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Exclusivo Derby! Ana Reis: «O Vasco da Gama era segunda escolha, mas hoje é primeira opção»

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Ana Reis foi eleita presidente da direção a 25 de julho de 2022, mas tem um longo passado ao serviço do Vasco da Gama © CMO pub-derby-junta-piedade Exclusivo Derby! Ana Reis: «O Vasco da Gama era segunda escolha, mas hoje é primeira opção»

A Associação Desportiva Recreativa Cultural Vasco da Gama celebra hoje o seu 42.º aniversário. Fundada a 20 de fevereiro de 1981, esta instituição teve o condão de unir duas aldeias: Boleiros e Maxieira mudaram para sempre, graças à ideia de dois portugueses radicados no Brasil.

Apaixonados pelo Vasco da Gama do Rio de Janeiro, reeditaram a versão oureense daquele emblema carioca, mas em plena Freguesia de Fátima. Quatro décadas depois, o Vasco da Gama de Boleiros-Maxieira é um clube projetado para o futuro, com história escrita a letras douradas, sendo ainda o único emblema do Concelho de Ourém com uma Taça do Ribatejo na vitrine, graças à sensacional conquista de 1989.

Em dia de aniversário, o Derby marca a efeméride com uma entrevista à presidente da direção do clube. Um exclusivo Derby, para ler aqui, na íntegra.

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Derby – À data de hoje, como é atualidade do clube? Que modalidades tem?  O que é que lhe dá vida?
ANA REIS – Temos boccia e futebol, sendo que no futebol temos os escalões de formação e as equipas seniores, tanto no feminino como no masculino. Gostávamos de recuperar a atividade cultural que tínhamos há alguns anos. Já tivemos teatro e outras atividades, mas está tudo parado porque ainda não tivemos tempo para dinamizar essa parte como gostaríamos.

Derby – Mesmo tendo apenas boccia e futebol, não deixa de ter uma agenda preenchida…
ANA REIS – É verdade, sim. Mas se cada um de nós cumprir a sua função, conseguimos fazer muita coisa. São as associações que dinamizam as aldeias. É um escape que as pessoas têm, para conviverem, fazerem outras atividades, além da rotina casa-trabalho-trabalho-casa. A função das associações é mesmo essa. Nem toda a gente aprecia bola, mas a cultura toda a gente aprecia. Teatro, outras atividades, outras dinâmicas, se calhar toda a gente gosta… Só que não temos tido tempo.

Derby – É algo que ponderam relançar ainda durante este ano?
ANA REIS – Gostávamos, mas primeiro temos de reativar os sócios. Vamos fazer um ajustamento e uma atualização. Depois, sim, queremos ir por aí e dinamizar a área cultural do nosso clube.

Derby – Quantos praticantes tem o Vasco da Gama?
ANA REIS – Contando com o Boccia, cerca de 250.

Derby – Fale-nos sobre essa modalidade…
ANA REIS – Temos uma equipa composta pelos nossos seniores. Estamos a falar de pessoas com 60, 70, 80 anos. É uma atividade muito boa porque tira as pessoas de casa. Dá-lhes um objetivo e uma rotina de aulas às terças e quintas-feiras, às 9 da manhã. Participam em torneios, vão nas nossas carrinhas, almoçam por lá. São convívios muito saudades, até porque permite exercitar o próprio cérebro de cada um, através da estratégia do jogo. E também tem a componente física, claro. São convívios realmente importantes, até porque a solidão mata…

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A secção de boccia do Vasco da Gama apresenta-se como um verdadeiro serviço público à comunidade

Derby – O futebol continua a ser a cara do clube.
ANA REIS – É verdade, mas houve uma mudança que importa sublinhar: quando cheguei ao clube, em 2015, tínhamos cerca de 70 atletas e um campo pelado. O Vasco da Gama era como uma segunda escolha. A partir daí, foram feitos investimentos na melhoria das infraestruturas. Hoje em dia já não somos a segunda escolha. Já somos a primeira opção para muitos atletas.

Derby – O Vasco da Gama tornou-se num clube apetecível?
ANA REIS – Estamos em pé de igualdade com outros clubes aqui à volta. A nossa desvantagem é estarmos num meio rural, enquanto os outros estão num meio citadino. Temos, por isso, o desgaste provocado pelos transportes. Mas como somos uma família, as pessoas gostam muito de aqui estar connosco. Há uma harmonia entre jogadores, treinadores, diretores e famílias dos nossos atletas. Aliás, este bom ambiente reflete-se em casa das pessoas. Temos aqui um grande ambiente, que resulta muito do bom trabalho que é feito pelo nosso coordenador, o Hugo Almeida. Ele é o braço direito da direção, coordena todo o futebol feminino e masculino, desde a formação aos seniores.

Derby – Apontou a localização do Vasco da Gama como uma desvantagem. Mas estar num meio rural e apresentar os bons resultados que apresentam, não valoriza ainda mais o trabalho que desenvolvem?
ANA REIS – Acho que trabalhamos bem, sim. Aliás, a prova disso é que os outros clubes andam sempre a tentar tirar daqui atletas. Mas é difícil que eles queiram sair daqui porque sentem-se muito bem connosco. Temos competição e temos formação, mas os pais dos nossos atletas sabem perfeitamente que nem todos podem ser o próximo Cristiano Ronaldo. Investimos muito em treinadores de qualidade. Aliás, todos os nossos treinadores têm o Nível 2 e todos são professores. Isso reflete-se no trabalho que é feito junto das nossas crianças e dos nossos jovens. Atenção: não estou a dizer que os treinadores dos outros clubes não têm qualidade. Estou a falar apenas dos nossos. Fazemos um esforço financeiro para corresponder a este objetivo. Acho que não pagamos mal. E pagamos sempre a horas. Aliás, hoje é dia 20 de fevereiro e já todos receberam. O mês de fevereiro está pago, atenção. É um incentivo. Temos um grupo de treinadores muito bom.

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Derby – É exagerado considerar que o Vasco da Gama vive o seu melhor momento, do ponto de vista das infraestruturas e dos resultados desportivos?
ANA REIS – É exagerado, sim! As direções anteriores também fizeram trabalhos meritórios e muito bons. É verdade que o Vasco da Gama nunca teve tantos atletas quantos os que tem hoje, mas também é verdade que este clube já viveu momentos muito bons no final dos anos 80, princípio dos anos 90. A diferença é que só tínhamos a equipa sénior. As realidades não são comparáveis. Se os colegas que me antecederam tivessem as infraestruturas que temos hoje, se calhar também tinham feito o trabalho que eu estou a fazer agora. Todos temos o nosso valor. Se eu fiz isto ou aquilo, foi porque as direções anteriores conseguiram manter o clube em atividade. Quando fui à Câmara Municipal pedir pelo relvado sintético, nunca nos tinham ajudado financeiramente, se não tivéssemos toda esta atividade. Há que dar valor às direções anteriores, que conseguiram manter o clube em atividade, sempre com as equipas bem completas. Nem sei onde conseguiam ir buscar tantos miúdos, tendo nós o único campo pelado aqui da zona. Dou todo o mérito às direções anteriores, que lutaram contra grandes dificuldades. Logicamente, também tenho as minhas dificuldades. As direções anteriores, batiam-se com o problema das infraestruturas; as minhas dificuldades, são financeiras. O clube tem uma situação estável, mas os orçamentos de antigamente não são os orçamentos que temos agora. Antes, os miúdos jogavam aqui de borla e os treinadores faziam o seu voluntariado; agora, os atletas pagam mensalidade e o clube tem de lhes oferecer treinadores de qualidade.

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Ana Reis com o presidente da Câmara Municipal de Ourém, Luís Albuquerque, durante uma visita do autarca às instalações do clube

Derby – A temporada desportiva está a ser positiva.
ANA REIS – Sim, sem dúvida! A equipa sénior masculina joga com prata da casa. Em 25 atletas, temos 19 da nossa formação. É um grupo muito jovem. Costumo dizer que só temos ali um que nos estraga a média: o André do Talho, com os seus 42 anos [gargalhada]. Estão a fazer um trabalho fantástico, que se deve muito à equipa técnica. O Tiago Silva é ótimo e faz um trabalho muito bom com os nossos miúdos. Além dos seniores, também treina os juniores. Essa equipa é maioritariamente composta por elementos que estavam nos juvenis e que nos deram muitos problemas. Agora estão a trabalhar muito bem, pelo que tem tudo a ver com a liderança do treinador.

Derby – E depois temos a aposta efetiva no futebol sénior feminino. Apesar de já não estar em condições de lutar pela subida à 2.ª Divisão Nacional, não deixa de ser um trabalho muito positivo.
ANA REIS – Olhe, foi por 45 minutos… Foi uma pena. É a época de estreia no futebol sénior e é muito difícil trabalhar com o sector feminino porque há poucas atletas. O recrutamento é muito difícil, as jogadoras querem sempre dinheiro porque acabam por abdicar dos trabalhos de fim de semana que poderia ter… Só que nós dissemos sempre que não pagamos a ninguém. Claro que damos uma compensação quando uma atleta tem de fazer deslocações maiores, mas apenas isso. E não tem sido fácil. Nem tem tanto a ver com a parte financeira. E temos as Sub-19 a fazer um excelente campeonato! Vamos ver se conseguimos atingir o Apuramento de Campeão. Na época passada, as nossas Sub-15 foram à final nacional. Estamos com muita qualidade na formação feminina e foi por isso mesmo que decidimos avançar com uma equipa sénior.

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Derby – Segunda-feira, 21 de fevereiro. O Vasco da Gama está de parabéns. Como é que vai ser a festa?
ANA REIS – Vai ser muito giro! Como calha aqui no meio do Carnaval, não dá para fazer uma cerimónia muito formal. Vai ser mais uma brincadeira. Vamos fazer umas atividades com os miúdos durante a tarde, vamos ter sopas e bifanas, às 10 da noite cantamos os parabéns ao clube e depois temos um DJ para animar a festa pela noite dentro.

Derby – A fechar, convidamos a presidente Ana Reis a assinalar o aniversário do Vasco da Gama com uma mensagem a todas as pessoas que simpatizam com esta associação histórica do Concelho de Ourém.
ANA REIS – O crescimento nasce do querer, da determinação e persistência que ao longo destes anos foi sempre o objetivo de todos o que por aqui passaram. A vitalidade do clube é demonstrada pelo trabalho que desenvolvemos atualmente. Continuidade do nosso processo de aprendizagem e capacidade de nos adaptarmos à mudança, é o que desejo para o futuro do clube.

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Atlético e Fátima superam concorrência direta

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pub-derby-junta-piedade Atlético e Fátima superam concorrência direta

Jornada perfeita para Atlético e Fátima no Campeonato Distrital da 1.ª Divisão. Os representantes do Concelho de Ourém venceram os respetivos compromissos, derrotando concorrentes diretos na luta pela manutenção no escalão principal da Associação de Futebol de Santarém.

Depois da vitória caseira sobre o Benavente, o Centro Desportivo de Fátima voltou a jogar em casa, recebendo o Ferreira do Zêzere, formação com a qual formulava um trio de equipas igualadas no 9.º lugar, juntamente com o Atlético Ouriense.

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Os fatimenses venceram por 3-2 e descolaram dos zezerenses. A formação de Mário Nélson passou a somar 26 pontos, em resultado de 8 vitórias e 2 empatas em 20 jornadas.

O Atlético Ouriense mantém-se colado aos vizinhos. Depois da derrota caseira com o Torres Novas, os oureenses foram ganhar a casa do Cartaxo, por 2-1. A turma de Pedro Gil Vieira soma agora 7 vitórias e 5 empates, ocupando o 8.º lugar, em igualdade pontual com o Fátima mas em vantagem no confronto direto, graças à vitória obtida em pleno João Paulo II.

No topo da tabela, destaque para o líder União de Tomar, que venceu Os Águias, em Alpiarça (3-1) e aproveitou o empate do Fazendense em Samora Correia (22) para alargar para 4 os pontos de vantagem sobre o emblema de Fazendas de Almeirim.

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GRUDER recupera prejuízo e Cercal quebra a série negra

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Ao vencer o Benavente na Freixianda, o GRUDER ‘anulou’ por completo o prejuízo da entrada em falso no Campeonato Distrital. O Grupo Desportivo da Ribeira do Fárrio perdeu contra Carvalhos de Figueiredo e Benavente no arranque da prova, mas agora ganhou a estes dois rivais no raiar da 2.ª volta.

A vitória sobre o Benavente, por 4-2, mantém a turma de Jorge Xana na perseguição ao Vitória de Santarém. Só que o líder não desarma, continuando com 6 pontos de avanço sobre os oureenses, que seguem no 4.º lugar, a 2 pontos de Mação e Casa do Benfica da Golegã.

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A jornada 13 marcou o fim da série negra do Cercal, que recebeu e venceu o Louriceirense: 4-2 a vingar a recente eliminação da Taça Distrital ante este mesmo rival.

O Vale Travesso esteve muito perto de surpreender com um triunfo em Mação. Com uma exibição personalizada, estes oureenses bateram-se de igual para igual, mas perderam por 4-3.

Pior sorte teve o Juventude Ouriense, que averbou a derrota mais pesada da temporada: 10-1 (!) em São Vicente do Paul, no segundo jogo sob o comando de Francisco Serra.

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Vasco da Gama e Vilarense marcam passo e Caxarias ganha… sem jogar

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pub-derby-junta-piedade Vasco da Gama e Vilarense marcam passo e Caxarias ganha... sem jogar

Jornada negra para os dois dos três clubes oureenses que foram a jogo na ronda 18 da 2.ª Distrital. Vasco da Gama e Clube Desportivo Vilarense perderam os desafios respetivos e marcaram passo na luta pelo acesso ao playoff de promoção.

O Vasco da Gama perdeu na visita ao Pego, por 1-0. Além da derrota, a formação de Boleiros-Maxieira perdeu também o 2.º lugar, tendo sido ultrapassada pelo Tramagal.

A turma de Tiago Silva deixou escapar a oportunidade de ganhar avanço sobre o Caxarias, que folgou nesta jornada, mas manteve os 2 pontos de atraso em relação ao Vasco da Gama, que ocupa agora o último dos três lugares de acesso ao liguilha que vai definir quem sobe de escalão.

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10-e1670153352160 Vasco da Gama e Vilarense marcam passo e Caxarias ganha... sem jogar

O Vilarense perdeu em Alferrarede, diante do… último classificado. Os Dragões somaram a segunda vitória na prova, ambas sobre emblemas oureenses, uma vez que só tinham ganho ao Caxarias.

Com esta derrota, a formação de Miguel Pinto ficou com vida (ainda mais) complicada na luta pelo acesso ao playoff, estando a 8 pontos do Vasco da Gama quando já só pode somar um máximo de 9.

O líder Riachense ganhou por 4-3 na Atalaia, dando mais um passo decisivo rumo à vitória na Série B e consequente apuramento. O Tramagal foi o outro grande vencedor da jornada, mas quem mais beneficiou até foi… o Centro de Cultura e Desporto de Caxarias.

Mesmo sem jogar, o emblema da Chã assistiu de cadeirinha às derrotas de Vasco da Gama e Vilarense. Apesar da aproximação do Pego, está a 2 pontos do objetivo.

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Teófilo Casimiro continua com agenda repleta nos grandes palcos internacionais

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pub-derby-junta-piedade Teófilo Casimiro continua com agenda repleta nos grandes palcos internacionais

Sem casos nem polémicas. A arbitragem não foi notícia e esse é dos melhores elogios que um árbitro pode receber. Teófilo Casimiro protagonizou (mais) um desempenho positivo num duelo internacional, desta vez na World Skate European Cup.

O árbitro oureense fez dupla com o português Miguel Ângelo na condução do desafio entre os franceses do La Vendéene e os espanhóis do Caldes, a contar para a 2.ª mão dos oitavos de final da WSE Cup.

Em La Roche-sur-Yon, comunidade gaulesa onde o hóquei em patins tem enorme expressão, Teófilo Casimiro dirigiu um duelo que se estendeu até ao prolongamento. Vencendo por 3-2 no final do tempo regulamentar, a equipa da casa anulou a vantagem espanhola da 1.ª mão.

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Os catalães acabaram por empatar e garantir a qualificação para os quartos de final, para mal dos três portugueses do La Vendéene: Duarte Delgado e Marcos Pintos estiveram no cinco inicial e fizeram um golo cada, enquanto Luís Mateus foi o guarda-redes suplente.

O Hóquei Clube de Braga eliminou os espanhóis do PAS Alcoi e continua a representar Portugal na WSE Cup.

Tal como o Derby noticiou, Teófilo Casimiro regressa aos grandes palcos internacionais ainda este mês: a 23 de fevereiro, estará em Espanha para assinar a sua estreia na WSE Champions Cup, ajuizando o Noia-Trissino, na fase de grupos desta verdadeira Liga dos Campeões.

A agenda internacional do juiz oureense está repleta de compromissos internacionais: dia 4 de março, volta a França para arbitrar para ajuizar o embate entre as francesas do Noisy Le Grande e as espanholas do Manlleu, a contar para a WSE Champions League feminina . E a 11 de março estará em Barcelona para dirigir o desafio entre os castelhanos do Voltregá e os italianos do Follonica, para os quartos de final da WSE Cup.

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Sempre a descer… até à vitória! Marco Francisco hasteia bandeira do Espite na Ilha da Madeira

trail-espite-porto-moniz-marco-francisco-2 Sempre a descer... até à vitória! Marco Francisco hasteia bandeira do Espite na Ilha da Madeira

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Entre os 248 atletas que cortaram a meta na Pérola do Atlântico, destacou-se aquele que levava ao peito um emblema do Concelho de Ourém. Marco Francisco foi o grande vencedor do Curto do Trail do Porto Moniz, somando mais uma conquista com as cores do Clube Desportivo de Espite.

Marco Francisco gastou 46m06 nos 12 quilómetros de um curto que a organização caracteriza como “uma descida alucinante que começa nos tís do Fanal e nos leva até ao centro do Município” de Porto Moniz, vila plantada no extremo ocidental da Ilha da Madeira.

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Rui Fresco fez pódio de escalão no Longo
O Trail do Porto Moniz contou com (pelo menos) mais dois atletas do Concelho de Ourém, ambos a competir no Longo. Em representação do Alcanena Trail, Rui Fresco foi o 13.º classificado da geral, com marca suficiente para pódio de escalão em M45; com a camisola do Fátima Trail Team, Luís Jorge concluiu os 26 quilómetros desta distância no 52.º lugar da geral.

 

Seis galos para três poleiros! Vasco da Gama, Caxarias e Vilarense entram na fase decisiva

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Vasco da Gama e Caxarias lutam pelos três lugares de acesso ao playoff de promoção © Derby

pub-derby-junta-piedade Seis galos para três poleiros! Vasco da Gama, Caxarias e Vilarense entram na fase decisiva

Seis galos para três poleiros. Vasco da Gama, Caxarias e Vilarense competem com Riachense, Tramagal e Pego.

Com o Campeonato Distrital da 2.ª Divisão a entrar numa fase absolutamente decisiva, o Derby pega no calendário e na calculadora. Fazemos contas à vida dos três emblemas oureenses que competem na Série B e que ainda lutam por um dos três lugares que dão acesso ao playoff de promoção à 1.ª Distrital.

Uns são candidatos assumidos, outros nem tanto. São considerados nesta análise precisamente pela pontuação que ostentam à entrada para a fase decisiva.

Quis o calendário, o destino e o desempenho de cada equipa até ao momento, que os seis primeiros classificados folgassem nas derradeiras seis jornadas. Cada um na sua vez, naturalmente. O Vasco da Gama foi o primeiro, pelo que é a única equipa que ainda tem cinco jornadas para disputar.

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10-e1670153352160 Seis galos para três poleiros! Vasco da Gama, Caxarias e Vilarense entram na fase decisiva

Curiosamente, todos folgam a seguir, seguindo-se Caxarias (18.ª jornada), Pego (19.ª), Vilarense (20.ª), Tramagal (21.ª) e Riachense (22.ª).

Vilarense e Pego têm vida difícil, mas não estão definitivamente arredados. Perante a supremacia aparente do Riachense, Vasco da Gama, Tramagal e Caxarias aparentam lutar pelos dois lugares sobrantes. Em teoria é tudo muito bonito, mas elas contam é lá dentro… Tudo pode acontecer!

 

RIACHENSE, 36 pontos
É o líder da prova e está em condição privilegiada para garantir um lugar entre os três primeiros. Vai jogar contra Atalaiense e Alferrarede e se ganhar estes dois jogos, pode garantir desde logo a vaga no playoff, ainda antes de visitar Caxarias e receber o Vilarense. Folga na última jornada.

 

VASCO DA GAMA, 31 pontos
Foi o primeiro dos cinco candidatos a folgar. Não jogou na jornada 17 pelo que é a única equipa que ainda tem cinco jornadas para disputar. Volta à competição, defrontando dois candidatos (Pego e Tramagal) e três equipas da segunda metade da tabela (Goleganense, Atalaiense e Alferrarede).

 

TRAMAGAL, 31 pontos
Luta (mais) diretamente com as equipas oureenses e a sua qualificação será a ‘morte’ de uma delas. Depois de receber a Ortiga, defronta dois candidatos: visita o Vasco da Gama e recebe o Pego, antes de folgar e fechar a Série B em casa do Goleganense.

 

CAXARIAS, 29 pontos
Folga na jornada 18 e vai a Vilar dos Prazeres a seguir, podendo chegar ao derradeiro Derby de Ourém da Série B com apenas 3 pontos de avanço, se o Vilarense bater o último classificado já neste domingo. Depois, recebe o atual líder Riachense e termina esta fase com dois jogos fora, ambos contra equipas do fundo da tabela.

 

PEGO, 24 pontos
A matemática não está (nada) favorável e o calendário também não é simpático: visita o Vasco da Gama e o Tramagal, com uma folga pelo meio. Só a vitória interessa diante destes adversários diretos, mas o mais provável é que fique pelo caminho, antes de receber o Goleganense e visitar o Atalaiense.

 

VILARENSE, 23 pontos
Está a 8 pontos do pódio quando já só pode somar 12. Terá de fazer uma ponta final perfeita, mas pode não ser suficiente… Antes do Derby de Ourém com o Caxarias, pode reduzir a desvantagem se vencer em casa do lanterna vermelha. Depois da folga, ainda tem de visitar o Riachense. Aguentando-se à bronca, terá na visita a Abrantes a derradeira oportunidade. Mas está difícil…


tabela-2D-1 Seis galos para três poleiros! Vasco da Gama, Caxarias e Vilarense entram na fase decisiva

futebol-vilarense-pego-8 Seis galos para três poleiros! Vasco da Gama, Caxarias e Vilarense entram na fase decisiva
Pego e Vilarense estão mais atrasados mas ainda têm uma palavra a dizer © Derby

Fátima Escola Triatlo em ação no Duatlo de Arronches

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A Fátima Escola Triatlo (FET) marcou presença na 15.ª edição do Duatlo de Arronches, prova que configurou a primeira etapa do Campeonato Nacional.

Os oureenses foi a 15.ª melhor entre as 30 equipas que conseguiram fechar classificação, graças aos desempenhos de Ricardo Gaspar (51.º lugar na geral absoluta), Nuno Navalho (110.º) e Duarte Moreira (123.º).

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10-e1670153352160 Fátima Escola Triatlo em ação no Duatlo de Arronches

Pedro Neves (124.º), António Guedes (170.º), Pedro Machado (178.º) e Francisco Marques (198.º) também concluíram o circuito, constando entre os 206 atletas masculinos que cruzaram a meta final no Alto Alentejo. A estes, juntaram-se 14 que não conseguiram concluir a prova, entre os quais Martim Silva também em representação da FET.

O Clube de Natação de Torres Novas venceu a classificação coletiva no sector masculino, encabeçando um pódio com Sport Lisboa e Benfica e Sporting Clube de Portugal.

O Duatlo de Arronches expôs os atletas a dois segmentos de corrida (51,15 km + 2,5 km) intervalos por outro de ciclismo (20,25 km), tendo sido realizado nesta localidade do distrito de Portalegre, no último sábado.

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Os Raposinhos em destaque com vitória em pares mistos na Toneca Acro Cup

ginastica-acrobatica-os-raposinhos-toneca-acro-cup-7 Os Raposinhos em destaque com vitória em pares mistos na Toneca Acro Cup

pub-derby-junta-piedade Os Raposinhos em destaque com vitória em pares mistos na Toneca Acro Cup

Entre os mais de mil praticantes que participaram na 7.ª edição da TONECA Acro Cup, também sobressaíram os 13 ginastas da Associação Desportiva Os Raposinhos, emblema oureense entre 40 clubes de todo o país.

Sob a orientação técnica das treinadoras Joana Ribeiro e Ema Nunes, os ginastas oureenses destacaram-se, sobretudo, no concurso de pares mistos, conquistado por Mariana e Pedro, dupla d’ Os Raposinhos com desempenho de excelência no Pavilhão Municipal de Tomar.

A Toneca Acro Cup é uma competição integrada no Nacional de Ginástica Acrobática cujo nome rende homenagem póstuma a António Antunes da Silva, fundador do Ginásio Clube de Tomar.

ginastica-acrobatica-os-raposinhos-toneca-acro-cup-6 Os Raposinhos em destaque com vitória em pares mistos na Toneca Acro Cup

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10-e1670153352160 Os Raposinhos em destaque com vitória em pares mistos na Toneca Acro Cup

Atlético entrou bem mas desapareceu e perdeu num duelo marcado por lance insólito

2023.02.12-atletico-ouriense-torres-novas-12 Atlético entrou bem mas desapareceu e perdeu num duelo marcado por lance insólito

pub-derby-junta-piedade Atlético entrou bem mas desapareceu e perdeu num duelo marcado por lance insólito

assinatura-antonio-adao-224x300 Atlético entrou bem mas desapareceu e perdeu num duelo marcado por lance insólitoQuatro oportunidades flagrantes para o Atlético contra apenas uma do Torres Novas, fizeram com que aquele 0-0 ao intervalo causasse estranheza e frustração no seio da equipa da casa.

O Atlético Ouriense entrou bem, desapareceu do jogo e perdeu em casa. A turma de Pedro Gil Vieira não conseguiu concretizar as (muitas) oportunidades que criou na 1.ª parte. Não tanto por culpa própria, muito mais por mérito do guarda-redes adversário.

Velhos são os trapos. Telmo Rodrigues demonstrou por que ainda é um dos melhores guarda-redes do distrito… aos 39 anos. Negou golos a André Sousa (7’ e 57’), Artur (18’) e Lucas (23’ e 90’) em cinco oportunidades flagrantes. Quatro delas quando o jogo ainda estava empatado…

Aliás, o Atlético podia ter inaugurado o marcador logo no primeiro minuto, quando André Sousa ganhou as costas da defesa contrária e surgiu na cara de Telmo. Desta vez, o guardião só precisou de estorvar a ação do avançado da casa, que mediu mal o chapéu e atirou por cima da trave.

Quando o intervalo chegou, já o Atlético tinha perdido quatro oportunidades contra uma do Torres Novas, aos 34 minutos. Palaio sacudiu um cruzamento mas a bola caiu nos pés de Becas, que também sacou um chapéu de aba larga.

Minutos antes, os homens de Eduardo Fortes pediram penalty, reclamando carga de Artur sobre Ricardo Dias, na área do Atlético, que também já tinha exclamado por um castigo máximo, aos 15 minutos, por alegada mão do mesmo Ricardo Dias, mas na área do Torres Novas.

Francisco-Pimenta_Prancheta-1-copia-10-e1670153352160 Atlético entrou bem mas desapareceu e perdeu num duelo marcado por lance insólito

Anthony Silva não atendeu a nenhum dos pedidos, embora tivesse motivos para tal, sobretudo a favor dos torrejanos. Se a mão na bola foi difícil de analisar, num lance à queima roupa, o empurrão de Artur nas costas do adversário… foi evidente.

Depois de uma 1.ª parte bem disputada e plena de oportunidades de golo para o Atlético, a 2.ª parte foi totalmente distinta. Os oureenses eclipsaram-se e os torrejanos aproveitaram para subir no terreno e criar perigo junto da baliza de Palaio, chamado a intervir pela primeira vez aos 59 minutos, negando o golo ao Torres Novas com uma defesa plena de instinto.

O duelo arrastou-se até ao minuto 75, momento-chave e… insólito. O Torres Novas atacava pela faixa central quando Bernardo Martins se enrolou com Tó Zé, num duelo de defesas junto à área do Atlético.

2023.02.12-atletico-ouriense-torres-novas-5 Atlético entrou bem mas desapareceu e perdeu num duelo marcado por lance insólito

Anthony Silva assinalou falta, mas ninguém percebeu de quem nem porquê. E a confusão instalou-se… Nuno Melanda, o árbitro auxiliar que acompanhava o ataque do Torres Novas, chamou o juiz principal à linha. E da conferência resultou um penalty para os visitantes e a expulsão do defesa… torrejano.

A equipa de arbitragem considerou que Bernardo Martins foi o primeiro a cometer infração, agarrando e arrastando Tózé até ao interior da área do Atlético. Penalty para o Torres Novas, portanto. A expulsão? Aparentemente porque o camisola 13 dos torrejanos terá agredido Bernardo no final do lance. Foi pelo menos essa a justificação dada ao jogador.

O momento mudou a história do jogo. O Torres Novas passou a jogar com 10, mas ganhou vantagem logo ali. Palaio travou o penalty de Major, só que Isaac reagiu mais depressa e conseguiu abrir o ativo na recarga.

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Em desvantagem no marcador, o Atlético tentou fazer-se valer da superioridade numérica. Sem sucesso. Os oureenses expuseram-se ao perigo e pagaram por isso, apenas quatro minutos depois de terem sofrido o primeiro golo.

Na sequência de um canto para a equipa da casa, nasceu… o 2-0 para o Torres Novas, com Sérgio Pedro a atirar para a baliza deserta, depois de uma transição rápida superiormente liderada pelo experiente Miguel Miguel, que contornou Palaio e serviu o golo em bandeja dourada, aos 82 minutos.

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A jogar com um elemento a mais desde os 75 minutos, o Atlético só conseguiu criar uma oportunidade. Foi aos 90 minutos, mas com o desfecho de sempre: Telmo a brilhar na baliza do Torres Novas, travando com os pés nova tentativa de Lucas Marques.

O jogo estava irremediavelmente perdido, mas o Torres Novas ainda teve tempo de elevar o marcador: 3-0 aos 90’+6, em mais um contra-ataque letal, desta vez com Bernardo Maia a oferecer mais um golo cantado a Sérgio Pedro, que rendera Isaac logo a seguir ao 1-0, entrando a tempo de matar o jogo graças à generosidade de dois companheiros que podiam ter marcado mas preferiram oferecer.

A derrota é um castigo duro para o Atlético, sobretudo tendo em conta a superioridade evidente ao longo da 1.ª parte. É, porém , um justo prémio para o Torres Novas, que soube sofrer quando foi preciso e aproveitou aquele penalty caído do céu, não descurando a oportunidade de matar o jogo pouco depois.

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