Autor: derbydeourem

Jornal local e regional, especializado em informação desportiva do Concelho de Ourém.

Tiago Silva prepara terceira temporada ao leme do Vasco da Gama

futebol-vasco-da-gama-tiago-silva-treinador Tiago Silva prepara terceira temporada ao leme do Vasco da Gama

Não há duas sem três: Tiago Silva renovou contrato com o Vasco da Gama e vai comandar a formação de Boleiros-Maxieira na 2.ª Distrital da Associação de Futebol de Santarém, pela terceira temporada consecutiva.

O técnico, de 34 anos, continuará a acumular funções com o cargo de treinador dos Sub-19, reeditando uma fórmula de sucesso que tem dado frutos ao nível da formação de jovens jogadores, com resultados desportivos de relevo.

Na temporada passada, o Vasco da Gama fechou a participação na 2.ª Distrital, no 6.º lugar, com 5 vitórias, 3 empates e 8 derrotas na Série B da prova, à frente de União de Tomar ‘B’, CD Vilarense e CCD Caxarias.

Sediado na Freguesia de Fátima, este emblema oureense aposta essencialmente na formação de jovens, uma matriz plasmada na construção do plantel sénior, maioritariamente composto por atletas oriundos dos escalões juvenis.

Tiago Silva tem sido fundamental na articulação entre juniores e seniores, contribuindo para a consolidação da Associação Desportiva Recreativa Cultural Vasco da Gama enquanto entidade formada de méritos reconhecidos.

Caxarias aposta em Telmo Ferreira para lutar pelos primeiros lugares

futebol-caxarias-telmo-ferreira Caxarias aposta em Telmo Ferreira para lutar pelos primeiros lugares
Telmo Ferreira regressa a Caxarias para comandar a equipa principal | Foto Pedro Pereira

Telmo Ferreira vai assumir o comando técnico da equipa principal do Centro de Cultura e Desporto de Caxarias. O antigo médio dos rubronegros aceitou o desafio do emblema oureense e regressa à Chã, agora na qualidade de treinador.

Na apresentação do técnico, o CCD Caxarias colocou a fasquia nos “lugares cimeiros”, confirmando que a aposta em Telmo Ferreira surge com o objetivo de recolocar o clube na rota da luta pela subida à 1.ª Distrital.

Telmo Ferreira tem 31 anos, vestiu a camisola 7 do Caxarias em 2020/21, antes de pendurar as botas e assumir o cargo de treinador da equipa ‘B’ do União de Tomar, formação ao serviço da qual somou 4 vitórias, 4 empates e 8 derrotas na edição 2021/22 da 2.ª Distrital, classificando a equipa à frente de… Caxarias e Vilarense.

Entretanto, o CCD Caxarias já começou a desvendar alguns dos nomes que vão representar o clube em 2022/23, com destaque para os inevitáveis Emanuel Lopes Luís Lopes, capitão e sub-capitão, respetivamente.

Entrevista Derby com Xavier Costa: “A Juventude Ouriense pode e deve aspirar a ser um clube de dimensão nacional”

entrevista-xavier-costa Entrevista Derby com Xavier Costa: "A Juventude Ouriense pode e deve aspirar a ser um clube de dimensão nacional"

Em entrevista exclusiva ao Derby, Xavier Costa explica por que aceitou o convite da Juventude Ouriense e quais os objetivos dos azuis para a próxima temporada. O reforço da equipa, a necessidade de consolidar uma mentalidade vencedora, o exemplo do SC Ferreira de Zêzere e as bases que podem lançar o clube na rota da elite nacional, sem esquecer as experiências internacionais nos Emirados Árabes Unidos e no Luxemburgo, antes de ‘aterrar’ no Caneiro, onde esperar criar uma equipa agressiva, de olhos postos na baliza adversária e capaz de entrar para ganhar em todos os jogos.

 

Entrevista Derby com… Xavier Costa

 

Derby – O que o levou a aceitar o desafio de treinar a Juventude Ouriense?
Xavier Costa – Apesar de terem surgido algumas abordagens para voltar a treinar no estrangeiro, já tinha decidido que esta época ficaria por Portugal, por motivos familiares e profissionais. Através do João Lino surgiu o convite para conhecer o projeto da Juventude Ouriense, aquilo que já estava feito e o que se pretendia fazer e foi fácil chegar a entendimento. É um desafio que me permite manter motivado e sentir que estou a ajudar no crescimento do projeto.

 

Derby – Já orientou a equipa na Taça Ourém, já garantiu reforços e tem o plantel praticamente definido. O que podemos esperar da Juventude Ouriense na próxima época? Xavier Costa – A Juventude Ouriense entrará em todo e qualquer jogo da próxima época com a ambição de conseguir a vitória. Não sou prepotente ao ponto de dizer que o faremos sempre ou que se trata de uma tarefa acessível, mas é esse o meu objetivo com o grupo de trabalho que tenho à disposição. Fazê-los ver o Futsal de uma forma diferente e perceber que a este nível dificilmente um adversário terá capacidade de criar um problema que seja de impossível resolução. Cabe-nos ter a capacidade de o interpretar e de ter ao nosso dispor as ferramentas táticas para o resolver. Jogar de olhos nos olhos e no fim que ganhe o melhor. Se nos ganharem por competência própria saberemos reconhecê-lo, se nos ganharem por nossa incompetência, saberemos trabalhar para melhorar.

 

Derby – Contratou dois dos melhores guarda-redes do distrito. É um sinal claro de que a Juventude Ouriense pode ser candidato ao título e à subida de divisão?
Xavier Costa – O Miguel e o Azeitona são exemplo perfeito daquilo que queremos para a Juventude Ouriense, tal como os já anunciados Diogo Graça, Pedro Capitão e David Reis. São jogadores de qualidade, ambiciosos e com margem de progressão. O Miguel e o Azeitona, em conjunto com o Tomás, compõem um trio de guarda-redes muito interessante, que vai evoluir sob o comando do Nuno Malhoa, e que me deixam totalmente descansado no que à baliza diz respeito. Apontar a títulos ou candidaturas, é claramente prematuro e seria pouco responsável da minha parte, mas uma coisa é certa, como referi anteriormente entraremos em todos os jogos para ganhar. No fim, faremos as contas.

 

Candidatos à subida? Apontar a títulos ou candidaturas, é claramente prematuro e seria pouco responsável da minha parte, mas uma coisa é certa: entraremos em todos os jogos para ganhar.

 

Derby – Qual é o grande objetivo da Juventude Ouriense para 2022/23?
Xavier Costa – De uma forma global, criar uma equipa de presente, mas de olhos postos no futuro. Criar as bases e ir ajustando o que for necessário para que nos próximos anos a Juventude Ouriense esteja de forma consistente na luta pelo primeiro lugar. Normalmente chamar-se-ia um ano “zero”, mas queremos ser mais ambiciosos, queremos que seja já o ano “um”, em que seremos capazes de apresentar já resultados do trabalho que se vai desenvolver.

 

Derby – Sendo um conhecedor profundo da realidade do futsal distrital, que análise faz à evolução da modalidade no nosso Distrito, em geral, e no Concelho de Ourém, em concreto?

Xavier Costa – O Futsal no distrito podia sinceramente já estar noutro patamar, quer em qualidade, quer em quantidade. Cheguei e os clubes, os treinadores, os jogadores e os árbitros são praticamente os mesmos do que aqueles que estavam quando saí. Os candidatos aos títulos continuam os mesmos. Há que saber atrair mais clubes, mais jogadores e mais árbitros para a modalidade. Continuo a defender que deve ser criada uma segunda divisão, onde as exigências para os clubes sejam muito menores e as taxas de jogo reduzidas. Em suma, uma competição que tire dos pavilhões aqueles grupos de amigos que se juntam semanalmente e os coloque no ambiente federativo. A 1º Divisão Distrital deve ser de facto a antecâmara dos nacionais, onde estejam clubes e projetos com capacidade de abraçar depois esse desafio. O concelho de Ourém continua a ser um oásis nesse sentido, podia praticamente fazer-se um campeonato só de clubes do concelho e este seria na mesma competitivo e atrativo.  Nenhum outro concelho do distrito se pode gabar do mesmo feito.

 

Há que saber atrair mais clubes, mais jogadores e mais árbitros para a modalidade. Continuo a defender que deve ser criada uma segunda divisão

 

Derby – Está igualmente por dentro da realidade do SC Ferreira do Zêzere e também contribuiu para a tremenda evolução do clube ao longo dos últimos anos. O SCFZ é exemplo para todos os clubes de pequena dimensão que sonhem um dia jogar na 1.ª Nacional?
Xavier Costa – O SC Ferreira do Zêzere é o exemplo da “tempestade perfeita” para chegar à primeira divisão. É um conjugar de esforços e vontades de todos aqueles que estavam por dentro do Futsal, mas também da autarquia, do tecido empresarial, dos adeptos e da própria vila. Toda a gente sentiu que era possível o Ferreira do Zêzere chegar à primeira divisão e só esse sentimento e esforço conjunto o permitiu. A “fórmula” é simples, mas é difícil de concretizar, é preciso muito empenho, muito trabalho, investimento, coisas bem feitas, capacidade de resistir ás adversidades que surgem e vão sempre surgir quando se está a falar de um clube de um local de pequena dimensão. Agora saiba também o distrito acarinhar, apoiar e aproveitar este feito. Todos podemos beneficiar!

 

O SC Ferreira do Zêzere é o exemplo da “tempestade perfeita” para chegar à primeira divisão. É um conjugar de esforços e vontades de todos aqueles que estavam por dentro do Futsal, mas também da autarquia, do tecido empresarial, dos adeptos e da própria vila

 

Derby – Já passou por vários clubes, em Portugal e no estrangeiro. Ao nível de estrutura e condições de trabalho, em que patamar colocaria a Juventude Ouriense? É um clube que pode aspirar a uma dimensão nacional?
A Juventude Ouriense, neste momento em termos de condições de trabalho, arrisco-me a dizer que está um patamar acima de todos os outros clubes do distrito. Tem condições e confortos que mais ninguém tem. Pode e deve claramente aspirar a ser um clube de dimensão nacional, mas, para evitar que seja apenas um momento passageiro, terá também que ter uma envolvência e apoio para além das pessoas que compõem o seu departamento de Futsal. Tem que haver uma maior envolvência dos adeptos, da autarquia e do tecido empresarial. Da nossa parte, faremos para que se torne agradável e motivador os adeptos deslocarem-se ao Caneiro para ver os nossos jogos, que gostem daquilo que vêm, que sofram e celebrem connosco. Criar uma sensação de orgulho e pertença. Quando isso acontecer, com as bases que o clube dispõe, parece-me perfeitamente possível.

 

A Juventude Ouriense, neste momento em termos de condições de trabalho, arrisco-me a dizer que está um patamar acima de todos os outros clubes do distrito. Tem condições e confortos que mais ninguém tem

 

Derby – Que recordações guarda da sua experiência nos Emirados Árabes Unidos, tanto a nível profissional como pessoal?
Xavier Costa – Os Emirados foram uma experiência incrível a todos os níveis. Foi uma experiência que me permitiu ser profissional de Futsal e vivenciar uma realidade cultural completamente diferente da portuguesa. Desde que se vá de mentalidade aberta, é uma experiência enriquecedora. No que ao Futsal diz respeito, ainda andam um pouco a “experimentar” aquilo que pretendem para o desporto no país, mas tem vindo a evoluir ao longo dos anos. O único fator negativo foi estar no país no momento em que a pandemia do COVID 19 se tornou mesmo séria. De um momento para o outro, a competição parou, deixámos de poder treinar, ficámos “trancados” em casa e praticamente sem saber o que ia acontecer. Felizmente, eu e os dois atletas portugueses que estavam lá comigo conseguimos apanhar um dos últimos voos em direção à Europa, antes do fecho total dos aeroportos e regressar para junto das nossas famílias.

Derby – Chega a Ourém vindo do Luxemburgo. Em que é que essa experiência o tornou mais forte, enquanto treinador?
Xavier Costa – O Luxemburgo foi uma experiência interessante, mas em que o Futsal tem duas realidades completamente distintas. Existem dois a três clubes com mentalidade e investimento para estar na luta pelo título, depois mais dois ou três numa realidade intermédia e o resto é completamente amador. É um país com condições financeiras geográficas e financeiras ímpares, mas o Futsal praticamente não existe para a Federação. Enquanto a parte diretiva/organizativa não se profissionalizar na forma como trata o Futsal, não será mais do que já é habitualmente. O que é uma pena enorme…!

Para mim concretamente, foi excelente para testar alguns dos meus conceitos, da minha abordagem e da minha forma de trabalhar. Percebi que algumas coisas e alguns métodos resultam em qualquer ambiente e em qualquer grau de exigência. Encontrei desafios diferentes que me fizeram evoluir e infelizmente outros que já conhecia da realidade distrital e que não estava à espera de encontrar numa 1ª divisão.

No fundo, saio do Luxemburgo um treinador mais “afinado” em relação aquilo que faço.

Derby – Complete a frase: as equipas do Mister Xavier Costa caracterizam-se por…
Xavier Costa – Serem equipas agressivas, sempre com o olhar colocado na baliza adversária, em que os jogadores são obrigados constantemente a pensar e a interpretar o Futsal. Será sempre mais normal acontecer um 8-6 do que um 2-0.

 Como nota de rodapé, não me queria despedir desta pequena entrevista sem enaltecer também o trabalho do Derby de Ourém. Projetos destes são fundamentais para o crescimento do desporto a nível local e regional, pois são também eles que dão destaque aos praticantes que de outra forma dificilmente o teriam. Continuação do excelente trabalho, da minha parte e sei que falo pela Juventude Ouriense, a porta está sempre aberta para qualquer tipo de colaboração.

As minhas equipas são agressivas, sempre com o olhar colocado na baliza adversária, em que os jogadores são obrigados constantemente a pensar e a interpretar o Futsal. Será sempre mais normal acontecer um 8-6 do que um 2-0.

Portugal convoca Joana Pontes para o Campeonato da Europa de Pista

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Joana Pontes é uma oureense da Cumeada com um palmarés de respeito na marcha atlética

Joana Pontes foi selecionada para o Campeonato da Europa de Pista, a decorrer em Munique, Alemanha, de 15 a 21 de agosto.

A atleta oureense é uma das três atletas que vão representar Portugal no sector feminino da prova de 20km marcha, a par de Ana Cabecinha (Clube Oriental Pechão), campeã nacional há onze (!) temporadas consecutivas, e Carolina Costa.

Na sua última temporada no escalão sub-23, a campeã nacional de esperanças assina a sua primeira convocatória para os Europeus de seniores, integrando a maior delegação portuguesa de sempre, composta por 43 atletas.

Abdel Larrinaga (110m barreiras), Auriol Dongmo (lançamento do peso), Inês Henriques (35km marcha), Patrícia Mamona (triplo salto) e Pedro Pablo Pichardo (triplo salto) figuram entre os cabeças de cartaz da comitiva nacional.

Joana Pontes é natural da Cumeada e compete pelo Leiria Marcha Atlética. Atualmente, está em Puerto de Navacerrada, Espanha, em pleno estágio de altitude, a cuidar da sua preparação física.

Luís Stukas e Renato Pinto de pontaria afinada no encerramento do Circuito Nacional de Footgolf

footgolf-caxarias Luís Stukas e Renato Pinto de pontaria afinada no encerramento do Circuito Nacional de Footgolf

O Centro de Cultura e Desporto de Caxarias encerrou a sua participação na temporada 2022 do Circuito Nacional, com vários resultados positivos sobretudo a nível individual.

O Circuito Nacional de Footgolf fechou com jornada dupla, disputada no Dolce Campo Real, em Torres Vedras.

A 13.ª etapa, jogou-se no sábado e ficou marcada pelo 10.º lugar de Luís Stukas na classificação geral, num universo de 136 jogadores. Renato Pinto também se destacou, vencendo o escalão +55 graças ao 80.º lugar na geral. A nível coletivo, o CCD Caxarias comprovou a tendência de evolução, classificando-se como a 6.ª melhor das 16 equipas em jogo.

Um dia depois, as prestações individuais cotaram-se maioritariamente abaixo do dia anterior, razão pela qual o CCD Caxarias fechou a Etapa 14 do Circuito Nacional no 7.º lugar, destacando-se o 2.º lugar de José Miguel Neves na classe ‘rookies’, exclusiva a jogadores em temporada de estreia.

CCDC no Circuito Nacional
13.ª etapa
Classificação (136 jogadores)

 

10.º Luís Stukas
39.º
Diogo Ribeiro
42.º Alain Belém

80.º Renato Pinto

96.º José Miguel Neves

125.º Sílvia Oliveira
127.º Hélio Neves
135.º Jorge Cunha

 

+55 (9 participantes)
1.º Renato Pinto
8.º Hélio Neves
9.º Jorge Cunha

Femininos (8 participantes)
5.º Sílvia Oliveira

 

Rookie
10.º José Miguel Neves
15.º Sílvia Oliveira
17.º Hélio Neves

 

14.ª etapa
Classificação Geral (127 jogadores)

17.º Diogo Ribeiro
22.º Luís Stukas
31.º José Miguel Neves
84.º Alain Belém

114.º Sílvia Oliveira
115.º Renato Pinto
120.º Hélio Neves

 

Femininos (7 participantes)
6.º Sílvia Oliveira

 

+55 (8 participantes)
7.º Renato Pinto
8.º Hélio Neves

 

Rookie (18 participantes)
2.º José Miguel Neves
14.º Sílvia Oliveira
18.º Hélio Neves

 

Fatimenses viveram “a experiência de uma vida” no Montreux Trail Festival

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António Gameiro, Pedro Manso e Jorge Vieira, nos Alpes Suíços, com as cores do Fátima Trail Team e a bandeira de Portugal

Jorge Vieira e Pedro Manso representaram o Fátima Trail Team numa prova internacional de grande prestígio, mais precisamente o Montreux Trail Festival, um evento que reuniu centenas de atletas de vários países, no último fim de semana, na Suíça.

Tudo começou num convite de António Gameiro, companheiro do Fátima Trail Team emigrado em terras helvéticas, igualmente apaixonado pelo trail running. Lançado em 2020, o desafio consumou-se dois anos depois. No último fim de semana, melhor escrevendo.

António Gameiro e Pedro Manso inscreveram-se na prova de 30km, enquanto Jorge Vieira atacou a imensidão dos 70. “Há experiências de uma vida e esta, após 9 anos de aventuras no trail, foi uma delas, sensacional!”, descreveu Jorge Vieira.

Apesar da constipação que o impediu de estar a 100%, o oureense atirou-se à sua primeira experiência internacional de alma e coração, protagonizando uma prova consistente, de trás para a frente até cortar a meta num honroso 65.º lugar de uma geral composta por 145 atletas.

“Entrando no espírito da prova, esta foi numa toada de sobe, desce, apreciar as paisagens, sacar do telemóvel e tirar umas fotos para a posteridade, gerir com os abastecimentos, escalar as montanhas a passito certo e firme com a ajuda dos bastões, correr quando dava. Os abastecimentos eram em aldeias entre as montanhas, ou em refúgios da montanha ou zonas de teleféricos”, relatou Jorge Vieira, depois de concluir os 70km 13h59m15s.

Nos 30 km, destaque para o pódio de escalão alcançado pelo anfitrião. António Gameiro foi 145.º classificado na geral, num universo de 394 ‘finishers’, conquistando o direito a subir ao 3.º lugar do pódio em Vet M60. A competir na mesma distância, Pedro Manso fechou no 199.º lugar da geral (47.º em V1H).

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Jorge Vieira desafiou os limites num trail de 70km, com partida no majestoso Château d’Aigle e passagens por locais verdadeiramente idílicos e de beleza ímpar

Duas vitórias e três pódios para a Juventude Ouriense no assalto ao Castelo de Torres Novas

tiro-com-arco-juvouriense-rota-dos-castelos-6 Duas vitórias e três pódios para a Juventude Ouriense no assalto ao Castelo de Torres Novas
Sérgio Poupado, arqueiro e mentor do tiro com arco na Juventude Ouriense, em pleno assalto ao Castelo de Torres Novas

Meia centena de arqueiros, mais de dez formações em prova, duas vitórias, três pódios individuais para o Juventude Ouriense, no assalto ao Castelo de Torres Novas, palco da terceira etapa da Rota dos Castelos.

Patrícia Silva comprovou a mira afinada e voltou a dominar a competição entre Damas; Célia Jorge não fez por menos e também venceu no escalão Mancebos Femininos; Mário Gil foi 2.º classificado entre Cavaleiros.

Aos três pódios individuais, a formação de tiro com arco da Juventude Ouriense acrescentou um 4.º lugar na classificação coletiva desta prova organizada pela Federação de Arqueiros e Besteiros de Portugal.

“Tratou-se de um percurso com 18 alvos, com distâncias até aos 35 metros, para os quais cada arqueiro disparava três flechas, pontuando o somatório dos três impactos! De salientar o fantástico tiro do alto de uma das torres, dirigido a um alvo no solo, e o sempre intrigante tiro para a bruxa, na penumbra do misterioso túnel que dá acesso a uma das portas do castelo”, detalhou Sérgio Poupado, sobre a jornada.

O arqueiro e responsável pelo tiro com arco na Juventude Ouriense, elogiou a organização da prova e ressalvou a presença de muitos visitantes no Castelo de Torres Novas enquanto fator de motivação adicional.

“Num dia muito quente, foi reconfortante realizar a prova quase sempre protegidos pela sombra de árvores centenárias, num percurso superiormente desenhado pelos organizadores do evento, a União Desportiva e Recreativa da Zona Alta! Fomos muitas vezes acompanhados pela curiosidade de alguns turistas, que beneficiaram de um bónus de grande qualidade, ao terem escolhido este dia para uma visita a este belo monumento.”

A Rota dos Castelos, que vai passar pela Vila Medieval de Ourém, em outubro, caracteriza-se pelo ambiente especial que a envolve, sentido no misticismo dos trajes de época e também na obrigatoriedade de apenas poderem ser utilizados arcos, bestas, flechas e virotões onde a madeira seja o material predominante na sua construção.

tiro-com-arco-rota-dos-castelos Duas vitórias e três pódios para a Juventude Ouriense no assalto ao Castelo de Torres Novas

tiro-com-arco-patricia-silva-torres-novas-2 Duas vitórias e três pódios para a Juventude Ouriense no assalto ao Castelo de Torres Novas

Luís Ferreira é o novo treinador principal da ACD Vale Travesso

futsal-luis-ferreira-vale-travesso-cercal-cercal Luís Ferreira é o novo treinador principal da ACD Vale Travesso
Luís Ferreira conhece a realidade do Campeonato Distrital de Santarém

A Associação de Cultura e Desporto de Vale Travesso elegeu Luís Ferreira como novo treinador principal da sua equipa de futsal.

Adjunto de Rui Pereira, na equipa técnica do Cercal, na temporada passada, Luís Ferreira foi o braço direito do treinador/jogador, contribuindo decisivamente para que o chefe de equipa pudesse exercer influência dentro da quadra, jogando futsal sem ter de se preocupar em demasia com o facto de ser… treinador.

Luís Ferreira volta a chefiar uma equipa técnica, aos 40 anos, sendo esta a sua primeira experiência como treinador principal no Campeonato Distrital de Santarém.

Natural de Leiria, Luís Ferreira representou União de Leiria, Burinhosa, Pocariça, Mendiga e Vidigalense, enquanto jogador de futsal. Como treinador, orientou Academia Caranguejeira, Mendiga, Casa do Benfica de Leiria, Chãs e Vidigalense, antes de abraçar o desafio no Cercal, como adjunto de Rui Pereira.

 

Fatimense Francisco Reis venceu o Longo do Trail da Coruja

francisco-reis Fatimense Francisco Reis venceu o Longo do Trail da Coruja

Francisco Reis foi o grande vencedor do Longo integrado na edição mais recente do Trail da Coruja. O atleta oureense, é natural de Fátima e corre pelos vizinhos do Atlético Clube de São Mamede, tendo sido apanhado no radar do Derby… já tarde e a más horas, graças ao precioso contributo de um par de companheiros de equipa.

Francisco concluiu a distância em 01h50m53s, tornando-se no melhor dos 134 atletas que conseguiram fechar o percurso. Além da classificação geral, repetiu naturalmente o 1.º lugar do pódio no escalão MSen.

Ao contrário do que o Derby noticiou, Pedro Ribeiro não foi o oureense mais rápido no Longo da Coruja. Afinal havia outro… e foi “só” o melhor! Ao Francisco Reis e aos nossos leitores, as nossas desculpas.

Oureenses no Longo da Coruja – LISTA ATUALIZADA
Classificação Geral
*134 ‘finishers’ de 169 atletas

1.º Francisco Reis / AC São Mamede (1.º MSen)
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6.º Pedro Ribeiro / CD Espite (2.º M35)
[…]
13.º Miguel Bértolo / Fátima Trail Team (4.º M40)
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18.º Sérgio Vieira / Fátima Trail Team (6.º M40)
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41.º Luís Santos / Fátima Trail Team (5.º M45)
[…]
54.º Rita Maria / Fátima Trail Team (1.º FSen)
[…]
58.º Sofia Vieira / CD Espite (3.º F35)
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81.º Nádia Sousa / CD Espite (3.º FSen)
[…]
113.º Rute Costa / CD Espite (4.º F45)
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Classificação Geral Feminina
*31 ‘finishers’ de 39 atletas

3.º Rita Maria / Fátima Trail Team (1.º FSen)
[…]
4.º Sofia Vieira / CD Espite (3.º F35)
[…]
9.º Nádia Sousa / CD Espite (3.º FSen)
[…]
22.º Rute Costa / CD Espite (4.º F45)
[…]