo vencedor, embora o resultado seja tão expressivo quanto… enganador. Nada belisca a vitória dos azuis, mas os números pecam pelo exagero. A turma de Xavier Costa cumpriu o plano na íntegra e foi muito mais eficaz, ao contrário dos visitantes, que tiveram oportunidades suficientes para construir um resultado bem melhor.

Foi a segunda vitória do Juventude Ouriense no Campeonato Distrital, ao cabo de 7 jornadas. Os azuis somam agora 7 pontos, contra nenhum do Vale Travesso.

Este domingo, há outro Derby de Ourém para jogar (e para ver): GRUDER e Cercal jogam na Freixianda, a partir das 17h30.

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Derby de Ourém! GRUDER implacável assume a despesa e tira o Juventude Ouriense da Taça

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Derby de Ourém! GRUDER implacável assume a despesa e tira o Juventude Ouriense da Taça

assinaturas-222x300 Derby de Ourém! GRUDER implacável assume a despesa e tira o Juventude Ouriense da TaçaO Juventude Ouriense precisava de anular a desvantagem de 4-1, mas quando deu por ela… já perdia por 3-0. O GRUDER abordou o jogo com maior consistência, concentração e eficácia, fazendo por merecer a qualificação bem cedo.

Luís Pereira, Filipe Carvalho e Flávio Santos fizeram 3 golos em 5 minutos e a eliminatória ficou fechada logo na 1.ª parte. A debacle do Juventude Ouriense encontra justificação numa entrada com o pé esquerdo, mas a arbitragem também não ajudou.

Não que o GRUDER tenha sido escandalosamente beneficiado. Não o foi. Antes porque a dupla de arbitragem composta por Nuno Ferreira e Maria Carvalho não estava nos seus dias. Demasiadas falhas pequenas tornaram-se num grande obstáculo emocional para uma equipa a ver o tapete fugir.

Este Derby de Ourém só estabilizou depois do intervalo. Alheio à crise nervosa dos rivais, o GRUDER passou a gerir a vantagem, enquanto o Juventude Ouriense lá conseguiu estabilizar-se ao ponto de reentrar na discussão. Tiago Reis já tinha reduzido antes do intervalo, pelo que o golo de Micael ‘Rooney’ Faria foi ouro sobre azul, a abrir a 2.ª parte.

Sucede que os visitantes não tremeram. Não só mantiveram a vantagem, como também a ampliaram, por intermédio de Hugo Simões, num lance que fluiu na expulsão do guarda-redes da casa. Becas envolveu-se num sururu e acabou punido com cartão vermelho.

Intratável, o GRUDER fechou em 5-3, novamente por Filipe Carvalho, autor de quatro dos nove golos apontados pelo emblema da Ribeira do Fárrio, no par de mãos desta eliminatória.

A turma de Jorge Xana segue para a 2.ª eliminatória da Taça Distrital, um desfecho perfeitamente ajustado face ao somatório de tudo o que aconteceu na Freixianda e no Caneiro.

Na próxima fase, o GRUDER junta-se aos vizinhos oureenses de Cercal e Vale Travesso, ambos isentos da 1.ª eliminatória.

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Derby de Ourém! Caxarias e Vilarense empatam jogo com muita vontade e pouco juízo

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assinatura-antonio-adao-224x300 Derby de Ourém! Caxarias e Vilarense empatam jogo com muita vontade e pouco juízoUm golo para cada lado, duas expulsões num par de minutos, uma lesão grave com direito a ambulância, muita emoção (e algum exagero) na bancada e uma arbitragem infeliz fizeram a história de um Derby de Ourém.

Reportagem Derby nas próximas horas 

 

Centro de Cultura e Desporto de Caxarias e Clube Desportivo Vilarense empataram a uma bola, no Campo da Chã, num duelo a contar para a 8.ª jornada da Série B da 2.ª Divisão Distrital.

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Derby de Ourém! GRUDER elimina Juventude Ouriense e segue em frente na Taça

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assinaturas-222x300 Derby de Ourém! GRUDER elimina Juventude Ouriense e segue em frente na TaçaO GRUDER voltou a vencer o Juventude Ouriense no terceiro Derby de Ourém no espaço de um mês. A turma da Ribeira do Fárrio foi ganhar ao Caneiro, por 5-2, confirmando o favoritismo que a vitória da 1.ª mão fazia antever.

Reportagem Derby nas próximas horas

 

Depois dos 4-1 na Freixianda, o GRUDER sela a eliminatória num total de 9-3, deixando a Juventude Ouriense pelo caminho e garantindo a qualificação para a próxima fase da Taça Distrital, patamar onde já estão Cercal e Vale Travesso, ambos isentos desta 1.ª eliminatória

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Exclusivo Derby! Pedro Gil Vieira e a vitória em Fátima «Merecemos os três pontos e fomos justos vencedores»

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Exclusivo Derby! Pedro Gil Vieira e a vitória em Fátima «Merecemos os três pontos e fomos justos vencedores»

assinatura-derby-com-nuno-henriques-196x300 Exclusivo Derby! Pedro Gil Vieira e a vitória em Fátima «Merecemos os três pontos e fomos justos vencedores»A derrota caseira com o lanterna vermelha exigia do Atlético uma resposta cabal em pleno Derby de Ourém. Assim foi. O emblema da Caridade não facilitou e impôs-se no Campo João Paulo II, vencendo por 3-1.

Em declarações exclusivas ao Derby, Pedro Gil Vieira deu conta de toda a sua satisfação pelo regresso às vitórias.

“Merecemos os três pontos e fomos justos vencedores do Derby de Ourém”, sublinhou, avançando aquilo que entende como a chave do jogo: “Os nossos jogadores quiseram mais do que os do Fátima, o que faz toda a diferença nestas divisões.”

“Sabíamos que um derby é sempre um jogo especial. Viemos aqui para ganhar os três pontos, algo que não tínhamos conseguido no último jogo, diante do Benavente, apesar de sabermos que tínhamos condições para vencer”, admitiu Pedro Gil Vieira, reconhecendo a má abordagem dos oureenses no duelo anterior, diante do último classificado.

 

“Os nossos jogadores quiseram mais do que os do Fátima, o que faz toda a diferença nestas divisões”

 

“Contra o Benavente, faltou algum querer. Não podemos pensar só nas bolas que bateram nos postes. Temos de saber que também temos de defender quando não temos bola. Faltou mais atitude defensiva, sobretudo nos momentos de transição. De resto, às vezes a bola entra, outras vezes não entra… Faz parte do jogo”, considera.

Apostado em fazer uma prova sem sobressaltos, o Atlético tem sido uma das equipas-sensação. Soma 5 vitórias e 2 empates em 10 jornadas. Com um terço do campeonato disputado, os oureenses estão 8 pontos acima da zona de aflição. E até os 10 pontos de avanço sobre os vizinhos de Fátima são um incentivo à navegação.

Esperava o treinador tão boa classificação? “Esperar, esperar, esperamos sempre. Ou pelo menos trabalhamos para tal. Só que nem sempre nem sempre conseguimos. Temos os nossos argumentos, temos a nossa equipa e o que nos é pedido é que sejamos competitivos em todos os jogos”, argumenta Pedro Gil Vieira.

Nestas 10 jornadas, o Atlético já se destacou por um conjunto de proezas estatísticas: foi a penúltima equipa a perder pela primeira vez, prolongou para 9 jogos a série de duelos sem perder na Caridade, teve o melhor ataque da prova ao longo de várias jornadas e tem o melhor marcador do Campeonato.

“Temos bons executantes, temos uma equipa a trabalhar para os homens da frente e as coisas acabam por acontecer. O golo é o fruto do trabalho coletivo”

 

Só o União de Tomar marca mais golos. O Atlético já leva 21 e está entre as únicas duas equipas com média igual ou superior a 2 golos por jogo. Pedro Gil Vieira não esconde a satisfação perante os números, mas não deixa de lamentar os 17 golos encaixados até ao momento.

“Chateia-me mais o factor dos golos sofridos… Olho mais para o aspecto defensivo e nós temos consentido alguns golos. A nível ofensivo, temos bons executantes, temos uma equipa a trabalhar para os homens da frente e as coisas acabam por acontecer. O golo é o fruto do trabalho coletivo. Se trabalharmos bem, coletivamente, quem estiver lá na frente, vai estar mais perto de fazer golos. Seja o Gameiro ou outro avançado qualquer.

Domingo, o Atlético Ouriense volta a casa para defrontar o Clube Desportivo Amiense, um rival tradicionalmente difícil dentro… e fora do campo.

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Exclusivo Derby! Mário Nélson exige reação em Fátima: «É nestas horas que se veem os homens!»

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Exclusivo Derby! Mário Nélson exige reação em Fátima: «É nestas horas que se veem os homens!»

assinatura-derby-com-nuno-henriques-196x300 Exclusivo Derby! Mário Nélson exige reação em Fátima: «É nestas horas que se veem os homens!»Três derrotas consecutivas, sete em 10 jornadas disputadas e uma classificação teimosamente abaixo da linha de água. O Centro Desportivo de Fátima continua em dificuldades na 1.ª Distrital, mas Mário Nélson não atira a toalha ao chão e indica o caminho: “É nestas horas que se veem os homens, é nestas horas que temos de mostrar carácter e dignidade. Vamos trabalhar para dar a volta!”

Em declarações exclusivas ao Derby, logo após a derrota caseira com o Atlético Ouriense, o treinador do CD Fátima justificou mais este desaire com um problema há muito identificado e à vista de todos os que assistiram ao Derby de Ourém: a ineficácia da sua equipa.

“Não finalizamos, não estamos a conseguir fazer golos. E sofrer desta maneira, cria instabilidade”, reconhece Mário Nélson, na análise a um jogo que começou com duas oportunidades para o Atlético nos primeiros minutos, mas igualmente marcado pela incapacidade finalizadora do Fátima nos momentos seguintes.

Sinceramente, não merecíamos perder este jogo. Mas temos de aceitar porque foi a nossa incompetência na hora de finalizar que nos fez perder

 

“Corrigimos ao intervalo, falámos com os jogadores e lembrámos que era muito importante ter estabilidade emocional para ir à procura de outro resultado. Também dissemos que não era um golo que ia abalar o que tínhamos feito na 1.ª parte. Na 2.ª parte, entrámos à procura do empate e tivemos bolas para o conseguir. Mas não marcámos e o Ouriense acabou por fazer 2-0. Mesmo assim, respondemos, reduzimos, criámos mais oportunidades para voltar a marcar. Nada a dizer aos meus jogadores. Lutaram e foram dignos. Só que não estamos a conseguir finalizar…”, reforça.

Mário Nélson aceita a vitória do Atlético Ouriense, mas sublinha que o ‘seu’ Fátima só não foi feliz… por culpa própria. “Entrámos bem no jogo, tentámos assumir. O Ouriense fez o papel dele, que era explorar as nossas costas, nas transições, com o Lucas e o Gameiro na frente, dois jogadores que trabalham muito. Nós sabíamos que eles vinham jogar assim e estávamos preparados para este jogo. Mas somos uma equipa jovem e quando os resultados não ajudam, os miúdos tremem em momentos decisivos”, lamenta.

“Somos uma equipa jovem e quando os resultados não ajudam, os miúdos tremem em momentos decisivos”

 

“Há momentos que decidem jogos. O Lucas Russo aparece isolado na área do Ouriense, antes do 2-0… Eles marcaram e nós não. Sinceramente, não merecíamos perder este jogo. Mas temos de aceitar porque foi a nossa incompetência na hora de finalizar que nos fez perder este jogo. Temos de sofrer, temos de sentir. É triste, sentimos muito esta derrota e vamos trabalhar para dar a volta”, reforça, garantindo: “Algum dia a bola tem de entrar. Estou orgulho dos meus jogadores!”

O Centro Desportivo de Fátima segue no 15.º e antepenúltimo lugar da classificação, com apenas 7 pontos em 30 possíveis. Domingo, os grenás vão a Salvaterra de Magos defrontar o Salvaterrense, 11.º colocado, com 11 pontos.

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Derby de Ourém! Gameigol e os dois e meio que nem São Francisco evitou

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Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Derby de Ourém! Gameigol e os dois e meio que nem São Francisco evitou

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Quem tem um ponta de lança com golo da cabeça aos pés, tem tudo. Diogo Gameiro foi o grande protagonista do Derby de Ourém, revelando-se absolutamente decisivo na vitória do Clube Atlético Ouriense em casa do Centro Desportivo de Fátima.

A turma de Pedro Gil Vieira foi ganhar a casa da formação de Mário Nélson, numa vitória justa, mas bem mais difícil do que o resultado possa sugerir. Mais experiente, mais eficaz e melhor preparada para um derby desta dimensão, a equipa do Atlético superou um Fátima irreverente, corajoso, mas inexperiente e sem sangue frio para morder o adversário no momento certo.

Celebração… precoce
Ainda muitos adeptos procuravam lugar de estacionamento e já os visitantes lamentavam duas oportunidades desperdiçadas nos minutos iniciais. Dylan teve o golo no pé, mas Duarte Conceição desviou para canto. Na sequência, Tico subiu mais alto e disparou de cabeça, valendo Filipe Gabriel a estancar a bola sobre a linha.

Jovens mas irreverentes
Apesar do susto, o Fátima não se encolheu e também criou oportunidades: lançado na profundidade, Rafael Reis ganhou as costas da defesa rival e só não marcou porque Palaio fez de líbero e sacou-lhe a bola no limite.

Estavam decorridos apenas 5 minutos e o Fátima só precisaria de mais 7 para voltar a colocar o Atlético em sentido: esquecido na pequena área, Rafael Reis teve tudo para empatar… mas fechou os olhos e atirou ao lado.

O Atlético controlava e também assustava. O relógio marcava 14 minutos quando o capitão Dino despejou um livre para o interior da área e o central Bernardo Martins cabeceou ao lado.

Francisco salva…
Quatro minutos depois, Diogo Gameiro surpreendeu defesa rival ao reaproveitar uma boa aparentemente perdida. De costas para a baliza e de ângulo apertado, rematou à meia volta, apanhando Francisco Silva em contrapé, mas não totalmente desprevenido, naquela que foi a primeira de várias intervenções de calibre assinadas pelo guardião fatimense.

… Palaio complica
Pior esteve Palaio, lá do outro lado, dois minutos depois. Também numa jogada morta, o guarda-redes meteu água e a bola andou ali a rondar a linha de golo sem que nenhum jogador da casa aparecesse para ser feliz. Um lance infeliz que não belisca uma exibição segura de um guarda-redes com presença e autoridade.

Lucas liga a mota, Gameiro mete gasolina
Aos 22 minutos, o primeiro momento de festa. Lucas soltou os cavalos sobre a direita, fez gato-sapato da defesa contrário e meteu o golo nos pés de Gameiro. O goleador não se fez rogado e atirou a contar pela primeira vez.

Polémica na área
Dois minutos depois e com o Fátima ainda atarantado pelo 1-0, Dylan ganhou espaço na quina direita da pequena área e tentou a sorte. Atento, Filipe Gabriel deslizou para fechar o ângulo e cortou a bola junto ao poste direito. O Atlético pediu penalty por mão na bola, mas o experiente Hugo Silva não foi da mesma opinião. Análise Derby: a bola vai ao braço do fatimense quando este está deitado no chão, de costas para a bola e com o braço encostado ao corpo. Boa decisão do árbitro, mesmo sem VAR 😉

São Francisco nas alturas
Aos 26 minutos, mais um pontapé de livre para o Atlético, mais uma oportunidade soberana. Dino coloca com conta peso e medida na cabeça de Tico, que desfere uma cabeçada certeira para um golo de belo efeito… que só o seria se o guarda-redes rival fosse outro. Felino, Francisco Silva voou para uma das melhores defesas da temporada, negando o 2-0 aos visitantes com uma intervenção verdadeiramente divina.

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Meteram gelo
Depois de uma primeira meia hora frenética, as equipas meteram gelo no jogo e este caiu de ritmo, registando-se apenas mais um lance de perigo, mas nem tanto: aos 45 minutos, Dino atirou muito acima da trave, concluindo mal uma boa jogada de entendimento entre Lucas e Dylan.

Intervalo
O Atlético Ouriense foi em vantagem para o descanso, depois de ter concretizado uma das muitas oportunidades para ser feliz. Apesar da boa réplica, o Fátima não conseguiu equilibrar o duelo no primeiro tempo e só entrou vivo na 2.ª parte graças à qualidade do seu guarda-redes.

Arranca a 2.ª parte e o primeiro lance de perigo é do Fátima, que se envolve no ataque aos 55 minutos e só não empata porque Bernardo Martins está atento e corta para canto.

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Russo agitador
Aos 54 minutos, Mário Nélson trocou Filipe Matos por Lucas Russo e o camisola 19 do Fátima depressa mostrou ao que vinha. Mais rápido do que os rivais, apareceu solto na cara de Palaio e só não marcou porque o guarda-redes foi rápido a sair da área para eliminar o perigo. Estava dado o aviso…

Mais cabeça
O Fátima está mais balanceado na frente, mas o Atlético não perde o Norte… e amplia a vantagem, aos 62 minutos. Tomás Silva avança sobre a direita, ganha a linha e cruza para a cabeça de Diogo Gameiro, que atirou colocado para o fundo das redes.

Apesar do golpe, o Fátima não atira a toalha ao chão e só não reduz no minuto seguinte porque, porque… Livre para o interior da área e bola a passear sobre a linha sem que nenhum fatimense se chegue à frente para reduzir.

Toma lá, dá cá
Aos 38 minutos, Diogo Gameiro tem o hat-trick nos pés… mas atira ao lado com boa dose de escândalo.

Na sequência, o Fátima vai em frente e lança a confusão na área do Atlético. O pânico é tanto que Dino atira ao poste para evitar o canto. Não terá sido essa a intenção do capitão do Atlético mas a verdade é que o alívio quase deu autogolo e o resultado não foi melhor: depois de embater com violência na base do poste esquerdo de Palaio, a bola caiu redonda no pé direito de Francisco Branco, que atirou a contar.

Quem não mata… morre
Com 5 minutos (e os pozinhos da compensação) para jogar, o Fátima atirou-se à igualdade de cabeça e podia ter feito o 2-2 um minuto depois do 2-1. Mas não fez… Perdeu-se uma oportunidade soberana na cara de Palaio e o Atlético ganhou o jogo logo ali.

Diogo Gameiro confirmou a vitória aos 90 minutos, atirando a contar uma bola que ainda desviou em Duarte Conceição. A Associação de Futebol de Santarém registou autogolo por indicação da equipa de arbitragem, mas a bola de Gameiro levava destino de golo.

Apito final
O Atlético voltou a ganhar, duas jornadas depois, e passou a somar mais 10 pontos em relação ao Fátima. A formação de Pedro Gil Vieira continua a destacar-se pela positiva, demonstrando que é possível ser feliz… com pouco dinheiro e muito trabalho.

Em Fátima, intensifica-se uma crise que acaba por ser natural face ao contexto: equipa com qualidade, mas demasiado inexperiente. Sem vencer em casa, com apenas duas vitórias em 10 jornadas, os grenás seguem abaixo da linha de água. Ainda assim, o cenário não espelha a qualidade do plantel e do treinador. Pelo futebol demonstrado na maioria dos jogos realizados, os fatimenses mereciam outra pontuação e já provaram que podem estar vários níveis acima. É dar tempo ao tempo.

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Diogo Gameiro foi a grande figura do Derby de Ourém, apontando três golos… ou ‘dois e meio’ segundo o relatório do árbitro

1.ª Distrital > Atlético mete mais um coleção: 9 jogos consecutivos sem perder na Caridade

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Luta intensa entre Atlético e Os Águias terminou com um triunfo justo para a turma da casa

assinatura-antonio-adao-224x300 1.ª Distrital > Atlético mete mais um coleção: 9 jogos consecutivos sem perder na Caridade

Com um golo a abrir e outro a fechar, o Atlético Ouriense selou o quarto triunfo em sete jornadas da 1.ª Distrital. A turma de Pedro Gil Vieira manteve o 5.º lugar, seguindo a meros 3 pontos do líder Samora Correia.

Tomás Silva abriu a contagem logo aos 5 minutos, mas o Atlético só garantiu o triunfo… 90 minutos depois. Corria o quinto minuto da compensação quando Diogo Gameiro fez gato-sapato da defesa rival e deu a bicada final n’ Os Águias.

A formação de Alpiarça bateu-se com galhardia, num duelo equilibrado, que até poderia ter tido outro desfecho, mas no qual sobressaiu a organização coletiva do Atlético Ouriense, que soube defender a vantagem sem deixar de procurar o golo da tranquilidade.

A vitória sobre Os Águias traduziu o 9.º jogo consecutivo do Atlético sem derrotas na condição de visitado. Tal como o Derby noticiou, os oureenses não perdem na Caridade desde 20 de março deste ano. Daí para cá, quatro jogos sem perder referentes à época passada, mais cinco já em 2022/23.

No próximo domingo, há duelo de ‘Atléticos’ em Alcanena, com embate entre Alcanenense e Ouriense, num desafio marcado pelo reencontro de Pedro Gil Vieira com a equipa que treinou entre 2019 e 2021.

futebol-atletico-ouriense-os-aguias-4 1.ª Distrital > Atlético mete mais um coleção: 9 jogos consecutivos sem perder na Caridade
Pedro Gil Vieira soma nove jogos consecutivos sem perder no Campo da Caridade

Caxarias pisou o vermelho mas Vasco da Gama não colocou o pé em rama verde

futebol-caxarias-vasco-da-gama-2022-20 Caxarias pisou o vermelho mas Vasco da Gama não colocou o pé em rama verde

Centro de Cultura e Desporto de Caxarias e Vasco da Gama abriram a Série B da 2.ª Distrital com um Derby de Ourém, na Chã. A irreverência de ambas as equipas e a qualidade dos dois treinadores, prometia um jogo equilibrado. Dito e feito. Houve cartões, quezílias e uma expulsão, mas faltaram os golos para animar uma bancada praticamente lotada no apoio a estes dois emblemas oureenses.

O Derby acompanhou todas as incidências na Chã e conta-lhe tudo o que precisa de saber sobre este primeiro embate entre oureenses.

assinatura-derby-cronica-212x300 Caxarias pisou o vermelho mas Vasco da Gama não colocou o pé em rama verdeCaxarias 0 – 0 Vasco da Gama

 

Caxarias | Francisco Ferreira; Manecas (Pedro Alves, 71′), Marco Freitas, Rúben Mano, Luís Lopes; Fábio Martins, Francisco Simões, António Pinto (Ludovic, 87′); Breno Melo (João Verdasca, 87′), Dudu e Vítor Félix (Gonçalo Mendes, 41′).

Suplentes não utilizados: Francisco H. Ferreira, Manuel Domingues e Paulo Antunes.

 

Vasco da Gama | Ricardo Henriques; João Marques, Samuel Santos, Tiago Ferreira; António Vaz (Samuel Formiga, 71′), Miguel Reis (Afonso Reis, 55′), André Pereira (Rafael Rodrigues, 71′), Rúben Oliveira (Rui Santos, 71′), David Anjos; Rodrigo Reis e Miguel Santos.

Suplentes não utilizados: João Neves, Marco Marques e Pedro Gil.

 

Equipa de arbitragem | Ana Rita Marques, auxiliada por Rafael Escudeiro e Miguel Rodrigues Disciplina |Cartões amarelos a Rúben Mano (32′), Gonçalo Mendes (45’+2), Miguel Reis (50′) e Francisco H. Ferreira (50′); Cartão vermelho direto a Marco Freitas (34′)

 

futebol-caxarias Caxarias pisou o vermelho mas Vasco da Gama não colocou o pé em rama verde

 

6’ Primeira situação de perigo iminente! Um cruzamento da esquerda encontra Rodrigo Reis completamente solto na área do Caxarias. O atacante do Vasco da Gama tem a faca e o queijo na mão mas finaliza em souplesse contra a mancha de Francisco Ferreira

 

14’ Vítor Félix evoluiu pela esquerda do ataque do Caxarias, ganha a linha final e cruza com veneno, mas ninguém emenda e o lance não passa de um susto para o guardião Ricardo

 

33’ Rúben facilita, perde a bola e comete falta no limite da área da casa. Livre direto e cartão amarelo para o ‘6’ do Caxarias. Na conversão do livre, o Vasco da Gama fica perto do golo, mas Francisco Ferreira nega a festa com uma defesa felina

 

CARTÃO VERMELHO!
34’
O Vasco da Gama joga de peito aberto, pressiona na saída de bola e força o erro dos rivais. Marco Freitas vacila, comete falta e acaba expulso: vermelho direto por travar um adversário com via aberta para a baliza do Caxarias

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35’ Já com o Caxarias reduzido a ‘10’, o Vasco da Gama tenta tirar dupla vantagem do lance, abrindo o ativo na marcação do livre direto. Não esteve longe… André Pereira coloca em arco, mas Francisco Ferreira voa para mais uma intervenção de nível, desviando a bola por cima da trave

 

41’ Telmo Ferreira acerta agulhas: troca o extremo Vítor Félix pelo tampão Gonçalo Mendes. O Caxarias passa a alinhar em 4x3x2: Manecas, Fábio Martins, Rúben e Luís Lopes, na defesa; Gonçalo, Francisco Simões e António Pinto, no meio; Breno e Dudu, na frente

 

43’ António Pinto coloca Breno na cara do golo, mas o atacante brasileiro tira mal as medidas e atira o chapéu ao lado

 

 

45+2 Ana Rita Marques perde a paciência perante os protestos de Gonçalo e adverte o médio da casa com cartão amarelo

 

45+3 António Vaz remata forte, mas Fábio Martins dá o corpo à bala e desvia a tentativa do Vasco da Gama, antecipando-se ao guardião da casa

 

INTERVALO
Ana Rita Marques dá por terminada a 1.ª parte e os jogadores do Caxarias fazem ouvir a indignação. Rodeiam a árbitra, protestando perante a alegada dualidade de critérios, mas a rápida intervenção do treinador do Caxarias mata o protesto à nascença. Telmo Ferreira afasta os seus jogadores e cumprimenta o trio de arbitragem em jeito de incentivo. A atitude merecia um Cartão… Branco, mas a juíza achou que não era caso para tanto

futebol-caxarias-vasco-da-gama-2022-5 Caxarias pisou o vermelho mas Vasco da Gama não colocou o pé em rama verde

 

55’ O jogo está morno, o Vasco da Gama não consegue tirar vantagem da superioridade e Tiago Silva tenta agitar as águas, lançando Afonso Reis no lugar de Rodrigo Reis

 

58’ Rúben Oliveira isola-se e fica cara a cara com Francisco Ferreira, no limite da área. Quando podia adornar a bola e tentar contornar o guarda-redes do Caxarias, o jogador do Vasco da Gama tentou meter-lhe a bola por cima… e de cabeça. A tentativa sai frouxa e desviada, com Manecas a tomar conta do lance, patrulhando a redondinha até à linha final

 

65’ Miguel Santos isola-se em zona central, fica na cara do golo, mas hesita e cede à pressão de Ruben, atirando contra Francisco Ferreira, que saíra da baliza para ajudar a estancar este ataque

futebol-caxarias-vasco-da-gama-2022-6 Caxarias pisou o vermelho mas Vasco da Gama não colocou o pé em rama verde

 

 

71’ O Vasco da Gama promove três alterações, enquanto o Caxarias responde com uma: Pedro Alves rende o capitão Manecas. Do lado dos visitantes, entram Rui Santos, Rafael Rodrigues e Samuel Formiga para os lugares de Ruben Oliveira, André Pereira e António Vaz

 

85’ Os treinadores bem tentam, mas o jogo não aquece nem arrefece e é preciso esperar pelos últimos instantes para fazer render o bilhete. David Anjos facilita em zona proibida, Pedro Alves rouba a bola e avança para a baliza mas atira frouxo e sem nexo, quando tinha campo para correr e nenhum adversário além do guardião Ricardo

 

87’ Telmo Ferreira lança João Verdasca e Ludovic para os lugares de Breno e António Pinto

 

90’+2 A última oportunidade do jogo é para os homens da casa, mas Pedro Alves volta a falhar o alvo, desta vez, atirando de cabeça por cima da trave

 

 

90’+4 Dudu é punido com cartão amarelo, no último lance do jogo

 

 

Apito final
O primeiro Derby de Ourém da temporada termina sem golos. O desafio entre Caxarias e Vasco da Gama acabou fortemente condicionado pela expulsão (justa) de Marco Freitas, que obrigou a repensar estratégias de parte a parte.

A turma de Boleiros-Maxieira veio à Chã jogar sem receios e a formação da casa respondeu na mesma moeda. Mesmo reduzido a dez unidades, o Caxarias não se encolheu (em demasia) nem deixou de procurar a vitória, perante um Vasco da Gama com personalidade mas sem argumentos para consumar a vantagem numérica em golos.

 

futebol-caxarias-vasco-da-gama-2022-7-300x214 Caxarias pisou o vermelho mas Vasco da Gama não colocou o pé em rama verdePrémio Derby Melhor em Campo | Francisco Ferreira, o guarda-redes do Caxarias fechou a baliza e saiu com folha limpa. Duas intervenções de excelência (33′ e 35′) e outras tantas manchas a negar a festa ao Vasco da Gama (6′ e 65′), numa exibição segura, dentro e fora dos postes.

 

 

 

futebol-caxarias-vasco-da-gama-2022-11 Caxarias pisou o vermelho mas Vasco da Gama não colocou o pé em rama verde
Telmo Ferreira e Tiago Silva deram exemplo de fair play, antes, durante e depois do jogo