Categoria: Entrevistas

Atlético defronta Benfica nos quartos de final da Taça da Liga

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Ao eliminar o Clube de Albergaria, o Atlético Ouriense marcou automaticamente duelo com o Sport Lisboa e Benfica, nos quartos de final da Taça da Liga.

As tricampeãs nacionais e atuais detentoras do troféu da Taça da Liga, recebem as oureenses a 4 de outubro e visitam Ourém a 5 de novembro, fechando uma eliminatória jogada a duas mãos e previsivelmente complicada para a turma de César Matias.

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É a segunda vez que o Atlético Ouriense vai a jogo nos quartos de final, patamar do qual nunca conseguiu passar. Na edição anterior da Taça da Liga, as oureenses eliminaram o Torreense nos oitavos e foram eliminadas pelo Braga nos quartos.

Um ano depois de ter superado o Clube de Albergaria, o Atlético volta a enfrentar uma formação teoricamente superior.

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Atlético sobe aos quartos com golo de Cruz e três orações a Santa Rita

2023.09.10-Atletico-Albergaria-Taca-da-Liga-43 Atlético sobe aos quartos com golo de Cruz e três orações a Santa Rita

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Uma semana depois da derrota em Albergaria, o Atlético Ouriense deu a volta à eliminatória e selou a qualificação para os quartos de final da Taça da Liga.

Um golo de Lícia Cruz foi suficiente para empatar as contas e forçar o desempate pelas grandes penalidades, onde Ana Rita Oliveira voltou a ser soberana, com três paradas milagrosas a elevarem a turma de César Matias a um patamar superior.

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O Atlético entrou decidido a virar a eliminatória, assumindo o jogo perante um adversário mais cauteloso mas igualmente ambicioso. Pautada pelo equilíbrio, a 1.ª parte ficou marcada por uma oportunidade soberana, desperdiçada por Catarina Mairos, que ficou a centímetros de desviar para golo, um bom cruzamento de Letícia Souza.

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O intervalo chegou sem golos e com as aveirenses a 45 minutos do apuramento. O Atlético lançou-se na frente, mas destapou a manta. Apesar de andar mais perto da baliza do Albergaria, ficou mais exposto às transições do adversário, que quase matou a eliminatória aos 54 minutos. Aí (também) valeu Ana Rita Oliveira a negar o golo a Mariana Couto, com uma daquelas defesas que ganham jogos.

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Cinco minutos depois de ter entrado, Lícia Cruz justificou a aposta de César Matias, ao bater Catriona Sheppard, à segunda tentativa, para delírio das dezenas de adeptos do Atlético Ouriense, que ‘furaram o bloqueio’ imposto pela FPF. Sim, o jogo decorreu à porta fechada, mas foram muitos os adeptos ourienses que improvisaram ‘camarotes’ nas varandas dos prédios e até nas obras circundantes.

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À frente no jogo mas empatado na eliminatória, o Atlético passou a gerir, pouco ou nada incomodado com a iminência de ter de ir a penáltis. Afinal, quem tem Ana Rita Oliveira na baliza… tem tudo.

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Mas foi preciso sofrer… As experientes Godói e Kelli Swenson viram a guardiã rival travar os primeiros penáltis do Atlético, com dois voos fenomenais, ambos para a direita da guardiã norte-americana. Carolina Luís (0-1) e Patrícia Oliveira (0-2) não vacilaram e o Clube de Albergaria parecia encaminhado para os quartos. Pura ilusão.

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Lorena marcou na terceira tentativa do Ouriense (1-2) e Ana Rita voou para travar o penálti de Erin Healy. Jéssica Pacheco empatou (2-2) mas Emily recolocou as visitantes na frente (2-3). Catarina Mairos avançou, sabendo que não podia mesmo falhar. E não falhou: 3-3, a faltar um penálti do Albergaria para fechar a quinta série. Era a vez de Kika Babnik, que podia ter selado a vitória forasteira… mas não selou. Ana Rita Oliveira meteu mãos à bola e o Atlético começou a ganhar ali a eliminatória.

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Seguiram-se onze penáltis irrepreensivelmente marcados: Susana Silva (4-3), Paulinha Ferreira (5-4), Lícia Cruz (6-5), Daniela Pereira (7-6) e Margarida Caniço (8-7) marcaram pelo Atlético; Dani Martins (4-4), Andreia Freitas (5-5), Pipa (6-6), Beatriz Reis (7-7 ) e a própria Catriona Sheppard (8-8) foram empatando para o Albergaria.

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Foi preciso esperar pela 11.ª rodada para subir aos quartos. Ana Rita Oliveira bateu um penálti com categoria (9-8) e logo defendeu a tentativa de Ticha Sá, definindo a lotaria com sorte grande e terminação.

Um ano depois de ter sido determinante no apuramento do Atlético para os quartos de final da Taça da Liga, Ana Rita Oliveira volta a brilhar entre os postes. Contas feitas, Santa Rita de Ourém ‘só’ defendeu quatro penáltis no conjunto das duas mãos. Chapeau!

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César Matias antevê decisão dos oitavos de final: «Em casa podemos virar a eliminatória»

2023.08.02-futebol-feminino-cesar-matias-atletico--scaled César Matias antevê decisão dos oitavos de final: «Em casa podemos virar a eliminatória»

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pub-boopit César Matias antevê decisão dos oitavos de final: «Em casa podemos virar a eliminatória»

Um dia antes do embate decisivo nos oitavos de final da Taça da Liga, César Matias procedeu à conferência de antevisão para abordar o momento da sua equipa e as expectativas para o embate com o Clube de Albergaria, sem esquecer o castigo que obriga à realização do jogo à porta fechada. A (re)construção do plantel e a obrigatoriedade de atuar de forma cirúrgica para não desperdiçar recursos, também estiveram em cima da mesa.

 

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Exclusivo Derby! Ana Reis: «O Vasco da Gama era segunda escolha, mas hoje é primeira opção»

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Ana Reis foi eleita presidente da direção a 25 de julho de 2022, mas tem um longo passado ao serviço do Vasco da Gama © CMO pub-derby-junta-piedade Exclusivo Derby! Ana Reis: «O Vasco da Gama era segunda escolha, mas hoje é primeira opção»

A Associação Desportiva Recreativa Cultural Vasco da Gama celebra hoje o seu 42.º aniversário. Fundada a 20 de fevereiro de 1981, esta instituição teve o condão de unir duas aldeias: Boleiros e Maxieira mudaram para sempre, graças à ideia de dois portugueses radicados no Brasil.

Apaixonados pelo Vasco da Gama do Rio de Janeiro, reeditaram a versão oureense daquele emblema carioca, mas em plena Freguesia de Fátima. Quatro décadas depois, o Vasco da Gama de Boleiros-Maxieira é um clube projetado para o futuro, com história escrita a letras douradas, sendo ainda o único emblema do Concelho de Ourém com uma Taça do Ribatejo na vitrine, graças à sensacional conquista de 1989.

Em dia de aniversário, o Derby marca a efeméride com uma entrevista à presidente da direção do clube. Um exclusivo Derby, para ler aqui, na íntegra.

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Derby – À data de hoje, como é atualidade do clube? Que modalidades tem?  O que é que lhe dá vida?
ANA REIS – Temos boccia e futebol, sendo que no futebol temos os escalões de formação e as equipas seniores, tanto no feminino como no masculino. Gostávamos de recuperar a atividade cultural que tínhamos há alguns anos. Já tivemos teatro e outras atividades, mas está tudo parado porque ainda não tivemos tempo para dinamizar essa parte como gostaríamos.

Derby – Mesmo tendo apenas boccia e futebol, não deixa de ter uma agenda preenchida…
ANA REIS – É verdade, sim. Mas se cada um de nós cumprir a sua função, conseguimos fazer muita coisa. São as associações que dinamizam as aldeias. É um escape que as pessoas têm, para conviverem, fazerem outras atividades, além da rotina casa-trabalho-trabalho-casa. A função das associações é mesmo essa. Nem toda a gente aprecia bola, mas a cultura toda a gente aprecia. Teatro, outras atividades, outras dinâmicas, se calhar toda a gente gosta… Só que não temos tido tempo.

Derby – É algo que ponderam relançar ainda durante este ano?
ANA REIS – Gostávamos, mas primeiro temos de reativar os sócios. Vamos fazer um ajustamento e uma atualização. Depois, sim, queremos ir por aí e dinamizar a área cultural do nosso clube.

Derby – Quantos praticantes tem o Vasco da Gama?
ANA REIS – Contando com o Boccia, cerca de 250.

Derby – Fale-nos sobre essa modalidade…
ANA REIS – Temos uma equipa composta pelos nossos seniores. Estamos a falar de pessoas com 60, 70, 80 anos. É uma atividade muito boa porque tira as pessoas de casa. Dá-lhes um objetivo e uma rotina de aulas às terças e quintas-feiras, às 9 da manhã. Participam em torneios, vão nas nossas carrinhas, almoçam por lá. São convívios muito saudades, até porque permite exercitar o próprio cérebro de cada um, através da estratégia do jogo. E também tem a componente física, claro. São convívios realmente importantes, até porque a solidão mata…

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A secção de boccia do Vasco da Gama apresenta-se como um verdadeiro serviço público à comunidade

Derby – O futebol continua a ser a cara do clube.
ANA REIS – É verdade, mas houve uma mudança que importa sublinhar: quando cheguei ao clube, em 2015, tínhamos cerca de 70 atletas e um campo pelado. O Vasco da Gama era como uma segunda escolha. A partir daí, foram feitos investimentos na melhoria das infraestruturas. Hoje em dia já não somos a segunda escolha. Já somos a primeira opção para muitos atletas.

Derby – O Vasco da Gama tornou-se num clube apetecível?
ANA REIS – Estamos em pé de igualdade com outros clubes aqui à volta. A nossa desvantagem é estarmos num meio rural, enquanto os outros estão num meio citadino. Temos, por isso, o desgaste provocado pelos transportes. Mas como somos uma família, as pessoas gostam muito de aqui estar connosco. Há uma harmonia entre jogadores, treinadores, diretores e famílias dos nossos atletas. Aliás, este bom ambiente reflete-se em casa das pessoas. Temos aqui um grande ambiente, que resulta muito do bom trabalho que é feito pelo nosso coordenador, o Hugo Almeida. Ele é o braço direito da direção, coordena todo o futebol feminino e masculino, desde a formação aos seniores.

Derby – Apontou a localização do Vasco da Gama como uma desvantagem. Mas estar num meio rural e apresentar os bons resultados que apresentam, não valoriza ainda mais o trabalho que desenvolvem?
ANA REIS – Acho que trabalhamos bem, sim. Aliás, a prova disso é que os outros clubes andam sempre a tentar tirar daqui atletas. Mas é difícil que eles queiram sair daqui porque sentem-se muito bem connosco. Temos competição e temos formação, mas os pais dos nossos atletas sabem perfeitamente que nem todos podem ser o próximo Cristiano Ronaldo. Investimos muito em treinadores de qualidade. Aliás, todos os nossos treinadores têm o Nível 2 e todos são professores. Isso reflete-se no trabalho que é feito junto das nossas crianças e dos nossos jovens. Atenção: não estou a dizer que os treinadores dos outros clubes não têm qualidade. Estou a falar apenas dos nossos. Fazemos um esforço financeiro para corresponder a este objetivo. Acho que não pagamos mal. E pagamos sempre a horas. Aliás, hoje é dia 20 de fevereiro e já todos receberam. O mês de fevereiro está pago, atenção. É um incentivo. Temos um grupo de treinadores muito bom.

2022.12.11-futebol-vasco-da-gama-2-scaled Exclusivo Derby! Ana Reis: «O Vasco da Gama era segunda escolha, mas hoje é primeira opção»

Derby – É exagerado considerar que o Vasco da Gama vive o seu melhor momento, do ponto de vista das infraestruturas e dos resultados desportivos?
ANA REIS – É exagerado, sim! As direções anteriores também fizeram trabalhos meritórios e muito bons. É verdade que o Vasco da Gama nunca teve tantos atletas quantos os que tem hoje, mas também é verdade que este clube já viveu momentos muito bons no final dos anos 80, princípio dos anos 90. A diferença é que só tínhamos a equipa sénior. As realidades não são comparáveis. Se os colegas que me antecederam tivessem as infraestruturas que temos hoje, se calhar também tinham feito o trabalho que eu estou a fazer agora. Todos temos o nosso valor. Se eu fiz isto ou aquilo, foi porque as direções anteriores conseguiram manter o clube em atividade. Quando fui à Câmara Municipal pedir pelo relvado sintético, nunca nos tinham ajudado financeiramente, se não tivéssemos toda esta atividade. Há que dar valor às direções anteriores, que conseguiram manter o clube em atividade, sempre com as equipas bem completas. Nem sei onde conseguiam ir buscar tantos miúdos, tendo nós o único campo pelado aqui da zona. Dou todo o mérito às direções anteriores, que lutaram contra grandes dificuldades. Logicamente, também tenho as minhas dificuldades. As direções anteriores, batiam-se com o problema das infraestruturas; as minhas dificuldades, são financeiras. O clube tem uma situação estável, mas os orçamentos de antigamente não são os orçamentos que temos agora. Antes, os miúdos jogavam aqui de borla e os treinadores faziam o seu voluntariado; agora, os atletas pagam mensalidade e o clube tem de lhes oferecer treinadores de qualidade.

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Ana Reis com o presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Albuquerque, durante uma visita do autarca às instalações do clube

Derby – A temporada desportiva está a ser positiva.
ANA REIS – Sim, sem dúvida! A equipa sénior masculina joga com prata da casa. Em 25 atletas, temos 19 da nossa formação. É um grupo muito jovem. Costumo dizer que só temos ali um que nos estraga a média: o André do Talho, com os seus 42 anos [gargalhada]. Estão a fazer um trabalho fantástico, que se deve muito à equipa técnica. O Tiago Silva é ótimo e faz um trabalho muito bom com os nossos miúdos. Além dos seniores, também treina os juniores. Essa equipa é maioritariamente composta por elementos que estavam nos juvenis e que nos deram muitos problemas. Agora estão a trabalhar muito bem, pelo que tem tudo a ver com a liderança do treinador.

Derby – E depois temos a aposta efetiva no futebol sénior feminino. Apesar de já não estar em condições de lutar pela subida à 2.ª Divisão Nacional, não deixa de ser um trabalho muito positivo.
ANA REIS – Olhe, foi por 45 minutos… Foi uma pena. É a época de estreia no futebol sénior e é muito difícil trabalhar com o sector feminino porque há poucas atletas. O recrutamento é muito difícil, as jogadoras querem sempre dinheiro porque acabam por abdicar dos trabalhos de fim de semana que poderia ter… Só que nós dissemos sempre que não pagamos a ninguém. Claro que damos uma compensação quando uma atleta tem de fazer deslocações maiores, mas apenas isso. E não tem sido fácil. Nem tem tanto a ver com a parte financeira. E temos as Sub-19 a fazer um excelente campeonato! Vamos ver se conseguimos atingir o Apuramento de Campeão. Na época passada, as nossas Sub-15 foram à final nacional. Estamos com muita qualidade na formação feminina e foi por isso mesmo que decidimos avançar com uma equipa sénior.

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Derby – Segunda-feira, 21 de fevereiro. O Vasco da Gama está de parabéns. Como é que vai ser a festa?
ANA REIS – Vai ser muito giro! Como calha aqui no meio do Carnaval, não dá para fazer uma cerimónia muito formal. Vai ser mais uma brincadeira. Vamos fazer umas atividades com os miúdos durante a tarde, vamos ter sopas e bifanas, às 10 da noite cantamos os parabéns ao clube e depois temos um DJ para animar a festa pela noite dentro.

Derby – A fechar, convidamos a presidente Ana Reis a assinalar o aniversário do Vasco da Gama com uma mensagem a todas as pessoas que simpatizam com esta associação histórica do Concelho de Ourém.
ANA REIS – O crescimento nasce do querer, da determinação e persistência que ao longo destes anos foi sempre o objetivo de todos o que por aqui passaram. A vitalidade do clube é demonstrada pelo trabalho que desenvolvemos atualmente. Continuidade do nosso processo de aprendizagem e capacidade de nos adaptarmos à mudança, é o que desejo para o futuro do clube.

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Exclusivo Derby! Pe. Pereira «O Fátima desistiu da competição e investiu na formação»

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O Centro Desportivo de Fátima celebrou o 57.º aniversário a 24 de janeiro e o Derby assinalou a data, desafiando o presidente da direção para um ponto da situação. Figura histórica do clube, da cidade, da freguesia, do Concelho e da própria região, António Martins Pereira, recebeu o convite de braços abertos e com a amabilidade que o caracteriza. O histórico Padre Pereira falou connosco sobre passado, presente e futuro. Uma entrevista rápida… com pano para mangas, que pode reler na íntegra aqui

JF-FATIMA Exclusivo Derby! Pe. Pereira «O Fátima desistiu da competição e investiu na formação»

Derby – O Centro Desportivo de Fátima assinala hoje o seu 57.º aniversário. À data de hoje, que ponto da situação faz ao clube a que preside?
Pe. António Pereira – Já passei por tantas que realmente teria de pensar um bocadinho antes de responder… De facto, o Centro Desportivo de Fátima tem tido momentos muito altos, como estar na 2.ª Divisão Nacional. Neste momento, podemos dizer que está um pouco cá por baixo. Mas decidiu investir na formação. Desistiu da competição para investir na formação. E podemos dizer que estamos a conseguir, na medida em que temos três equipas nas divisões nacionais. Quanto à equipa principal, temos um tempo para descansar e depois tomar medidas. Os próximos dois anos, por exemplo, serão para pensar e repensar.

“[…] podemos dizer que estamos a conseguir, na medida em que temos três equipas nas divisões nacionais […]”

Pe. Pereira exalta 57.º aniversário do Fátima: «Esta instituição tem formado milhares de jovens»

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Pe. Pereira exalta 57.º aniversário do Fátima: «Esta instituição tem formado milhares de jovens»

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O Padre António Martins Pereira está ligado ao clube desde… 1970

pub-derby-junta-piedade Pe. Pereira exalta 57.º aniversário do Fátima: «Esta instituição tem formado milhares de jovens»

O Centro Desportivo de Fátima celebra hoje, dia 24 de janeiro, o 57.º aniversário desde a sua fundação e o Derby vinca a data, desafiando o presidente da direção para um ponto da situação. Figura histórica do clube, da cidade, da freguesia, do Concelho e da própria região, António Martins Pereira, recebe o convite de braços abertos e com a amabilidade que o caracteriza. O histórico Padre Pereira fala connosco sobre passado, presente e futuro. Uma entrevista rápida… com pano para mangas.


Derby – O Centro Desportivo de Fátima assinala hoje o seu 57.º aniversário. À data de hoje, que ponto da situação faz ao clube a que preside?
Pe. António Pereira – Já passei por tantas que realmente teria de pensar um bocadinho antes de responder… De facto, o Centro Desportivo de Fátima tem tido momentos muito altos, como estar na 2.ª Divisão Nacional. Neste momento, podemos dizer que está um pouco cá por baixo. Mas decidiu investir na formação. Desistiu da competição para investir na formação. E podemos dizer que estamos a conseguir, na medida em que temos três equipas nas divisões nacionais. Quanto à equipa principal, temos um tempo para descansar e depois tomar medidas. Os próximos dois anos, por exemplo, serão para pensar e repensar.

Derby– Pensar onde é que o Centro Desportivo quer estar?
Pe. António Pereira – Sim. Neste momento, só temos um objetivo: a manutenção na 1.ª Distrital. Depois desta época, se conseguirmos a manutenção, vamos pensar. Pensar em frente e ver o que é que se vai decidir. Entretanto, já era hora de eu ser substituído. Estou à espera que venha aí um aventureiro que tome as rédeas. Eu estarei, com muito gosto, na retaguarda.

Derby – O seu mandato termina quando, recorde-nos?
Pe. António Pereira – Vai até ao próximo ano. Já estou aqui praticamente há oito ou dez anos.

Derby – E esta não é a sua primeira passagem pelo clube. Nem a segunda, nem a terceira…
Pe. António Pereira – Exatamente, já foram várias!

Derby – Está ligado ao Centro Desportivo desde 1970…
Pe. António Pereira – Sim, sempre na retaguarda.

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Derby– Não sei se lhe poderemos chamar cansaço, mas esse seu sentimento está relacionado com uma eventual falta de apoio da comunidade. Espera maior envolvimento das pessoas junto do clube?
Pe. António Pereira – Não diria falta de apoio… Eu é que não tenho tempo porque estou envolvido em muitas coisas. Não é só o futebol; eu tenho quatro paróquias, tenho o CRIF, estou envolvido no CEF, nos Bombeiros de Fátima. Portanto, tenho de pedir para muito balcão… Percebe? Estou muito dividido. Neste caso, o futebol perde um bocadinho porque estou demasiado dividido.

Derby – Além do futebol, o Centro Desportivo tem agora o Fátima Padel. Sente que o clube continua a cumprir o seu papel na comunidade, contribuindo para o desenvolvimento social?
Pe. António Pereira – Penso que sim. O padel foi uma experiência para a qual partimos um bocadinho às cegas. Vamos ver no que isto vai dar… E agora chegamos à conclusão que valeu a pena. É uma nova realidade, que traz outras pessoas, que, porventura, não estariam nada ligadas ao clube, mas que, a partir de agora, fazem parte desta comunidade do Centro Desportivo. Portanto, o padel foi uma agradável surpresa.

Derby – Foi uma lufada de ar fresco…
Pe. António Pereira – Foi, foi! Trouxe muita gente que nunca tínhamos visto por estes lados.

Derby – Em dia de aniversário, que mensagem gostaria de deixar à comunidade do Centro Desportivo de Fátima?
Pe. António Pereira – Gostaria de apelar à união entre todos os fatimenses em torno do Centro Desportivo. Esta instituição tem formado milhares de jovens. Não só desportivamente, mas também culturalmente. Diria mesmo, de forma cívica. O desporto hoje é civilização, é cultura, é educação. São aspectos que valorizo muito. O futebol não existe apenas pelo futebol. É partilha, é tudo.

Mister Miguel Pinto e o derby com o Vasco da Gama: «É uma final e não me passa pela cabeça perder»

Futebol-Derby-Caxarias-Vilarense-14-scaled Mister Miguel Pinto e o derby com o Vasco da Gama: «É uma final e não me passa pela cabeça perder»

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10-e1670153352160 Mister Miguel Pinto e o derby com o Vasco da Gama: «É uma final e não me passa pela cabeça perder»

Sucedeu a Válter Calafate com o campeonato em andamento… e não se tem dado mal. Pelo contrário, o Vilarense pontuou em todos os jogos da era Miguel Pinto e relançou-se na discussão pelos lugares de acesso à luta pela subida.

Hoje há Derby de Ourém com o Vasco da Gama e o treinador do Vilarense não foge à responsabilidade. Sem ‘paninhos quentes’, assume este duelo como uma final: “Não me passa pela cabeça perder.”

Derby – Quatro jogos e várias semanas de trabalho depois, ‘este’ Vilarense já se apresenta como uma equipa à imagem do mister Miguel Pinto?
Miguel Pinto – Sim, podemos dizer que a equipa está a trabalhar de forma intensa e dedicada, como eu pretendo que faça. Ainda vamos melhorar e os meus jogadores vão se identificando com os meus métodos de treino e a minha forma de liderança.

Derby – Duas vitórias e dois empates. O Vilarense continua invicto sob o seu comando. É um bom prenúncio para o duelo com o Vasco da Gama?
Miguel Pinto – O nosso foco é entrar em qualquer jogo para ganhar, este não foge à nossa vontade e ao que vamos apresentar. Continuamos invictos desde que assumi e assim pretendemos continuar depois deste jogo.

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Derby – O Vilarense vive a melhor fase da temporada, com três vitórias e três empates nas últimas seis jornadas. Que tipo de efeito poder ter este interregno competitivo na sua equipa?
Miguel Pinto – É verdade que esta é uma altura que gostamos de passar em família e com os amigos. Podem cometer excessos que podem prejudicar o trabalho semanal de diversas formas. No entanto, fiz passar nestes microciclos a ideia de que a nossa fome do próximo jogo está a chegar e que podem haver quebras em algumas equipas, mas espero que não se note na nossa.

Derby – Durante estas quatro jornadas da era Miguel Pinto, o Vilarense consolidou o estatuto de candidato aos lugares de acesso à luta pela subida. Vencer o Vasco da Gama será a afirmação da sua equipa enquanto verdadeiro candidato à subida?
Miguel Pinto – Sim, é isso que ambicionamos. Queremos vencer o Vasco da Gama porque é o próximo adversário e obviamente adversário um direto, que está nessa discussão para esses lugares. E com muito mérito pois também vem de um ciclo muito positivo.

Derby – Com uma vitória, reduz a distância em relação ao Vasco para 5 pontos; mas uma derrota deixa a sua equipa a 11 e provavelmente ‘condenada’ a lutar pelo 3.º lugar. É justo dizer que o Vilarense encara este jogo como uma verdadeira final?
Miguel Pinto – Sim, não escondo, para mim, é uma final e não passa pela minha cabeça que a vou perder. Verdade que estamos com menos um jogo que o adversário. Mas este jogo é uma final para as nossas cores.

Mister Tiago Silva e os 8 pontos de avanço sobre o Vilarense: «Ainda não alcançámos os nossos objetivos»

2022.12.11-futebol-vasco-da-gama-7-scaled Mister Tiago Silva e os 8 pontos de avanço sobre o Vilarense: «Ainda não alcançámos os nossos objetivos»

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-9-e1671276880436 Mister Tiago Silva e os 8 pontos de avanço sobre o Vilarense: «Ainda não alcançámos os nossos objetivos»

Rejeita o epíteto de equipa-sensação mas a verdade é que o ‘seu’ Vasco da Gama pode ficar a 1 ponto do líder Riachense… se vencer o Vilarense no Derby de Ourém. Este domingo, há jogo grande em Vilar dos Prazeres, num duelo que pode ajudar a definir o futuro dos dois emblemas oureenses.

O Vasco da Gama vai a casa do Vilarense com 8 pontos de avanço e a noção de que pode dar mais um passo firme rumo à próxima fase, durante a qual as melhores equipas da 2.ª Distrital vão lutar pelo acesso ao escalão principal. Apesar do avanço pontual e de uma sequência de jogos com 22 pontos em 24 possíveis, Tiago Silva… mete água na fervura, recusando embandeirar em arco: “Ainda não alcançámos os nossos objetivos e sabemos que no futebol tudo muda de um momento para o outro.”

Derby – O Vasco da Gama chega ao Derby com o Vilarense com 3 vitórias consecutivas e 7 nas 8 jornadas anteriores, com apenas 1 empate pelo meio. Aliás, só perdeu 1 vez, a 23 de outubro, com o Riachense. E ainda tem o melhor ataque da Série B. É justo dizer que o Vasco da Gama é a grande revelação deste campeonato?
Tiago Silva – Olhando a essa estatística, sim podemos dizer que temos feito até ao momento um bom campeonato, mas não nos consideramos a grande revelação. Temos muita ambição de crescer semanalmente, treino a treino, jogo a jogo e é isso que temos feito desde o início. Queremos continuar assim, a crescer cada vez mais de forma a consolidar os nossos objetivos, estamos cientes que ainda temos muito a fazer para os alcançar.

Derby – Vem de um triunfo categórico sobre o Caxarias, noutro Derby de Ourém, mas já lá vão três semanas sem competição. Tem sido fácil manter o moral dos jogadores e capitalizar todo este estado de graça?
Tiago Silva – Sim, foi uma vitória importante antes da paragem, foi o início da 2.ª volta e conseguimos conquistar os 3 pontos. Apesar de entrarmos na paragem do campeonato com o entusiasmo de uma vitória, esta paragem não favorece as equipas que se encontram num bom momento, o foco dispersa sempre. Tivemos o cuidado de preparar muito bem o retomar do campeonato e sabemos da importância que tem este primeiro jogo após a paragem, independentemente do adversário.

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Derby – Ganhando o Derby de Ourém ao Vilarense, o Vasco da Gama fica a 1 ponto do líder Riachense, que empatou ontem em casa da Liga de Ortiga. É um desafio ainda mais determinante, sobretudo porque está em causa a liderança?
Tiago Silva – Entramos em campo sabendo o resultado do Riachense, mas isso não vai mudar nada o nosso foco para o jogo com o Vilarense. Neste momento, queremos conquistar os nossos 3 pontos em cada jogo, dependemos de nós para conseguir os nossos objetivos e é isso que nos dá moral. A liderança da série não é objetivo, não é falado entre nós. A ‘nossa liderança’ é manter em cada jogo o nosso nível competitivo, melhorar ainda mais o nosso futebol e sentirmo-nos bem dentro do campo, procurar os fatores que permitem conquistar a vitória no jogo.

Derby – Muito mudou desde o derby da 1.ª volta, sobretudo na equipa do Vilarense, que tem novo treinador. É uma dificuldade acrescida para o Vasco da Gama ou acredita que este adversário não mudou assim tanto desde o último desafio entre ambos?
Tiago Silva – Sim, sem dúvida que muita coisa mudou. O facto de terem um treinador novo permite haver uma mudança e a própria paragem pode ter permitido isso. Mas a este nível, e por haver muitos momentos instáveis dentro das equipas, o nosso foco é somente a nossa equipa. Queremos jogar o jogo para o qual trabalhamos semanalmente nos treinos. E sabemos que, se o conseguirmos, estamos mais perto da vitória, do sucesso, da conquista dos 3 pontos. Quando o jogo começar, aí sim fazemos uma rápida análise sobre o adversário e quais as suas dinâmicas, e os nossos jogadores já estão preparados para receber esse feedback.

Derby – Uma vitória do Vasco da Gama deixa o Vilarense a 11 pontos. A equipa tem essa noção? De que um triunfo neste desafio garante uma vantagem praticamente irrecuperável para um adversário direto na corrida aos lugares de subida?
Tiago Silva – Uma vitória do Vasco da Gama permite apenas e só ao Vasco da Gama somar 3 pontos. O nosso foco é naquilo que fazemos para nós e não nas consequências que podem trazer a nossa vitória ao adversário. Queremos caminhar sólidos nesta segunda volta do campeonato. As vitórias servem para isso, para que o caminho seja cada vez mais firme. Ainda não alcançámos os nossos objetivos e sabemos que no futebol tudo muda de um momento para o outro. A magia é mesmo essa.

Exclusivo Derby! Telmo Ferreira e a derrota com o último: «Quem vai pagar a fatura é o Vilarense!»

futebol-caxarias-atlouriense-pedro-gil-35 Exclusivo Derby! Telmo Ferreira e a derrota com o último: «Quem vai pagar a fatura é o Vilarense!»

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Exclusivo Derby! Telmo Ferreira e a derrota com o último: «Quem vai pagar a fatura é o Vilarense!»

Já fez história na Taça do Ribatejo e continua a lutar pelos primeiros lugares no Campeonato. O Centro de Cultura e Desporto de Caxarias é hoje uma equipa diferente… para melhor. Mas qual dor de crescimento, chega ao Derby de Ourém com o Clube Desportivo Vilarense na ressaca de uma derrota com o último classificado.

“Quem vai pagar a fatura é o Vilarense”, acredita Telmo Ferreira. Em declarações exclusivas ao Derby, o treinador do Caxarias fala num jogo que “vale 9 pontos”, numa alusão clara ao equilíbrio no topo da tabela e aos duelos entre outras equipas que também estão na luta pela subida à 1.ª Distrital.

Derby – O Caxarias vem de uma derrota em casa do Último classificado. Uma equipa que nao tinha qualquer ponto e à qual o Vilarense ganhou por 4-0 na jornada anterior… Este derby é especial Também por isto e porque pode ser o palco ideal para uma reação cabal?
Telmo Ferreira – É derby mas é só mais um jogo! Cada jogo é um jogo! Este, tal como os outros, vale 3 pontos e é isso que nós queremos! Sabemos o que se passa dentro de nossa casa! O futebol tem destas coisas como o que se passou no nosso último jogo. A equipa quer reagir e quem vai pagar a fatura é o Vilar! Não por ser derby, mas por ser o próximo adversário.

Derby – Folgar na véspera de um Derby foi uma vantagem para o Caxarias, uma vez que teve mais tempo para limpar a cabeça e para preparar este jogo?
Telmo Ferreira – Nós queríamos jogar logo a seguir ao desaire que tivemos, esta paragem teve um lado positivo que foi a recuperação de alguns jogadores! A nossa cabeça está limpa, sabemos o que queremos e onde queremos ir! Não éramos os melhores, nem agora somos os piores! É uma semana importante! Vale 9 pontos, pode abrir espaços na classificação! Vamos querer estar na parte de cima.

Derby – O Vilarense chega ao Derby com novo treinador. É difícil preparar um jogo neste contexto, no sentido em que, a este nível, a informação sobre o adversário não abunda. Como é que o mister Telmo prepara um jogo neste cenário.  Foca mais na sua equipa e menos no adversário?
Telmo Ferreira – Conhecemos o Vilarense e alguns dos seus jogadores, as suas melhores características! O treinador pode mudar organização, mas não muda de um dia para o outro todos os problemas que a equipa tinha nem as características dos jogadores! Temos um feedback! O resto é preparar a nossa equipa, preocupar-nos com o nosso plano e seguir à risca! Não é nosso hábito  focar demasiado no adversário, senão corremos o risco de perder a nossa identidade! Damos sim algumas indicações importantes para estarmos atentos!

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Exclusivo Derby! Miguel Pinto no Vilarense “para acrescentar mais à equipa e ao clube”

futebol-vilarense-miguel-pinto-2 Exclusivo Derby! Miguel Pinto no Vilarense “para acrescentar mais à equipa e ao clube”

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10 Exclusivo Derby! Miguel Pinto no Vilarense “para acrescentar mais à equipa e ao clube”

Entrou com a empreitada em andamento, mas deixou marca no Operário logo no jogo de estreia. Miguel Pinto chegou ao Clube Desportivo Vilarense decidido a “acrescentar mais à equipa e ao clube”.

Na antecâmara do Derby de Ourém com o Centro de Cultura e Desporto de Caxarias, falámos com o novo treinador dos azuis e brancos para conhecer ideias e ambições de um técnico apostado em consolidar o emblema de Vilar dos Prazeres entre os candidatos à subida.

Derby – Ficou surpreendido com esta entrada a golear no Vilarense?
Miguel Pinto – Não, surpreendido não. Trouxe uma ideia de jogo à equipa que fomos trabalhando durante os três treinos que tivemos em conjunto. E a verdade é que todos os atletas que jogaram conseguiram executar neste jogo essas tarefas. O resultado até poderia ser de outros números pois criámos mais oportunidades e o adversário também teve uma ou duas. Quando me apercebi que estávamos a criar e a dominar todos os momentos do jogo, acreditei que nos ia correr bem. Nada surpreendido.

Derby – Que balanço faz desta primeira semana completa de trabalho com o plantel?
Miguel Pinto – Apesar de não termos todos os atletas à disposição, o balanço tem sido positivo, vejo que há sinais de que o grupo gosta de trabalhar focado, e sempre com dedicação.

Derby – A propósito do Derby com o Caxarias, como é que se prepara um jogo contra uma equipa que o mister provavelmente nunca viu jogar?
Miguel Pinto – A nossa preparação é jogo a jogo. Sei o que é um derby, sei o sabor que se tem a ganhar e o sabor que se tem quando se perde. Obviamente que tentamos saber o máximo possível, dentro de todas as dificuldades que há neste panorama, informações sobre a equipa que vamos defrontar. Somos um grupo e claro que no seio do nosso grupo todos tentamos trazer algo do que podemos saber do adversário.

Derby – Válter Calafate, seu antecessor no cargo,  assumiu, no início da época, que o Vilarense queria “limpar a má imagem da temporada passada”. Quais são os objetivos do Mister Miguel Pinto e do próprio Vilarense? Pela pontuação que já tem, sente que esta equipa pode ambicionar algo mais?
Miguel Pinto – Acho que há uma sintonia total entre o Miguel Pinto e as pessoas responsáveis no nosso clube. Como disse, o nosso caminho é jogo a jogo. O anterior mister falou em limpar a imagem, e ele próprio enquanto cá esteve fez esse trabalho. Eu venho com o intuito de acrescentar mais à equipa e ao clube. Talvez uma outra experiência, até para mim uma nova experiência. Mas para o clube é claramente um jogo a jogo, para ganhar. Uma semana de cada vez, um jogo de cada vez. No final veremos se conseguimos ir ao playoff. Mas sinceramente acho que o clube tem que lá estar. Vamos trabalhar para isso, eu a minha equipa técnica, os meus jogadores e a nossa direção, que tem sido de um apoio inexcedível.

futebol-vilarense-miguel-pinto-3 Exclusivo Derby! Miguel Pinto no Vilarense “para acrescentar mais à equipa e ao clube”

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